Média
2,6
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O filme é legalzinho, mas por um momento durante o filme pensei, era melhor eu ter esperado sair e visto em casa, visto que minha cidade não tem cinema e precisa pegar 1 hora e 30 minutos de carro até a cidade vizinha mais proxima que possui cinema.
Não sei dizer, talvez pudesse ter sido um pouco mais terror, mas é um filme que eu diria para assistir antes de dormir.
Não sei dizer, talvez pudesse ter sido um pouco mais terror, mas é um filme que eu diria para assistir antes de dormir.
Cara porque míseras deram o nome de anaconda a este filme? Uma franquia tão maravilhosa se submeter a isto, juro que não entendo. Anaconda amo todos, uma das minhas franquias favoritas, agora este filme foi um taba na cara dos fãs de anaconda, não tem nada a ver! Uma comédia forçada sem graça alguma, sem suspense, sem terro, sem nada. Pelo amor de Deus. Fiquei tão ansioso pra nada
Péssimo! Mto cinematográfico caractado, essa mania de misturar o Brasil com México, Colômbia e Chile como se fosse tudo igual. Triste o Celton Melo ter se submetido a isso trazendo um personagem nordestino do Alto da Compadecida nada a ver com o local. Mostrar o Rio de Janeiro como ponto de referência e não o estado da Amazonas, Manaus e outros não tem na a ver. A cobra é mto ruim.... filme péssimo com otimos atores o que realmente foi um desperdício.
“Quando o sonho de infância vira pesadelo... e a cobra gigante é a menor das preocupações.”
Tom Gormican pega o clássico trash dos anos 90 (aquele com Jennifer Lopez, Ice Cube e uma cobra que parecia saída de um desfile de carnaval) e transforma em uma comédia meta sobre dois amigos quarentões em crise de meia-idade que decidem refazer o filme da vida deles na Amazônia. Jack Black é Doug, o videomaker de casamentos que ainda sonha com Hollywood, e Paul Rudd é Griff, o ator que nunca passou de figurante em série policial. Juntos, eles vão filmar “Anaconda ”... até que uma cobra de verdade aparece e transforma o set em um reality show de sobrevivência.
O primeiro ato é puro ouro cômico: Jack Black cantando versões improvisadas da música “Anaconda” (sim, aquela do Sir Mix-a-Lot, mas com letra sobre cobras), Paul Rudd fazendo cara de “eu sou charmoso até na selva”, e o elenco coadjuvante (Steve Zahn roubando cenas como o guia local preguiçoso, Thandiwe Newton como a produtora que quer matar todo mundo) dando o tom de caos controlado. Tem piadas sobre orçamento baixo, efeitos ruins e o ego dos cineastas amadores — tudo muito auto-consciente e divertido.
Mas aí o filme lembra que precisa ter ação e suspense, e aí... escorrega. A cobra gigante (CGI decente, mas nada revolucionário) aparece, as cenas de perseguição na selva duram o suficiente pra você conferir o relógio, e algumas reviravoltas parecem saídas de um roteiro que foi escrito em duas semanas. O PG-13 segura a mão no gore e no humor mais escrachado, o que deixa tudo um pouco mais leve do que poderia ser — tipo, a cobra come gente, mas sem sujar muito a tela.
Jack Black está no modo “Jack Black clássico”: energia alta, improvisos musicais, carisma infinito. Paul Rudd continua sendo o cara que todo mundo quer como amigo — eterno jovem, charmoso, e aqui com um timing cômico impecável. Juntos, eles carregam o filme nas costas (e em piggyback scenes hilárias). O resto do elenco ajuda, mas ninguém brilha tanto quanto a dupla principal.
No fim, é um entretenimento natalino decente: ri bastante no começo, torce o nariz em algumas partes do meio, e sai do cinema pensando “foi legal, mas podia ter sido mais selvagem”. Não é um clássico instantâneo, não é um desastre — é exatamente o que promete: uma homenagem debochada a um filme ruim que virou cult, com dois atores que a gente ama assistindo.
Recomendo pra quem curte comédias leves com pitadas de aventura, crises de meia-idade e cobras gigantes. Leve a pipoca e não espere Oscar — espere rir de nervoso quando a cobra decidir que o craft service acabou.
Nota final: 3/5 — suficiente pra valer o ingresso de feriado, mas não o suficiente pra virar tradição de Natal todo ano.
Tom Gormican pega o clássico trash dos anos 90 (aquele com Jennifer Lopez, Ice Cube e uma cobra que parecia saída de um desfile de carnaval) e transforma em uma comédia meta sobre dois amigos quarentões em crise de meia-idade que decidem refazer o filme da vida deles na Amazônia. Jack Black é Doug, o videomaker de casamentos que ainda sonha com Hollywood, e Paul Rudd é Griff, o ator que nunca passou de figurante em série policial. Juntos, eles vão filmar “Anaconda ”... até que uma cobra de verdade aparece e transforma o set em um reality show de sobrevivência.
O primeiro ato é puro ouro cômico: Jack Black cantando versões improvisadas da música “Anaconda” (sim, aquela do Sir Mix-a-Lot, mas com letra sobre cobras), Paul Rudd fazendo cara de “eu sou charmoso até na selva”, e o elenco coadjuvante (Steve Zahn roubando cenas como o guia local preguiçoso, Thandiwe Newton como a produtora que quer matar todo mundo) dando o tom de caos controlado. Tem piadas sobre orçamento baixo, efeitos ruins e o ego dos cineastas amadores — tudo muito auto-consciente e divertido.
Mas aí o filme lembra que precisa ter ação e suspense, e aí... escorrega. A cobra gigante (CGI decente, mas nada revolucionário) aparece, as cenas de perseguição na selva duram o suficiente pra você conferir o relógio, e algumas reviravoltas parecem saídas de um roteiro que foi escrito em duas semanas. O PG-13 segura a mão no gore e no humor mais escrachado, o que deixa tudo um pouco mais leve do que poderia ser — tipo, a cobra come gente, mas sem sujar muito a tela.
Jack Black está no modo “Jack Black clássico”: energia alta, improvisos musicais, carisma infinito. Paul Rudd continua sendo o cara que todo mundo quer como amigo — eterno jovem, charmoso, e aqui com um timing cômico impecável. Juntos, eles carregam o filme nas costas (e em piggyback scenes hilárias). O resto do elenco ajuda, mas ninguém brilha tanto quanto a dupla principal.
No fim, é um entretenimento natalino decente: ri bastante no começo, torce o nariz em algumas partes do meio, e sai do cinema pensando “foi legal, mas podia ter sido mais selvagem”. Não é um clássico instantâneo, não é um desastre — é exatamente o que promete: uma homenagem debochada a um filme ruim que virou cult, com dois atores que a gente ama assistindo.
Recomendo pra quem curte comédias leves com pitadas de aventura, crises de meia-idade e cobras gigantes. Leve a pipoca e não espere Oscar — espere rir de nervoso quando a cobra decidir que o craft service acabou.
Nota final: 3/5 — suficiente pra valer o ingresso de feriado, mas não o suficiente pra virar tradição de Natal todo ano.
O filme conseguiu ser pior do que o 3 e o 4 filme. Tá doido filme medíocre. Se querem fazer que faça direito por mais que seja comédia.
que porcaria, nao gostei..... nao tem historia, na deveria ser mencionado como anaconda 6, conseguiram estragar....
Filme legalzinha de comédia. Jack black é bom nisso. Atuação de Selton Melo uma porcaria. Mas vale a pena assistir
Amei, muito bom!
Dublagem perfeita!!!
De puro suspense virou uma comédia lkkkk
Os Atores escolhidos são maravilhosos!
Dublagem perfeita!!!
De puro suspense virou uma comédia lkkkk
Os Atores escolhidos são maravilhosos!
Realmente muito bom não tenho o que reclamar me diverti muito com o filme achei ótima a ideia sem mais delongas
Cena do Jack Black correndo com javali amarrado na cabeça vale o tempo perdido de mais um filme da Anaconda !
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