Devoradores de Estrelas
Média
4,3
734 notas

260 Críticas do usuário

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LuizaA
LuizaA

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de julho de 2026
Gostei muito de Devoradores de Estrelas. Senti uma nostalgia que não tinha há tempos, como aqueles filmes antigos que mexem com a gente.
O que mais me surpreendeu foi como os personagens conseguem prender a atenção. Aos poucos você vai se envolvendo com cada um deles, criando conexão com a história de uma forma muito natural. É um filme gostoso de assistir, que não precisa de ação o tempo todo para manter o interesse.
Tenho visto muitas comparações com Interestelar, mas, sinceramente, não acho que seja justo. Apesar de ambos serem ficções científicas espaciais, as propostas são completamente diferentes. Cada um entrega uma experiência única, e acredito que Devoradores de Estrelas merece ser apreciado pelo que ele é, sem precisar ser colocado lado a lado com outro clássico.
Jorge Barcellos
Jorge Barcellos

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de julho de 2026
Amei o filme, muito positivo e com uma linda mensagem de amizade e coragem com toque de tensão e suspense!
Quiel Lacerda
Quiel Lacerda

4 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 5 de julho de 2026
O filme começou bem, fiquei com a esperança de ver um bom filme de ficção científica depois da decepção com "o dia D", mas o filme se perdeu totalmente do meio em diante, se tornando um filme muito infantil, que so crianças de 10 anos se emocionam. Obs: da onde os responsáveis pelo filme tiram a ideia de: na cena em que o protagonista sofre o acidente na nave, bate a cabeça, apaga usando macacão de astronauta e acorda usando uma camisola de hospital, sendo que ele esta sozinho na nave. Ninguém faz nenhuma revisão antes desses filmes seram lançados?
Gabriela Alice
Gabriela Alice

Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2026
Simplesmente sensacional!! Provavelmente o melhor filme que vi esse ano!! Nunca pensei que fosse chorar por um bicho aranha de pedrakkkk simplismente cinema, absolute cinema
bastossaudeanimal
bastossaudeanimal

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2026
Muito bom, eu amei ... Filme maravilhoso, emocionante, engraçado em certos pontos, lindo, uma relação de amizade e através da ciência.
Chyro Dk
Chyro Dk

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2026
Um dos melhores, senão o melhor filme que eu já assisti em toda a minha vida, quem diz que devoradores de estrelas é ruim, é apenas uma pessoa viciada em dopamina barata com o cérebro derretido.
Willian Augusto
Willian Augusto

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2026
Filme maravilhoso, não sou nenhum estudioso sobre filmes, mas essa viagem para quem gosta de espaço "ignorando as ficções" foi incrível. E passa uma mensagem também sobre gratidão, lealdade e sacrifício do "eu" por um bem maior. É emocionante. Eu me senti um idiota por me emocionar com a despedida e o reencontro do Grace e Rocky kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Mas fazer o quê, meia hora de conversa entre Rocky e Grace, já fez com que nós criássemos uma conexão. Filme excelente. Merecia a continuação para ver o Grace voltando a terra e encontrando todos velhos. Isso seria insano demais.
Gustavo Barbosa
Gustavo Barbosa

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2026
Perfeito mesmo o final não sendo o mas feliz de todos e perfeito, achei incrível ele no final agora viver no planeta do Alien mesmo os aliens já podendo conseguir mandar ele de volta pra casa
samukagoes
samukagoes

13 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de junho de 2026
**Devoradores de Estrelas: quando a obsessão por parecer inteligente sufoca a própria história**

Há filmes de ficção científica que desafiam o espectador por meio de ideias complexas. Outros o desafiam pela paciência. *Devoradores de Estrelas* pertence, infelizmente, ao segundo grupo.

O maior problema da obra não está em sua ambição. Ambição é uma virtude quando acompanhada de disciplina narrativa. O problema é que o filme parece acreditar que qualquer conceito científico, por mais esticado que seja, automaticamente se transforma em profundidade. Não é verdade. O resultado é uma narrativa lenta, excessivamente autoconsciente e convencida de sua própria genialidade.

O roteiro avança aos tropeços. Em vez de construir tensão dramática, prefere interromper constantemente o fluxo da história para explicar conceitos, repetir informações ou fazer comentários espirituosos. Tudo precisa virar uma piada. Tudo precisa receber uma tirada irônica. É como se os roteiristas tivessem medo de permitir que uma cena permanecesse séria por mais de dois minutos.

Esse humor incessante mina completamente o peso dramático. Quando finalmente surge uma situação de risco, uma revelação importante ou um momento de emoção, logo aparece uma piadinha para quebrar a atmosfera. A consequência é devastadora: o espectador deixa de sentir qualquer urgência. O filme não confia na própria dramaticidade e, por isso, vive sabotando suas melhores oportunidades.

Essa dependência do humor lembra uma tendência cada vez mais comum no cinema contemporâneo, especialmente em grandes produções: personagens incapazes de permanecer em silêncio ou simplesmente reagir como seres humanos diante do extraordinário. Todos precisam soar engraçados o tempo inteiro. Todos precisam ser sarcásticos. Depois de algum tempo, essa fórmula deixa de ser divertida e se torna cansativa.

Outro problema evidente é o ritmo. O filme demora excessivamente para chegar a qualquer ponto significativo. Há longos trechos em que praticamente nada acontece além de explicações, experimentos e diálogos repetitivos. A sensação é de estar lendo notas de rodapé intermináveis em vez de acompanhar uma aventura espacial.

Pior ainda é a maneira como a obra alterna entre um discurso científico pretensamente sofisticado e momentos quase infantis. Certas interações parecem saídas de uma animação para crianças, enquanto outras tentam discutir temas existenciais profundos. Essa oscilação tonal impede que o filme encontre uma identidade consistente.

Os momentos considerados emocionantes frequentemente apostam em uma ingenuidade quase pueril. A construção das relações afetivas simplifica conflitos complexos em soluções excessivamente fáceis, como se bastasse boa vontade e amizade para resolver dilemas que deveriam carregar enorme densidade psicológica. Em vez de emocionar, essas passagens frequentemente soam artificiais.

Há também uma sensação constante de que o filme quer ser lembrado como um grande clássico da ficção científica. Faz questão de exibir conceitos científicos, de multiplicar explicações, de enfatizar constantemente sua própria inteligência. Mas inteligência verdadeira não precisa anunciar a si mesma. Obras como *2001: Uma Odisseia no Espaço*, *Solaris* ou *A Chegada* confiam na força de suas imagens, de seus silêncios e de seus conflitos humanos. *Devoradores de Estrelas*, ao contrário, parece preocupado o tempo inteiro em convencer o público de que está assistindo a algo extraordinário.

O excesso de exposição torna a experiência ainda mais pesada. Em vez de permitir que o espectador descubra o universo aos poucos, o roteiro prefere explicar absolutamente tudo. Explica o que aconteceu. Explica por que aconteceu. Explica o que acontecerá em seguida. Explica novamente caso alguém não tenha entendido. É uma narrativa que parece desconfiar da inteligência do próprio público.

Visualmente, o filme possui qualidades, mas nem mesmo sua competência técnica consegue compensar a ausência de ritmo e de equilíbrio tonal. Grandes imagens não substituem personagens verdadeiramente complexos nem um roteiro capaz de sustentar sua própria ambição.

No fim, *Devoradores de Estrelas* representa um problema recorrente da ficção científica contemporânea: acredita que acumular conceitos científicos, humor constante e discursos grandiosos basta para produzir profundidade. Não basta. Sem economia narrativa, sem coragem para sustentar momentos dramáticos e sem confiança na inteligência do espectador, toda essa grandiosidade acaba parecendo apenas pretensão.

O resultado é um filme longo, irregular e frequentemente cansativo, que deseja desesperadamente ser brilhante, mas termina prisioneiro de suas próprias explicações, de seu humor compulsivo e de uma narrativa que demora muito mais do que deveria para dizer muito menos do que imagina.
Fabino
Fabino

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1,0
Enviada em 28 de junho de 2026
Se você está à procura de uma ficção científica madura, com o rigor e a imponência visual de clássicos como A Chegada ou Interestelar, passe longe de Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary). O que foi vendido como o grande sci-fi do ano nada mais é do que um emaranhado de conveniências de roteiro embrulhado em uma direção de arte com cara de estúdio limpo demais e efeitos digitais artificiais. Uma verdadeira obra amadora que subestima a inteligência do espectador.
Para quem analisa o cinema além do puro hype comercial, os problemas do filme são gritantes:
1. O "Fast-Food" Narrativo e o Roteiro Ilusório
A premissa inicial até desperta interesse ao apresentar o Astrófago como uma partícula biológica exótica que consome energia solar. Uma ideia bacana que, infelizmente, descamba rápido para o ridículo. O roteiro é sustentado pelo "Complexo de MacGyver": o protagonista, um professor de ensino fundamental, acorda amnésico e, em questão de minutos, resolve enigmas astrofísicos e biológicos complexos com tubos de ensaio e fitas métricas. Toda a ciência de ponta, que no mundo real exige supercomputadores, décadas de pesquisa e agências espaciais inteiras, aqui é tratada como um projeto de feira de ciências de colégio.
2. A Caricatura Alienígena e a "Vergonha Alheia" Linguística
O paralelo com A Chegada chega a ser humilhante para este filme. Enquanto na obra de Villeneuve a comunicação com os heptápodes exige meses de esforço metodológico e esbarra em barreiras cognitivas profundas, em Devoradores de Estrelas o abismo ontológico é resolvido como se o alienígena Rocky estivesse apenas aprendendo inglês no Duolingo. A criatura — que visualmente parece um boneco de videogame, uma aranha de pedra que emite sons de flauta — pensa exatamente como um humano de classe média. A barreira da linguagem vira um mero efeito sonoro para que a dupla possa bater papo e fazer piadas infantis enquanto conserta a nave na base da camaradagem.
3. Direção de Arte Sem Peso e Sem Textura
A ambientação da nave Hail Mary falha miseravelmente em transmitir a claustrofobia, o isolamento e a gravidade de uma missão da qual depende a sobrevivência da Terra. Tudo parece saído de um comercial de tecnologia: cenários excessivamente limpos, iluminação artificial e uma total falta de textura que quebra qualquer senso de realismo ou imersão. Não há o peso da física, não há o mistério do cosmos; há apenas a sensação incômoda de se estar olhando para um set de transição para computação gráfica de baixo orçamento.
4. A Banalização do Conhecimento
O ponto mais problemático do filme é o desserviço que presta à ciência real. Ao inventar soluções pseudo-científicas baratas (como o fictício "fio de Petrova") e fazer com que o "instinto" de um único homem supere o trabalho de agências estruturadas, o longa ridiculariza o método científico. O que deveria ser tratado com seriedade, respeito e um senso de maravilhamento diante do desconhecido se torna risível e ordinário.
Devoradores de Estrelas abre mão de qualquer responsabilidade intelectual para abraçar um melodrama pop mastigado para as massas. Se você valoriza seu tempo e busca um cinema que respeite o seu intelecto e a grandiosidade do universo, não cometa o erro de dar o play nessa porqueira.
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