Não recomendado para menos de 14 anos
Em Pacifiction, em uma ilha da Polinésia Francesa, uma escritora retorna ao seu país depois de ter triunfado na França com um romance. No entanto, ela está desorientada e em crise criativa. Diante da impossibilidade de escrever novos trabalhos, ela decide aceitar um trabalho de tradução simultânea junto com um embaixador. Uma estranha atração amorosa começa entre eles, cheia de contrastes. Aos poucos ela percebe o cinismo da política internacional, com uma ameaça latente de novos testes nucleares por parte do governo francês. Seu caso de amor com o embaixador será afetado por esse conflito, e interesses políticos e romance se misturam.
Looke
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Muitos elogiarão o excelente ator, a bela fotografia ou a forma de abordar o colonialismo. Mas o que ficou para mim foi um filme tedioso, com personagens aleatórios -alguns bons, mas para que, exatamente? - em uma história mal arrumada, que esvaziou a força do tema. E, sim, a sinopse do Adoro está quase que 100% errada. Que viagem!
500 horas de gravações
De acordo com o diretor Albert Serra, foram gravadas cenas longas e improvisadas, utilizando 3 câmeras ao mesmo tempo. Por isso, a produção contou com, aproximadamente, 500 horas de filmagens.
Prêmios
Em 2023, o filme venceu os Prêmios César de Melhor Ator - para Benoît Magimel - e Melhor Fotografia.
Outros trabalhos do diretor
Além de Pacifiction, o diretor Albert Serra também é conhecido por seus trabalhos em A Morte de Luís XIV (2016), Liberté (2019) e Honra de Cavalaria (2006).
Nacionalidades
França,
Espanha,
Portugal,
Alemanha
Distribuidor
Fênix Filmes
Ano de produção
2022
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
3 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Francês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-