Como um grande amante de todo sci-fi que tem aliens, espaço, astronautas e naves espaciais, e também pelos comentários positivos da crítica, eu estava com enormes expectativas e esperava mais do filme. A premissa, a atuação de Gosling, a trilha sonora, a fotografia e os efeitos são muito bons, porém o filme apela demais com um humor meio forçado e infantil, o que, para mim, não combina com o gênero. Apesar de me fazer soltar umas risadas e até me emocionar um pouquinho, achei muito longo e com muitos furos de roteiro; por exemplo, spoiler: o cara é um professor que não sabe absolutamente nada sobre espaçonaves, e de repente está manipulando uma nave ultra tecnológica e navegando pelo espaço como se estivesse indo de casa para o mercado com uma bicicleta - inclusive ele próprio diz que não fazia a mínima ideia de como pilotar ou operar, os "chefões" dizem que ele terá tempo para aprender, mas do nada o sedam e o enfiam na nave à força, e de repente o cara acorda sem nem lembrar quem é, mas sabendo operar cada botão de uma nave que os humanos haviam acabado de criar. WTF? E como aliens tão desajeitados conseguiriam criar tecnologias tão avançadas e precisas como a nave deles? Enfim, como muitos disseram, parece mais um filme de sessão da tarde mesmo, mas até que vale dar uma assistida.
Ryan Gosling entrega demais nesse filme. Não é fácil sustentar praticamente o filme todo sozinho. Personagem Rocky também foi bem acertado, comovente e cativante. Roteiro interessante. Só achei que poderia ter sido um pouco menor.
Existe um tipo de ficção científica que divide o público de forma quase inevitável: aquela que troca explosões por ideias, ação por contemplação, e respostas rápidas por perguntas existenciais. Devoradores de Estrelas entra exatamente nesse território — e, dependendo do olhar, pode soar como genial… ou profundamente frustrante.
Principais atores e personagens Ryan Gosling — Ryland Grace Rocky — criatura extraterrestre
Gêneros: Ficção Científica | Drama | Aventura
Estória
Ryland Grace não é um herói típico. Professor, não astronauta, ele é lançado ao espaço em uma missão desesperada: descobrir por que o Sol está morrendo — e como salvar a Terra.
Sozinho, sem memória completa de como chegou ali, ele vaga pelo vazio até encontrar algo inesperado: outra inteligência.
Rocky, um alienígena de aparência estranha e lógica completamente diferente, se torna seu único ponto de conexão em meio ao isolamento absoluto.
E o que começa como sobrevivência… se transforma em algo raro no cinema sci-fi moderno: uma amizade construída no silêncio do universo.
Mas quando a missão entra em colapso, escolhas precisam ser feitas — salvar a própria espécie… ou honrar um vínculo que transcende qualquer fronteira.
Análise crítica
Ryan Gosling segura o filme praticamente sozinho — e isso é, ao mesmo tempo, mérito e limitação. Sua atuação é contida, introspectiva, mas em muitos momentos o ritmo do filme depende demais dessa introspecção.
E aqui entra o ponto central da sua crítica — e faz sentido:
O filme aposta em uma narrativa contemplativa, quase filosófica, no estilo de 2001: Uma Odisseia no Espaço ou Ad Astra — obras que privilegiam atmosfera e reflexão acima da ação.
Mas esse tipo de abordagem exige um equilíbrio delicado.
Quando funciona, é profundo. Quando não… parece vazio.
A relação entre Ryland e Rocky é, sem dúvida, o coração do filme. A construção da comunicação entre espécies é interessante, até criativa. Mas para quem busca tensão, ritmo ou impacto narrativo, essa dinâmica pode soar arrastada — quase desconectada da urgência que a missão sugere.
Visualmente, o filme entrega um espaço bem construído, mas sem grandes momentos memoráveis. Falta aquele “impacto cinematográfico” que transforma cenas em lembranças.
⚖️ Reflexão final
Devoradores de Estrelas tenta ser sobre algo maior do que salvar o planeta.
É sobre solidão. Sobre conexão. Sobre o que realmente importa quando tudo ao redor deixa de existir.
Mas nem todo público está disposto a fazer essa viagem.
E isso não é um defeito do espectador… é uma escolha do filme.
Vale a pena assistir? Depende. Se você gosta de sci-fi mais reflexivo e lento, pode funcionar. Se espera ação, tensão e narrativa direta… a chance de frustração é alta.
Pra quem espera algo que te prende ao filme, uma história surpreendente, envolvente.. fuja desse filme, história muito mal feita, começa de uma maneira ok, meio do filme tedioso e final horrível. Pior filme que vi dos últimos tempos.
Filme fraquíssimo, uma total perda de tempo. Saí do cinema de mãos vazias, o filme não te entrega nada. Não serviu nem pra mostrar a beleza do espaço. Roteiro bem meia boca.
Ele tem o equilíbrio de tudo, com piadas, emoções, história e no final tem uma lição para quem conseguiu entender foi lindo. Chorei, ri e o filme me prendeu muito
Acho que só eu não gostei desse filme. Mas ele realmente é parado e até cansativo. Adoro a atuação de Ryan, mas senti que falta algo ali. A premissa é boa, mas o conjunto não agrada.
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