Devoradores de Estrelas
Média
4,3
674 notas

244 Críticas do usuário

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Willian Augusto
Willian Augusto

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2026
Filme maravilhoso, não sou nenhum estudioso sobre filmes, mas essa viagem para quem gosta de espaço "ignorando as ficções" foi incrível. E passa uma mensagem também sobre gratidão, lealdade e sacrifício do "eu" por um bem maior. É emocionante. Eu me senti um idiota por me emocionar com a despedida e o reencontro do Grace e Rocky kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Mas fazer o quê, meia hora de conversa entre Rocky e Grace, já fez com que nós criássemos uma conexão. Filme excelente. Merecia a continuação para ver o Grace voltando a terra e encontrando todos velhos. Isso seria insano demais.
Gustavo Barbosa
Gustavo Barbosa

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2026
Perfeito mesmo o final não sendo o mas feliz de todos e perfeito, achei incrível ele no final agora viver no planeta do Alien mesmo os aliens já podendo conseguir mandar ele de volta pra casa
samukagoes
samukagoes

13 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 30 de junho de 2026
**Devoradores de Estrelas: quando a obsessão por parecer inteligente sufoca a própria história**

Há filmes de ficção científica que desafiam o espectador por meio de ideias complexas. Outros o desafiam pela paciência. *Devoradores de Estrelas* pertence, infelizmente, ao segundo grupo.

O maior problema da obra não está em sua ambição. Ambição é uma virtude quando acompanhada de disciplina narrativa. O problema é que o filme parece acreditar que qualquer conceito científico, por mais esticado que seja, automaticamente se transforma em profundidade. Não é verdade. O resultado é uma narrativa lenta, excessivamente autoconsciente e convencida de sua própria genialidade.

O roteiro avança aos tropeços. Em vez de construir tensão dramática, prefere interromper constantemente o fluxo da história para explicar conceitos, repetir informações ou fazer comentários espirituosos. Tudo precisa virar uma piada. Tudo precisa receber uma tirada irônica. É como se os roteiristas tivessem medo de permitir que uma cena permanecesse séria por mais de dois minutos.

Esse humor incessante mina completamente o peso dramático. Quando finalmente surge uma situação de risco, uma revelação importante ou um momento de emoção, logo aparece uma piadinha para quebrar a atmosfera. A consequência é devastadora: o espectador deixa de sentir qualquer urgência. O filme não confia na própria dramaticidade e, por isso, vive sabotando suas melhores oportunidades.

Essa dependência do humor lembra uma tendência cada vez mais comum no cinema contemporâneo, especialmente em grandes produções: personagens incapazes de permanecer em silêncio ou simplesmente reagir como seres humanos diante do extraordinário. Todos precisam soar engraçados o tempo inteiro. Todos precisam ser sarcásticos. Depois de algum tempo, essa fórmula deixa de ser divertida e se torna cansativa.

Outro problema evidente é o ritmo. O filme demora excessivamente para chegar a qualquer ponto significativo. Há longos trechos em que praticamente nada acontece além de explicações, experimentos e diálogos repetitivos. A sensação é de estar lendo notas de rodapé intermináveis em vez de acompanhar uma aventura espacial.

Pior ainda é a maneira como a obra alterna entre um discurso científico pretensamente sofisticado e momentos quase infantis. Certas interações parecem saídas de uma animação para crianças, enquanto outras tentam discutir temas existenciais profundos. Essa oscilação tonal impede que o filme encontre uma identidade consistente.

Os momentos considerados emocionantes frequentemente apostam em uma ingenuidade quase pueril. A construção das relações afetivas simplifica conflitos complexos em soluções excessivamente fáceis, como se bastasse boa vontade e amizade para resolver dilemas que deveriam carregar enorme densidade psicológica. Em vez de emocionar, essas passagens frequentemente soam artificiais.

Há também uma sensação constante de que o filme quer ser lembrado como um grande clássico da ficção científica. Faz questão de exibir conceitos científicos, de multiplicar explicações, de enfatizar constantemente sua própria inteligência. Mas inteligência verdadeira não precisa anunciar a si mesma. Obras como *2001: Uma Odisseia no Espaço*, *Solaris* ou *A Chegada* confiam na força de suas imagens, de seus silêncios e de seus conflitos humanos. *Devoradores de Estrelas*, ao contrário, parece preocupado o tempo inteiro em convencer o público de que está assistindo a algo extraordinário.

O excesso de exposição torna a experiência ainda mais pesada. Em vez de permitir que o espectador descubra o universo aos poucos, o roteiro prefere explicar absolutamente tudo. Explica o que aconteceu. Explica por que aconteceu. Explica o que acontecerá em seguida. Explica novamente caso alguém não tenha entendido. É uma narrativa que parece desconfiar da inteligência do próprio público.

Visualmente, o filme possui qualidades, mas nem mesmo sua competência técnica consegue compensar a ausência de ritmo e de equilíbrio tonal. Grandes imagens não substituem personagens verdadeiramente complexos nem um roteiro capaz de sustentar sua própria ambição.

No fim, *Devoradores de Estrelas* representa um problema recorrente da ficção científica contemporânea: acredita que acumular conceitos científicos, humor constante e discursos grandiosos basta para produzir profundidade. Não basta. Sem economia narrativa, sem coragem para sustentar momentos dramáticos e sem confiança na inteligência do espectador, toda essa grandiosidade acaba parecendo apenas pretensão.

O resultado é um filme longo, irregular e frequentemente cansativo, que deseja desesperadamente ser brilhante, mas termina prisioneiro de suas próprias explicações, de seu humor compulsivo e de uma narrativa que demora muito mais do que deveria para dizer muito menos do que imagina.
Fabino
Fabino

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1,0
Enviada em 28 de junho de 2026
Se você está à procura de uma ficção científica madura, com o rigor e a imponência visual de clássicos como A Chegada ou Interestelar, passe longe de Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary). O que foi vendido como o grande sci-fi do ano nada mais é do que um emaranhado de conveniências de roteiro embrulhado em uma direção de arte com cara de estúdio limpo demais e efeitos digitais artificiais. Uma verdadeira obra amadora que subestima a inteligência do espectador.
Para quem analisa o cinema além do puro hype comercial, os problemas do filme são gritantes:
1. O "Fast-Food" Narrativo e o Roteiro Ilusório
A premissa inicial até desperta interesse ao apresentar o Astrófago como uma partícula biológica exótica que consome energia solar. Uma ideia bacana que, infelizmente, descamba rápido para o ridículo. O roteiro é sustentado pelo "Complexo de MacGyver": o protagonista, um professor de ensino fundamental, acorda amnésico e, em questão de minutos, resolve enigmas astrofísicos e biológicos complexos com tubos de ensaio e fitas métricas. Toda a ciência de ponta, que no mundo real exige supercomputadores, décadas de pesquisa e agências espaciais inteiras, aqui é tratada como um projeto de feira de ciências de colégio.
2. A Caricatura Alienígena e a "Vergonha Alheia" Linguística
O paralelo com A Chegada chega a ser humilhante para este filme. Enquanto na obra de Villeneuve a comunicação com os heptápodes exige meses de esforço metodológico e esbarra em barreiras cognitivas profundas, em Devoradores de Estrelas o abismo ontológico é resolvido como se o alienígena Rocky estivesse apenas aprendendo inglês no Duolingo. A criatura — que visualmente parece um boneco de videogame, uma aranha de pedra que emite sons de flauta — pensa exatamente como um humano de classe média. A barreira da linguagem vira um mero efeito sonoro para que a dupla possa bater papo e fazer piadas infantis enquanto conserta a nave na base da camaradagem.
3. Direção de Arte Sem Peso e Sem Textura
A ambientação da nave Hail Mary falha miseravelmente em transmitir a claustrofobia, o isolamento e a gravidade de uma missão da qual depende a sobrevivência da Terra. Tudo parece saído de um comercial de tecnologia: cenários excessivamente limpos, iluminação artificial e uma total falta de textura que quebra qualquer senso de realismo ou imersão. Não há o peso da física, não há o mistério do cosmos; há apenas a sensação incômoda de se estar olhando para um set de transição para computação gráfica de baixo orçamento.
4. A Banalização do Conhecimento
O ponto mais problemático do filme é o desserviço que presta à ciência real. Ao inventar soluções pseudo-científicas baratas (como o fictício "fio de Petrova") e fazer com que o "instinto" de um único homem supere o trabalho de agências estruturadas, o longa ridiculariza o método científico. O que deveria ser tratado com seriedade, respeito e um senso de maravilhamento diante do desconhecido se torna risível e ordinário.
Devoradores de Estrelas abre mão de qualquer responsabilidade intelectual para abraçar um melodrama pop mastigado para as massas. Se você valoriza seu tempo e busca um cinema que respeite o seu intelecto e a grandiosidade do universo, não cometa o erro de dar o play nessa porqueira.
Manoel Abel
Manoel Abel

1 seguidor 8 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de junho de 2026
spoiler:
Igor Aguiar
Igor Aguiar

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de junho de 2026
Devoradores de Estrelas é digno de ser considerado uma obra-prima da ficção científica. Assim como Interestelar, equilibra emoção e ciência, mas acredito que supera Interestelar no desenvolvimento dos personagens e no envolvimento emocional que cria com o espectador. Pode parecer lento para quem busca gratificação imediata, porém sua construção é extremamente cuidadosa. O que realmente importa aqui não é apenas o destino final, mas a jornada e a conexão que se forma com seus personagens ao longo do caminho.
Vinicius Monteiro
Vinicius Monteiro

4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de junho de 2026
Despertar no vazio absoluto, sem qualquer memória, e carregar nas costas a responsabilidade de impedir a extinção da humanidade. Esse cenário tinha tudo para ser o começo de mais um sci-fi genérico que esquecemos na semana seguinte, não é? Mas "Devoradores de Estrelas" tenta puxar o tapete debaixo dos nossos pés ao misturar a frieza do espaço com uma improvável história de amizade. O resultado é uma viagem que derrapa nalguns buracos negros narrativos, mas que definitivamente não vai deixar ninguém indiferente. Vamos dissecar o que realmente funciona e o que se perdeu na órbita desta superprodução.

Fazer um filme onde o protagonista passa boa parte do tempo sozinho a falar para o nada é um teste de fogo para qualquer ator. E Ryan Gosling passa com distinção. Ele entrega uma mistura quase perfeita de vulnerabilidade constante, inteligência afiada e aquele humor sarcástico muito próprio dele. Acompanhar a transição deste homem, de um simples professor assustado para o relutante salvador da humanidade, prende a nossa atenção. Gosling usa o olhar perdido e os pequenos tiques de nervosismo para nos mostrar o pânico que ele tenta disfarçar com piadas. A gente importa-se com a psique de Grace porque o medo dele é palpável. Ele não é um herói de ação treinado; é um sujeito comum a tentar não enlouquecer no meio do vazio cósmico.

Esse isolamento brutal da nave ganha contornos muito mais pesados quando o filme corta para as memórias de Grace. É aqui que entra o "Contraste Frio da Terra". Enquanto o ambiente espacial é sufocante e confinado, o nosso planeta, nas lembranças, é um cenário de desespero em câmara lenta. A Terra está a congelar. E para ilustrar isso, o guião acerta em cheio ao dar espaço a Sandra Hüller no papel de Eva Stratt, a líder da força-tarefa global. Hüller está arrepiante. Ela toma decisões políticas impiedosas, quase cruéis, atropelando leis e direitos humanos para tentar salvar a espécie. Essa frieza governamental justifica perfeitamente o desespero do protagonista. Nós percebemos que não há volta a dar: ou ele consegue, ou aquele planeta gelado e militarizado vai simplesmente deixar de existir.

Se a Terra traz a tensão humana, é a amizade interespécies que injeta vida real na narrativa. Quando o personagem Rocky entra em cena, o filme ganha outra dimensão. Ele não é o típico alienígena humanóide. É uma criatura eridiana, assemelhando-se a uma aranha gigante feita de minerais que respira amónia e vive no escuro. E, por incrível que pareça, ele rouba a cena por completo. A construção desta relação é um dos pontos altos do guião. Eles quebram barreiras gigantescas de linguagem e forma física. Começam com desconfiança, passam para o método científico e chegam a uma empatia profunda. É muito raro ver o cinema comercial tratar o "primeiro contacto" com tanta paciência. Não há tiros, não há invasão. Há dois seres assustados, de galáxias diferentes, a tentarem perceber como se podem ajudar mutuamente.

E por falar em tentar perceber, um dos tópicos mais discutidos pelos fãs do livro de Andy Weir é a quantidade absurda de ciência dura ("hard sci-fi") presente na obra. O filme não foge a isso. Grande parte da comunicação e da resolução de problemas entre Grace e Rocky dá-se através da matemática e da física. Eles desenham gráficos improvisados, constroem maquetes e testam teorias na prática. Para quem gosta de um bom enigma científico, ver estes dois a fazerem contas para não morrerem queimados ou sufocados é um deleite. A ciência aqui não é apenas um adereço de cenário; é o verdadeiro idioma que liga as duas espécies.

Mas é exatamente nesta tentativa de equilibrar a ciência séria e a tragédia iminente que surge o meu lado mais cético. O filme quer abraçar tudo ao mesmo tempo. Lord e Miller trazem aquele humor que lhes é tão característico, só que, num contexto de apocalipse global, a mistura por vezes azeda. Há momentos em que o perigo é imenso, a nave está a colapsar, e de repente Grace solta uma piada que parece tirada de uma sitcom de domingo à tarde. Isso quebra a imersão na hora.

E depois temos o extremo oposto. O filme carrega num otimismo e num melodrama tão fortes que esbarram na artificialidade. Algumas cenas finais são montadas de forma tão óbvia para nos fazer chorar, com a música lá no alto e olhares demorados, que o efeito acaba por ser inverso. Para os espectadores menos propensos a manipulações emocionais, esta doçura toda soa a sacarina. Tira a gravidade e o peso de uma missão que, na sua essência, deveria ser suja, traumatizante e suicida.

Se o tom derrapa, a componente estética agarra o volante com firmeza. Não há como apontar defeitos na direção visual. A cinematografia faz um trabalho brilhante ao contrapor a escuridão absoluta do universo com a paleta amarelada e funcional do interior da Hail Mary. Há uma sensação constante de claustrofobia térmica. Nós sentimos o calor dos motores e o frio do vidro.

E, felizmente, a equipa de design optou por um equilíbrio fantástico entre efeitos práticos e digitais. As texturas da engenharia de Rocky, a forma como a nave eridiana parece um relógio mineral gigante... tudo isto foge daquele CGI plástico, genérico e sem peso que costumamos ver nos blockbusters de verão. As coisas parecem ter massa, parecem pesadas.

E já que tocamos na fisicalidade da nave, é impossível ignorar o desenho de som. Como os eridianos comunicam através de tons musicais, a banda sonora não podia ser só aquele instrumental grandioso de fundo. A música é, literalmente, parte do diálogo. O filme utiliza sequências de acordes e vibrações que dialogam constantemente com os ruídos metálicos da nave. É um trabalho sonoro inteligente e imersivo. Muitas vezes, nós percebemos o que Rocky está a sentir — raiva, alegria, medo — apenas pela textura e pela frequência dos acordes que ele emite, sem precisarmos que o Gosling mastigue e traduza o sentimento a cada cinco minutos.

Voltando à comparação com o material original, a adaptação quis ser tão fiel ao detalhe científico de Weir que acabou por se esquecer do relógio. Este é o calcanhar de Aquiles do filme: o ritmo. Com mais de duas horas e meia, o segundo ato torna-se visivelmente arrastado. O guião passa tanto tempo em pequenos testes de laboratório a bordo da nave que a narrativa perde fôlego. Faltam sobressaltos e nuances reais no arco emocional a meio da jornada; aquele frio na barriga clássico de que algo irreparável pode acontecer acaba por anestesiar.

Pior ainda, a estrutura geral apoia-se num esqueleto bastante derivativo. Pondo de lado o brilhantismo da relação central, a espinha dorsal do enredo é um amontoado de tropos que já consumimos dezenas de vezes noutros filmes espaciais. Os sacrifícios de última hora, as falhas de motor, a corrida contra o tempo. O filme inova pouco nesses aspetos, preferindo apoiar-se em fórmulas testadas e aprovadas pelo género.

No fim de contas, "Devoradores de Estrelas" é uma experiência cinematográfica de altos e baixos muito evidentes. Acerta em cheio no apuro visual, no som brilhante e ao construir, com muita paciência, uma dupla carismática que nos faz torcer genuinamente por eles. O problema é quando tropeça feio num ritmo excessivamente longo e num melodrama que esvazia a crueza do fim do mundo. É uma obra que tem o coração no lugar certo — talvez até otimista demais para o seu próprio bem. Vale o seu tempo? Sem dúvida. Escolha o maior ecrã e o melhor sistema de som que conseguir, encare a viagem e tire as suas próprias conclusões. Vá apenas ciente de que não vai encontrar uma revolução narrativa do sci-fi, mas sim uma aventura reconfortante, humana e alienígena, que procura encontrar calor na parte mais fria do universo.
Guilherme Souza
Guilherme Souza

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de junho de 2026
com toda certeza, um dos melhores filmes da minha vida. Me emocionei, ri e chorei tudo em 2h30 de filme que passa voando.
Kalinka M
Kalinka M

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 5 de junho de 2026
A premissa científica não existe. Até aí tudo bem. Mas ele tem o ritmo de uma aventura infantil. O filme é basicamente sobre o afeto e compaixão entre o homem e o extraterrestre que mesmo sendo uma forma primitiva é tão compatível intelectual, emocional com o humano que só penso que é uma animação infantil. Tipo Stitch da Disney. Se tirar a relação de afeto dos dois o filme mesmo com seus efeitos não envolve. Não funcionou. Gostaria de ter lido livro antes para saber se a experiência é melhor.
Amanda Dias Cavalcante
Amanda Dias Cavalcante

1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 5 de junho de 2026
É um filme bonitinho, mas muito infantl (talvez esse seja o público alvo). Estilo sessão da tarde.
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