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Uma obra prima! Filme sensível, profundo, um filme para ser sentido. Passei dias pensando em "Menino".
Um muito lúdico , poético ! muito bem dirigido! , muito bem feito! E ao mesmo tempo um filme triste , denso. Se passa nos anos de 1910, um roteiro muito bom! , o jogo de câmeras , fotografia incrível! o elenco do filme é grande! Rodrigo Santoro e José Drumond, fantásticos! O final deixou a desejar.., poderia ser melhor.., o filme mostra claramente a cultura nordestina de uma época, uma vida sem sentido , sem sonhos ., uma vida de rotina desgastante , sem futuro! O filme fala sobre honra! Sobre buscar sonhos. Um dos melhores filmes nacionais deste século.
Assisti ao filme Abril Despedaçado por indicação de um professor. E que grande indicação! Sem dúvida, esse é um dos melhores filmes nacionais que já vi. Primeiro fui atraída pelo título e ao assistir descobri que é uma obra maravilhosa. Vale cada segundo.
Walter Salles já tinha me deixado no chão em "Central do Brasil".Realiza quase o mesmo serviço aqui.Emociona com a história simples dos personagens,suas lutas diárias e sonhos que talvez nunca serão realizados.
Outro perfeito título nacional.
Outro perfeito título nacional.
Abril Despedaçado é um filme suíço-franco-brasileiro de 2001, dirigido por Walter Salles e baseado no romance Prilli i Thyer de Ismail Kadare, adaptado por Karim Aïnouz. Uma obra-prima do cinema nacional que retrata a geografia desértica do sertão brasileiro. Abril de 1910, uma camisa manchada de sangue balança com o vento. Tonho (Rodrigo Santoro, dando início a sua visibilidade internacional), filho do meio da família Breves, é impelido pelo pai (o sempre estupendo José Dumont) a vingar a morte do seu irmão mais velho, vítima de uma luta ancestral entre famílias pela posse da terra. Se cumprir a missão, Tonho sabe que a sua vida ficará partida em dois: os 20 anos que ele já viveu, e o pouco tempo que lhe restará para viver. Ele será então perseguido por um membro da família rival, como dita o código de vingança da região. Angustiado pela perspectiva da morte e instigado pelo seu irmão menor, Pacu (Ravi Ramos Lacerda), Tonho começa a questionar a lógica da violência e da traição. É quando dois artistas de um pequeno circo itinerante cruzam seu caminho. A atuação do elenco é formidável. Indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro em 2002 e ao BAFTA na mesma categoria.Venceu o Festival de Cinema de Havana como Melhor Direção.
Caatinga, pobreza, violência. Oceano, liberdade, esperança. São dois os cenários: o sertão, assolado pela seca e pela miséria; e a alegria do circo, e a beleza do mar.
O núcleo do drama é a vingança (vendeta), mas regrada, mas honrada. Duas famílias: a dos Breves, pobre, miserável até, vivendo da dura produção e minguada comercialização da rapadura; a dos Ferreira, média, quase “rica”, vivendo do gado, do leite, do queijo.
Morte por morte, vida por vida. Tonho (Rodrigo Santoro), dos Breves. Matheus (Wagner Moura), dos Ferreira. São os primogênitos. A camisa com sangue, de sangue, está sob o varal dos Ferreira. spoiler: Tonho matou um dos Ferreira; será morto – essa é lei – por Matheus. Pediu a trégua de 30 dias, que foi concedida
. Começou a morte, começou a vida. Tendo a morte à porta, as janelas da vida são descerradas. Enfrenta o pai, descobre a cidade, descobre o amor, descobre o mar. A morte deu vida à vida.
A morte abriu a porta?... Assista o filme...
O núcleo do drama é a vingança (vendeta), mas regrada, mas honrada. Duas famílias: a dos Breves, pobre, miserável até, vivendo da dura produção e minguada comercialização da rapadura; a dos Ferreira, média, quase “rica”, vivendo do gado, do leite, do queijo.
Morte por morte, vida por vida. Tonho (Rodrigo Santoro), dos Breves. Matheus (Wagner Moura), dos Ferreira. São os primogênitos. A camisa com sangue, de sangue, está sob o varal dos Ferreira. spoiler: Tonho matou um dos Ferreira; será morto – essa é lei – por Matheus. Pediu a trégua de 30 dias, que foi concedida
. Começou a morte, começou a vida. Tendo a morte à porta, as janelas da vida são descerradas. Enfrenta o pai, descobre a cidade, descobre o amor, descobre o mar. A morte deu vida à vida.
A morte abriu a porta?... Assista o filme...
Muita qualidade de Walter Sales e ótima atuação merecedora de uma indicação ao óscar de Rodrigo Santoro! roteiro muito bom e fotografia deslumbrante ou seja filme nacional com cara de internacional!!
Incrível! Poucos filmes relatam de forma tão fiel as brigas familiares daquela época no sertão nordestino.
Fiquei impressionado com a produção e os atores.
Fiquei impressionado com a produção e os atores.
Não gostei nada deste filme. É parado, sonífero e repetitivo ao extremo. Vou resumir todo o filme em uma única frase:" Porrada no filho e porrada no boi"
O diretor Walter Salles extraiu ótimos desempenhos de Rodrigo Santoro, José Dumont, Wagner Moura (que já mostrava talento, antes de se consagrar como um dos melhores atores de sua geração).
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