Média
2,6
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Esperava muito mais. O filme basicamente "tenta" ser uma comédia referenciando o filme de 1997. Os primeiros minutos, até chegarem no "Brazil" (que na verdade é na Austrália) é um tédio total. Quando desembarcam, o Selton Mello muito estereotipado, parecendo o Chicó de Auto da Compadecida. Aí temos uma portuguesa interpretando uma brasileira. Jack Black é engraçado, mas o roteiro não ajuda. Paul Rudd, não sei quem mentiu pra ele que ele é comediante.. até hoje não assisti nenhum filme que ele seja engraçado. Achei só duas cenas divertidas.. a do "mijo" e a do rato na boca. Legal rever personagens do primeiro filme, mesmo que por segundos.
Muito ruim. Como qualquer filme desse ator. A ideia é péssima. A estória é péssima. Tudo é ruim. Cara é muito ruim. Nem perca seu tempo.
Não perca seu tempo, pior filme que assisti esse ano. Totalmente sem pé nem cabeça
Isso não é um filme gente por favor que Decepção
Isso não é um filme gente por favor que Decepção
Divertidinho, mas sem elementos de medo e suspense.
Esse é um daqueles filmes com roteirista que usa baseado, poderia ter sido muito melhor.
A cobra é feia, e animação corrida pra economizar. Desperdício de dinheiro em um filme que não entrega nada.
Quer uma dica? Não desperdice seu tempo.
Esse é um daqueles filmes com roteirista que usa baseado, poderia ter sido muito melhor.
A cobra é feia, e animação corrida pra economizar. Desperdício de dinheiro em um filme que não entrega nada.
Quer uma dica? Não desperdice seu tempo.
Que filme meus amigos!!. Uma boa atuação com um bom humor e um plot-twiste maravilhoso. Paul Rudd arrasou de mais e Jack black, eu nuca vi um filme dele, então eu bem impressionada com ele. E o selton Mello, não preciso dizer nada né kkk. ELE DEU O MOLHO pro filme
Esse filme é tão ruim mais tão ruim que chega a ser engraçado, assistindo no cinema percebi o quão forçado era a dublagem, filme de 2025 com esse CGI horrível, essa filme é uma desgraça de ruim
Assisti o filme por causa do Selton Mello.
Mas no fim das contas até que dei boas gargalhadas. É isso..
Mas no fim das contas até que dei boas gargalhadas. É isso..
CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA: “ANACONDA” – UMA ODIOSA CONSTRUÇÃO DE FRACASSO ARTÍSTICO E DESRESPEITO AO PÚBLICO
Quando se fala em cinema de entretenimento, é natural esperarmos uma certa liberdade criativa, concessões ao absurdo e até mesmo um certo charme na mediocridade. No entanto, há um abismo entre um filme simplesmente “ruim” e uma obra que parece desprezar activamente os fundamentos da sétima arte, a inteligência do espectador e o investimento financeiro que a sustenta. “Anaconda”, a comédia lançada pela Sony Pictures, não é apenas um filme de quinta categoria: é um estudo de caso sobre como não se deve fazer cinema, um desfile de incompetências técnicas, narrativas e éticas que deixa o público não apenas entediado, mas genuinamente insultado.
A FOTOGRAFIA (OU A AUSÊNCIA DELA): UM DESLEIXO VISUAL INACREDITÁVEL
Desde os primeiros minutos, é evidente que o filme foi rodado com uma urgência e um desinteresse chocantes. As cenas parecem ter sido iluminadas com lâmpadas de escritório, sem qualquer preocupação com atmosfera, profundidade ou composição. Os planos são estáticos, monótonos, ou então agitados de forma amadora, sem justificativa narrativa. Não há uma única imagem que se fixe na memória, nenhum enquadramento que demonstre cuidado estético. A cor é lavada, o contraste inexistente, e a sensação é de se estar a assistir a uma filmagem de testes, ou pior, a um vídeo caseiro de férias em que alguém se esqueceu de tirar a tampa da lente. Num tempo em que produções de baixo orçamento conseguem, com criatividade, superar limitações financeiras, “Anaconda” opta por uma preguiça visual que beira o insulto. A Sony, um estúdio com recursos quase infinitos, assina um produto com qualidade técnica inferior a muitos canais do YouTube.
A NARRATIVA: UM AMONTADO DE NONSENSE SEM NEXO
Se a fotografia é um crime, o argumento é o cadáver do filme. A história – se é que se pode chamar assim – é uma sucessão de cenas desconexas, que parecem ter sido escritas em guardanapos durante um almoço e montadas ao acaso. Não há desenvolvimento lógico, nem construção de conflito, nem mesmo uma premissa minimamente interessante. As supostas “reviravoltas” são tão previsíveis quanto absurdas, e os momentos de comédia caem num vazio sonoro, pois não se baseiam em timing, personagens ou situações genuinamente engraçadas. A sensação é de que os roteiristas desistiram antes mesmo de começar, entregando um esqueleto de piadas clichês e situações copiadas de filmes melhores (mas já não excelentes). O resultado é uma experiência narrativa que não provoca riso, não gera tensão, não cria identificação — apenas um profundo tédio e perplexidade.
O DESPERDÍCIO E O DESRESPEITO AOS ATORES BRASILEIROS: UM CAPÍTULO À PARTE
Este é talvez o aspecto mais revoltante da produção. O filme recrutou actores brasileiros talentosos e com currículo respeitável, apenas para confiná-los a papéis completamente irrelevantes, estereotipados e, como o crítico notou, com um destino uniforme: a morte. Não há qualquer esforço para desenvolver estas personagens, dar-lhes motivações, arcos ou dignidade. São meros corpos descartáveis no enredo, figurantes com um pouco mais de falas. Essa decisão não é apenas má escrita; é sintomática de um olhar colonialista e preguiçoso, que vê o talento estrangeiro como adereço exótico e dispensável. É um uso cínico de nomes para atrair um público específico, sem a mínima intenção de lhes oferecer algo substantivo para fazer. A mensagem que fica é clara: os personagens brasileiros estão ali apenas para morrer e sair de cena, um desprezo que reflecte mal não só no filme, mas em todos os envolvidos na decisão.
A PRODUÇÃO: COMO A SONY PERMITIU ISSO?
Eis a questão que fica ecoando: como um estúdio do calibre da Sony Pictures deu luz verde a um projecto tão evidentemente malfeito? Onde estavam os produtores executivos? Onde estava o controle de qualidade? Onde estava o mínimo de bom senso? “Anaconda” não parece o resultado de um risco criativo que falhou; parece o resultado de um processo negligente, talvez movido por incentivos fiscais, obrigações contratuais ou pura e simples falta de fiscalização. Lançar um produto com este nível de acabamento é uma afronta ao mercado. A Sony, responsável por franquias bilionárias e obras aclamadas, mancha o seu catálogo com um filme que nem sequer atinge o patamar do “tão ruim que é bom”. É apenas ruim. Ponto.
A EXPERIÊNCIA DO ESPECTADOR: UMA PERDA DE TEMPO IRRECUPERÁVEL
Assistir a “Anaconda” é uma experiência activamente desagradável. Não há prazer irónico, não há momentos de diversão involuntária. Há apenas a constatação de que cada minuto que passa é um minuto da sua vida que não volta. O filme falha no seu propósito mais básico: entreter. Em vez disso, gera frustração, incredulidade e, por fim, uma raiva contida pela total falta de respeito com o tempo e a atenção do público.
VEREDICTO FINAL: UMA RECOMENDAÇÃO URGENTE DE FUGA
“Corram desse filme”, aconselha o crítico. E não poderia haver conselho mais sábio. “Anaconda” é um desastre em todos os níveis: técnico, narrativo, ético e comercial. É a prova viva de que o cinema, quando feito sem paixão, sem competência e sem respeito, pode se transformar num antigo filme. A Sony deve prestar contas por este fiasco, e o público deve votar com a sua carteira e o seu tempo, afastando-se activamente deste tipo de produto. Há demasiado conteúdo de qualidade no mundo — inclusive no género comédia — para se perderem 90 minutos com esta ofensa cinematográfica. “Anaconda” não é apenas um filme de quinta categoria; é um aviso sobre os perigos da indústria cultural quando abdica de seus padrões mais básicos. Fuja.
Quando se fala em cinema de entretenimento, é natural esperarmos uma certa liberdade criativa, concessões ao absurdo e até mesmo um certo charme na mediocridade. No entanto, há um abismo entre um filme simplesmente “ruim” e uma obra que parece desprezar activamente os fundamentos da sétima arte, a inteligência do espectador e o investimento financeiro que a sustenta. “Anaconda”, a comédia lançada pela Sony Pictures, não é apenas um filme de quinta categoria: é um estudo de caso sobre como não se deve fazer cinema, um desfile de incompetências técnicas, narrativas e éticas que deixa o público não apenas entediado, mas genuinamente insultado.
A FOTOGRAFIA (OU A AUSÊNCIA DELA): UM DESLEIXO VISUAL INACREDITÁVEL
Desde os primeiros minutos, é evidente que o filme foi rodado com uma urgência e um desinteresse chocantes. As cenas parecem ter sido iluminadas com lâmpadas de escritório, sem qualquer preocupação com atmosfera, profundidade ou composição. Os planos são estáticos, monótonos, ou então agitados de forma amadora, sem justificativa narrativa. Não há uma única imagem que se fixe na memória, nenhum enquadramento que demonstre cuidado estético. A cor é lavada, o contraste inexistente, e a sensação é de se estar a assistir a uma filmagem de testes, ou pior, a um vídeo caseiro de férias em que alguém se esqueceu de tirar a tampa da lente. Num tempo em que produções de baixo orçamento conseguem, com criatividade, superar limitações financeiras, “Anaconda” opta por uma preguiça visual que beira o insulto. A Sony, um estúdio com recursos quase infinitos, assina um produto com qualidade técnica inferior a muitos canais do YouTube.
A NARRATIVA: UM AMONTADO DE NONSENSE SEM NEXO
Se a fotografia é um crime, o argumento é o cadáver do filme. A história – se é que se pode chamar assim – é uma sucessão de cenas desconexas, que parecem ter sido escritas em guardanapos durante um almoço e montadas ao acaso. Não há desenvolvimento lógico, nem construção de conflito, nem mesmo uma premissa minimamente interessante. As supostas “reviravoltas” são tão previsíveis quanto absurdas, e os momentos de comédia caem num vazio sonoro, pois não se baseiam em timing, personagens ou situações genuinamente engraçadas. A sensação é de que os roteiristas desistiram antes mesmo de começar, entregando um esqueleto de piadas clichês e situações copiadas de filmes melhores (mas já não excelentes). O resultado é uma experiência narrativa que não provoca riso, não gera tensão, não cria identificação — apenas um profundo tédio e perplexidade.
O DESPERDÍCIO E O DESRESPEITO AOS ATORES BRASILEIROS: UM CAPÍTULO À PARTE
Este é talvez o aspecto mais revoltante da produção. O filme recrutou actores brasileiros talentosos e com currículo respeitável, apenas para confiná-los a papéis completamente irrelevantes, estereotipados e, como o crítico notou, com um destino uniforme: a morte. Não há qualquer esforço para desenvolver estas personagens, dar-lhes motivações, arcos ou dignidade. São meros corpos descartáveis no enredo, figurantes com um pouco mais de falas. Essa decisão não é apenas má escrita; é sintomática de um olhar colonialista e preguiçoso, que vê o talento estrangeiro como adereço exótico e dispensável. É um uso cínico de nomes para atrair um público específico, sem a mínima intenção de lhes oferecer algo substantivo para fazer. A mensagem que fica é clara: os personagens brasileiros estão ali apenas para morrer e sair de cena, um desprezo que reflecte mal não só no filme, mas em todos os envolvidos na decisão.
A PRODUÇÃO: COMO A SONY PERMITIU ISSO?
Eis a questão que fica ecoando: como um estúdio do calibre da Sony Pictures deu luz verde a um projecto tão evidentemente malfeito? Onde estavam os produtores executivos? Onde estava o controle de qualidade? Onde estava o mínimo de bom senso? “Anaconda” não parece o resultado de um risco criativo que falhou; parece o resultado de um processo negligente, talvez movido por incentivos fiscais, obrigações contratuais ou pura e simples falta de fiscalização. Lançar um produto com este nível de acabamento é uma afronta ao mercado. A Sony, responsável por franquias bilionárias e obras aclamadas, mancha o seu catálogo com um filme que nem sequer atinge o patamar do “tão ruim que é bom”. É apenas ruim. Ponto.
A EXPERIÊNCIA DO ESPECTADOR: UMA PERDA DE TEMPO IRRECUPERÁVEL
Assistir a “Anaconda” é uma experiência activamente desagradável. Não há prazer irónico, não há momentos de diversão involuntária. Há apenas a constatação de que cada minuto que passa é um minuto da sua vida que não volta. O filme falha no seu propósito mais básico: entreter. Em vez disso, gera frustração, incredulidade e, por fim, uma raiva contida pela total falta de respeito com o tempo e a atenção do público.
VEREDICTO FINAL: UMA RECOMENDAÇÃO URGENTE DE FUGA
“Corram desse filme”, aconselha o crítico. E não poderia haver conselho mais sábio. “Anaconda” é um desastre em todos os níveis: técnico, narrativo, ético e comercial. É a prova viva de que o cinema, quando feito sem paixão, sem competência e sem respeito, pode se transformar num antigo filme. A Sony deve prestar contas por este fiasco, e o público deve votar com a sua carteira e o seu tempo, afastando-se activamente deste tipo de produto. Há demasiado conteúdo de qualidade no mundo — inclusive no género comédia — para se perderem 90 minutos com esta ofensa cinematográfica. “Anaconda” não é apenas um filme de quinta categoria; é um aviso sobre os perigos da indústria cultural quando abdica de seus padrões mais básicos. Fuja.
Que filme ruim! Mesmo para uma comédia pastelão é totalmente sem pé nem cabeça. Só não perdí totalmente meu tempo porque a participação de Selton Melo foi muito boa. Mas no restante... Pelo amor de Deus!
Um filme bem interessante, que te tira várias risadas (pela minha experiência e de todos na sala de cinema que estava). É claro que você não deve esperar nada sério, já que é um filme de COMÉDIA e uma PARÓDIA de Anaconda. Aliás eu gostei muito da atuação do Selton Mello, particularmente, já que é um papel que ele sabe fazer muito bem. Enfim, um filme bom, de comédia, mas é pastelão, porém é um pastelão muito bom
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