K-Pax - O Caminho da Luz
Média
4,0
373 notas

35 Críticas do usuário

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Paulo Merli
Paulo Merli

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 14 de dezembro de 2025
Bastante inverossímil desde o início. Está cheio de maluco no mundo, e este tem dedicação de um PHD e uma banca de especialistas. Sem falar do hospital que mais parece um hotel 5 estrelas. Na realidade seria um ânimo dizendo que é do planeta XYZ. Aqui no Brasil tivemos o ET Bilu, que era mais engraçado.
Mauro Julio V.
Mauro Julio V.

15 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de junho de 2025
Filme muito interessante . Mostra situações dramáticas e até trágicas a que todos nós podemos estar sujeitos, fazendo nos refletir sobre as complexidades da nossa existência.
Jose Ricardo de Jesus
Jose Ricardo de Jesus

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de abril de 2025
O Filme é simples e inpactante ao mesmo tempo, consegue te prender do início ao fim, te faz refletir sobre tempo e espaço, família e traumas psicológicos. De certa forma a visão geral do filme aborda uma teoria dentre várias de como nós ainda não somos evoluídos, acredito muito na ideia que o filme apresenta que nosso universo se renova e que podemos melhorar a cada retorno, um filme que transede as barreiras do nosso inconsciente.
Fazendo a gente pensar se estamos sozinhos no universo.
Diorgenes Bernardes
Diorgenes Bernardes

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de março de 2025
Assistir ontem pela primeira vez eu acho a esse excelente Filme, K-Pax. Se fosse criado em Português o significado do Planeta K-Pax soaria como a palavra "Capaz" em português, como que indicado aos expectadores que há um planeta de seres capazes em qualquer coisa, não como o nosso planetas de incapazes em quase tudo.
A narrativa nos coloca a seguir a trajetória do personagem humano que possui dentro de si uma alma alienígena vinda do imensamente distante planeta K-pax por intermédio de uma viagem que se dá pela luz e numa velocidade muitas vezes acima da velocidade da luz, esse fato nos coloca numa inferioridade intelectual e tecnológica muito abissal.
A síntese dessa história é completamente compreendida ao final das últimas cenas, então podemos dizer qual a foi a real do enredo, quando o Psiquiatra descobre pelo método de regressão que o Alienígena já fazia comunicações com o Senhor Robert, um agricultor estadunidense estudioso e muito ilustrado, mas que comete um crime num acesso de ódio contra o estuprador e assassino da sua esposa e filha, durante sua chegada ao lar surpreende-se com o flagrante dado ao criminoso em sua casa, a terrível vista de sua esposa e filhas mortas o fez lutar e torcer o pescoço do assassino estuprador.
Diante de tal tragedia ele sofre muitíssimo por todo o ocorrido e atira-se no rio num ato de auto punição sob tutela da busca pelo suicídio. Bem, o fim de uma família humilde e feliz foi tomado totalmente pelo mal, mas o que suspeitamos é que a chegada da Alma do Alienígena ao controle do corpo de Robert, o salvara da morte por afogamento. Então essa Alma caridosa e alienígena parte para a metrópole usando o corpo de seu amigo humano traumatizado para ir em busca de mais ajuda para completar sua missão cósmica altruísta. Dessa maneira é que entendemos a curiosa chegada dele a cidade grande e sua sorte e parar num manicômio publico sob a tutela de Médico Psiquiatra ou Psicólogo muito atarefado e pouco eficiente nos resultados dos tratamentos de seus pacientes. Percebemos no filme muitos diálogos incomuns ou totalmente fora da realidade tangível a cerca de muitos assuntos temáticos dos aspectos de conhecimentos da vida humana e extra terrestre, e nessa labuta comparativa nos conduziu a conclusões comuns e já aceitas por nós. Como o nosso modo de vida na Terra e no cosmo é tão desafiador e incompreensível por ser tão distintamente oposto aos fluxos naturais das leis espirituais cósmicas. Enfim, o filme revela as nossas falhas de vida na Terra por nos haver uma grande falte de conexão com os conhecimentos cósmicos universais e particulares, estando nós imersos em profundas trevas de ignorância e presunção de saber.
Valeria F.
Valeria F.

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de setembro de 2023
O filme é muito bom e realmente prende muito, mas se eu não tivesse lido uma explicação nos comentários eu não teria ideia de um final legal. O final explicado nos comentários faz dele um filme melhor do ele mesmo se mostra deixando a gente em dúvida.
Unirio Jelinek
Unirio Jelinek

40 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de agosto de 2023
A estória trata DF um ser que diz ser extraterrestre, e é internado numa clínica psiquiátrica.
No começo parece interessante, mas vai ficando muito sem lógica, e acaba sem nada definir.
JayM.
JayM.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2023
K-Pax é simplesmente um filme magnífico, precisei assistir 2 vezes para realmente entender o filme, mas em nenhuma das duas vezes ele deixou de me surpreender.
No início o filme trás uma sensação de curiosidade e dúvida mas a partir é puro encanto, emocionante até o último minuto.

Se vc procura um filme para se emocionar, está no filme certo!!
Rafael A.
Rafael A.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de maio de 2020
Esse é um daqueles que quando lhe perguntarem quais filmes mais gostam, com certeza esse será mencionado. K-Pax foi feito de uma forma simples, bem a ver com a mensagem, somado a isso o estímulo a pensarmos mais sobre todo esse nosso universo e nossa relações. Vejam e quem for assistir a primeira vez agora, talvez se pergunte, porque não vi antes, como ninguém me indicou, penso eu, talvez porque agora é o momento adequado para você descobrir e refletir sobre esse excelente conteúdo tratado em K- Pax.
Horácio Neto
Horácio Neto

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de junho de 2019
Para quem está procurando indícios de que o filme é bom, ótimo ou ruim, para só então assistir, como eu faço algumas vezes rsrs vá em frente, ninguém que conheço com o minimo de bom gosto deixa esse filme sem adorar, muito bom mesmo!
Birovisky
Birovisky

227 seguidores 196 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de outubro de 2017
Sem espaços e na íntegra: h t t p s : / /rezenhando . wordpress . com /2017/10/17/rezenha-critica-k-pax-2001/

Voltando aquela positiva onda de excelentes filmes desta vez um que há anos, desde que comecei a assistir House of Cards prometia ver e nunca conseguia ou simplesmente esnobava, sabe-se Deus porquê, sabendo que era um filme cuja temática me cativa e sem contar que estamos falando de Kevin Spacey (que não é este Deus da dramaturgia, mas nestes filmes mais pirados ele se sobressai). Finalmente fui conferir e me arrependo arduamente de ter perdido no mínimo 15 anos sem ter assistido esta obra prima mais de uma vez, e quando falo obra prima não é apenas pela magistrosa atuação do “Presidente”, também por todas as nuances que o filme nos remete. Confiram a “rezenha” crítica de K-PAX: O Caminho da Luz.

O nome não instiga nenhum marketing para si, tanto que a costumeira distribuição brasileira resolveu adicionar ao nome original os dizeres “O Caminho da Luz” que mais abaixo saberão o porquê e que neste caso tem toda a significância, diferente de muitos filmes com o título alterado ou traduzido por aí.

O personagem de Kevin Spacey chama-se Prot, um homem misterioso, que vive dizendo ter vindo do planeta K-Pax, distante 1000 anos-luz da Terra. Por causa disto ele é internado em um hospício, onde conhece o Dr. Mark Powell (Jeff Bridges), um psiquiatra disposto a provar que ele na verdade sofre de um grave distúrbio de personalidade. Mas as descrições de Prot sobre como é a vida em seu planeta acabam encantando os demais pacientes do hospício, fazendo com que eles queiram ir com Prot quando ele diz que está próximo o dia em que deverá voltar ao seu planeta.

O filme divaga sobre discussões bastante pertinentes, inclusive, tornou-se ainda mais atual em relação a data que o filme foi lançado. Quando se trata dos duvidosos e viciantes tratamentos psicológicos através de remédios, as discussões e situações contraditórias entre Prot e o psicologo Mark são um tapa com luva de pelíca na cara dos mais atentos ou também àqueles que acham que ainda estão vivos apenas à base de remédios inventando inúmeras desculpas esfarrapadas.

Fora isso, o até então ganhador do Oscar de Melhor Ator já nos primeiros segundos mostra o quão foda é como personagem, sua chegada em meio a um feixe de luz com aqueles óculos vermelhos dão o toque de mistério, e em sua primeira expressão já nos prende, e isso destoa pelo filme todo. Porque além dos trejeitos de Prot, em vários momentos o personagem esteve sob hipnose e o ator muda drasticamente a interpretação, fora outros momentos igualmente incríveis, como a memorável cena onde Prot come as frutas na frente do psicologo, inesquecíveis.

Relativiza a ideia de loucura, denunciando a institucionalização da mesma, com um final inspirado em Nietzsche e seu “Amor Fati” (Eterno Retorno).
Maravilhoso: Inspirador, delicado, cheio de minúcias emocionantes para quem consegue perceber, principalmente na transição do segundo para o terceiro ato quando é entregue o que o telespectador mais ânsia, ali dependendo do seu estado de espírito pode até chorar, porque não?

Além do ceticismo dos médicos e a constante provação que Prot os faz passar (de forma bem convincente por sinal) o filme entra de cabeça na ambientação do próprio hospício e os anseios dos que lá estão, até então sendo tratados a base de remédio apenas procrastinando seus distúrbios, sendo que quando surge um ser com tamanha elevação espiritual, apenas com uma boa conversa e entendendo de fato o que estas pessoas precisam “as cura”.

Se analisarmos um pouco mais afundo conseguimos inclusive entender como nossa sociedade destroi os que até inconscientemente destacam-se, todos os que perturbam a ordem social com sua mera presença por mais elevado que seja o espírito desses como é o caso do protagonista da trama (vide Jesus Cristo também, mas aí poderia escrever uma “rezenha” exclusivamente sobre este tema. O filme nos faz questionar não só sobre se Prot é de fato um louco como também sobre a loucura institucionalizada em nossa sociedade tida como normal.

É o tipo de filme que foi subestimado quando saiu, muito por conta do simplório e confuso nome, mas que nunca perderá a essência, e que tornou-se atemporal e com um dos melhores plot twisties (desfechos) do cinema deixando você por dias pensando e analisando várias teorias.

Iria assistir de novo? Com certeza.

Minha nota é 5/5.
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