365 DNI
Média
1,8
775 notas

115 Críticas do usuário

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14 críticas
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Nelson J
Nelson J

51.035 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 3 de agosto de 2020
Comédia com final trágico. Muito artificial e tosco. O mafioso prova que dinheiro compra até amor sincero, mas o cara é parecido com o Stallone, mas ainda menos expressivo. Estória sobre mafioso que no momento que seu pai leva um tiro que também o acerta viu uma mulher ao longe e fica com a ideia fixa de ser o amor de sua vida. Para conquistá-la, a sequestra e a obriga a ficar com ele 365 dias e caso não o ame ficará livre. Muita tolice no meio.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 27 de junho de 2020
um chefe da máfia chamado Massimo (Michele Morrone), que tem uma experiência extrema, e vê a imagem de uma jovem mulher (Anna Maria Sieklucka) quando está próximo da morte. Anos depois, ele encontra uma mulher por acaso, a sequestra, e dá a ela 365 dias para se apaixonar por ele.

O filme para mim não passou de uma cópia de 50 tons de cinza trocando um milionário masoquista por um mafioso mas de resto praticamente é tudo igual fora que eu não sabia que é o primeiro de uma trilogia por isso que eu já estava xingando muito pelo final ridículo ⭐⭐
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de junho de 2020
Filme cópia de 50 tons de cinza, com quentes cenas de sexo e nada mais. Totalmente sem conteúdo, não vale perder tempo a não ser pela cenas calientes de sexo.
Jorge Eduardo M.
Jorge Eduardo M.

114 seguidores 368 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 26 de julho de 2020
Um filme q dá pra assistir, mas realmente o roteiro não é bom, a trilha sonora é fraca, e o final deixa muito a desejar.
anônimo
Um visitante
1,5
Enviada em 1 de julho de 2020
O filme definitivamente não é bom. Apesar de ter algumas qualidades técnicas boas. O roteiro e a edição são muito problemáticos, ele basicamente não se preocupar em apresentar algo minimamente consistente e linear, toda hora corta para outra cena em um contexto e lugar totalmente diferente, evitando assim ter que desenvolver decentemente os personagens e a história. As cenas sexuais são boas, mas a relação dos dois protagonistas é muito problemática e tem elementos tão problemáticos que simplesmente não dá para ignorar e analisar somente os aspectos técnicos como já fiz aqui , e o filme não mostra esse relação tão problemática entre os dois com um olhar de crítica, pelo contrário. Muita gente compara 365 dias com Cinquenta Tons, mas eu achei 365 DNI infinitamente pior e mais problemático. As atuações são bem mais ou menos, mas cumprem o papel no filme. No final o filme agrada boa parte do seu público alvo, mas para todo o resto do público,da crítica, e para mim, ele passou uma imagem bem ruim.
Rodrigo o que?
Rodrigo o que?

118 seguidores 211 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 27 de junho de 2020
Depois do terrível 50 tons de vergonha alheia
Achei que não veria filme pior
Mais infelizmente estava enganado...
O filme tem diálogos péssimos, romantizam relacionamento ultra abusivo e cenas de sexo péssimas
Já vi vários filmes pornográficos com enredo melhor
Cleibsom Carlos
Cleibsom Carlos

18 seguidores 225 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de junho de 2020
Uma verdadeira bomba!!!!!!!!É tanta afetação, pose e caras e bocas tão falsas quanto os orgasmos múltiplos dos filmes pornôs. É triste que um produto desse, claramente direcionado ao público feminino, trate este mesmo público como uma boneca inflável sem desejo próprio que existe apenas para satisfazer as vontades de seu macho alfa. Se 365 DIAS atinge tão forte o imaginário das mulheres, o movimento feminista está completamente equivocado e desconhece o que as próprias mulheres desejam, ou seja, um homem troglodita, muito rico porque ninguém é de ferro e ser pobre e ter de trabalhar é impensável, e que as puxem pelos cabelos! David Cardoso ao ver uma porcaria assim vai pensar, e com razão, que já fez diversos filmes melhores...
anônimo
Um visitante
0,5
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
O filme que, ao que parece, decidiu transformar as mais elementares normas do bom senso em pó, só para ver o que aconteceria se a hipocrisia e o absurdo se encontrassem de forma tão descarada. Se algum dia o mundo cinematográfico tivesse uma versão distorcida do sonho americano, 365 Dias seria sua essência destilada em três filmes. E, sim, você leu corretamente – uma trilogia! Uma monumental realização cinematográfica com um único propósito claro: um desfile de erotismo sem qualquer traço de substância, que poderia, com um pouco de sorte, ser confundido com um ensaio de como não desenvolver narrativa.

A história gira em torno de Laura, uma mulher que é sequestrada por um mafioso polonês chamado Massimo, que, claro, a "liberta" com a inusitada promessa de que ela tem 365 dias para se apaixonar por ele. Ou seja, temos o clássico cenário de uma relação baseada no "amor à força" (literalmente) e, em vez de abordar de maneira crítica questões de consentimento ou relacionamentos abusivos, o filme adota essa abordagem como se fosse a premissa de uma história romântica. Para aqueles que, como eu, ainda tentam encontrar algum tipo de lógica ou até mesmo um fio de sanidade nesse cenário, a resposta parece ser apenas um sorrisinho sarcástico e uma resignação amarga: “é isso mesmo, gente, é isso o que estamos fazendo agora”.

O enredo, ou melhor, o esboço de enredo que 365 Dias tenta oferecer, é uma caricatura da realidade, onde a profundidade emocional é substituída por cenas de sexo apelativas que mais parecem desfiles de pornografia de baixo orçamento do que qualquer outra coisa. As personagens, então, são simplesmente uma piada. Laura é basicamente uma mulher em coma existencial, cuja única função é responder aos caprichos de Massimo. E Massimo... Bem, Massimo é a encarnação de todas as ideias erradas sobre o que significa ser um “homem misterioso e dominante”. Ele é apenas um mafioso estereotipado, de intenções questionáveis, que se comporta como se estivesse em um romance de cordel, mas com muito mais dinheiro e muito menos respeito pelo público.

Agora, para aqueles que estão se perguntando, "mas a parte boa é que é erótico, não é?", sim, eu posso confirmar: o filme tem cenas de sexo. Muitas. E a quantidade de cenas eróticas é de fato surpreendente, não porque são bem feitas, mas porque o próprio enredo se apoia nelas como se o mero ato de dois corpos se encontrando fosse o suficiente para justificar a construção de uma história. Mas não se enganem, essas cenas, longe de serem uma celebração do prazer humano, mais se assemelham a uma exibição de voyeurismo barato, em que tudo é reduzido a uma sequência interminável de corpos nus, rosnados e olhares intensos, com uma narrativa secundária que, se fosse um mero acidente, teria sido uma fatalidade para o filme.

E se você pensou que um único filme não seria suficiente para explorar esse emaranhado de desequilíbrio entre um pseudo-romance e o que basicamente é uma vitrine de fetiches sem contexto, prepare-se para a mais humilhante revelação de todas: 365 Dias ganhou uma trilogia. Uma obra de arte cinematográfica foi tão bem recebida que gerou mais duas sequências, como se o simples fato de manter os mesmos elementos básicos de um roteiro insuportável fosse suficiente para manter a audiência envolvida. A fórmula é tão simples quanto uma equação de dois termos: mais cenas de sexo, menos enredo. E quem diria que as mentes criativas por trás dessa “trilogia” acharam que a adição de mais duas partes ajudaria a vender a ideia de que isso é cinema.

Entretanto, há uma ironia fina por trás dessa sequência de eventos. A trilogia de 365 Dias revela, em sua essência, o mais puro distanciamento da arte cinematográfica. Aqueles que buscam um entretenimento que não exija nenhum tipo de reflexão ou compreensão do que está sendo projetado, encontram em 365 Dias a perfeita fuga para um tipo de prazer que exige o mínimo de esforço cognitivo. Uma produção vazia que, em sua tentativa de chocar e seduzir, acaba revelando sua mais profunda falência intelectual. Uma história de amor que não é apenas imprópria para qualquer pessoa com um senso básico de moralidade, mas é também uma enorme afronta ao conceito de narrativa. O filme não só falha ao abordar um tema sensível como o abuso e o consentimento, como também transforma um terreno fértil para crítica social em um festival de superficialidade e desrespeito.

Enfim, a conclusão que podemos tirar de toda essa bagunça é clara: 365 Dias não é apenas um filme ruim – é um projeto cinematográfico que encarna a banalidade do entretenimento descompromissado, onde o roteiro é só um meio de sustentar cenas vazias e repetitivas, e os personagens, meros pretextos para a exibição de desejos estereotipados e sem substância. Em vez de nos proporcionar uma reflexão sobre relações abusivas e sobre o que realmente significa consentimento, 365 Dias oferece uma representação distorcida e extremamente perigosa de uma dinâmica humana complexa, enquanto se esconde atrás de cenas eróticas como uma muleta para uma trama que não vai a lugar algum.

Se você está procurando uma obra cinematográfica que desafie os limites do bom senso e ofenda seu intelecto de maneira eficaz, pode parar de procurar: 365 Dias é sua obra-prima. E, caso você ache que uma trilogia vai melhorar a experiência, pense novamente – ela apenas a prolonga, com a graça de um acidente de trem que, ao invés de terminar, insiste em fazer mais uma volta.
Hell C
Hell C

23 seguidores 143 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de junho de 2020
Simplesmente impactada com esse filme, comecei assistindo um pouco inflexível já com uma crítica formada devido a tudo que tem sido comentando sobre esse filme, e não entendi o porquê de tanta polêmica, filme maravilhoso, atores cativantes(literalmente kk), trilha sonora perfeita, história original e interessante, não acho justo as comparações com 50 tons de cinza, aqui é tudo mais intenso, explícito, e diria até "selvagem" em um bom sentido, vale a pena assistir antes de julgar, o final deixa um pouco a desejar, mas acredito que terá uma continuação, esse com certeza entrará pra minha lista de favoritos.
Thay
Thay

22 seguidores 125 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de julho de 2020
É um filme baseado em um livro, não muito convencional, a trama se remeto ao 50 tons de cinza.
Não curti o contexto do filme, porém a fotografia é linda e a tinha sonora também, as cenas de sexo são bem reais.
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