Sarah (Alison Brie) é uma mulher sonhadora e socialmente desajeitada. Apaixonada por artes e artesanato, cavalos e crimes sobrenaturais, ela percebe que seus sonhos estão cada vez mais lúcidos e passa a se perguntar o que seria realidade e o que seria ilusão.
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3,5
Bom
Entre Realidades
Vivendo ou repetindo?
por Barbara Demerov
Definir Entre Realidades em uma única palavra é uma tarefa difícil, mas é justamente isso o que torna este filme tão interessante. Este não é um daqueles casos em que a falta de completo entendimento transforma a experiência cinematográfica numa grande incógnita; afinal, a atuação de Alison Brie como a jovem Sarah é uma mistura de narradora não confiável com uma protagonista extremamente cativante e vívida, que nos transporta para seu mundo particular sem delongas. E também sem muitas explicações.O roteiro co-escrito pela própria Brie e o diretor, Jeff Baena, viaja por entre diversos gêneros (comédia dramática, romance e até ficção-científica) para, só então, adentrar no gênero drama de uma forma tão sutil quanto profunda. Sutil porque a personagem, até o terceiro ato do filme, mostra ao espectador apenas o que deseja que ele veja; e profunda porque, na parte final, tudo é exposto sem de
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2:07

ENTRE REALIDADES trata da esquizofrenia pela visão de uma esquizofrênica, sendo assim eu não entendo como algumas pessoas reclamam da "falta de coerência" do filme...Afinal, que coerência há nas atitudes de uma pessoa esquizofrênica? O filme incomoda justamente por escancarar o que essa doença causa na mente das pessoas, jogando quem o está assistindo dentro da espiral de ausência de razão e falta de sentido da protagonista.
Primeira vez assistindo ao filme, eu me vinculei bastante em um pereíodo em que tive picos de esquizofrenia, onde tudo o que passava na minha cabeça era tão real, a parte da abdução, achava que seria abdusida por ter gum tipo de conhecimento elevado(que no caso pra mim fazia sentido por tudo ser real, tudo o que imaginava) não era o lugar em que eu estava que me fazia ficar bem lero lero mas sim a minha mente, que levava junto para onde ia, ...
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Delicado estudo sobre a loucura. O filme não fala apenas sobre alguém perdendo o controle de sua mente. Ele próprio se fragmenta para isso. Eu achei bom. Simples e poderoso
O filme inicia nos apresentando o modo como a sociedade percebe a personagem principal, Sarah: tímida, introspectiva, que trabalha normalmente, é bem articulada nas palavras com os seus clientes em uma loja de tecidos.
De leve, o filme mostra pequenas facetas pessoais da Sarah, que nos revela a presença problemas psicológicos da personagem; neste momento, o filme é visto pela perspectiva de quem é próximo a ela (observados, por exemplo, ...
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Nacionalidade
EUA
Distribuidor
-
Ano de produção
2020
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
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Número Visa
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