O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface: Críticas - Página 2
O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface
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Jackson A L
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1,5
Enviada em 5 de março de 2022
Filme ruim com as cenas mais absurdas possíveis, alguns são quase imortais. Personagens fraquíssimos. Com exceção de Leatherface, que não brinca em serviço, todo o restante é descartável.
spoiler: - A velha 50 anos esperando pra dar um tiro no Leatherface e ficou só olhando pra ele, esperou ele sair de casa caminhando numa boa;
- A cena da velha sendo erguida com a serra e sendo triturada por dentro, ainda assim ela não morreu kkkk
- A cena do massacre do ônibus, ninguém pensou em quebrar o vidro da janela, mas fizeram uma cena tosca ensaiada de todos colocando a palma da mão no vidro. Nem ao menos pensaram em abrir a janela, já que era ônibus antigo.
- Na cena do carro de policia e dos girassóis, o carro deve ter vindo voando ali, pois atrás não aparece o corredor desmatado em que o carro passou, somente a noite, quando a velha vai fuçar lá.
É tão ruim ao ponto de não assitir por completo. No início, dão muita ênfase em um personagem, que morre assim que começa às cenas de ação. Os "protagonistas" não tem carisma. Tentaram ali imitar o último filme do Halloween, porém, com decisões mais burras de personagens que querem, de certa forma, tirar satisfação de algo onde não tem um caminho definido. Ruim ruim ruim! Mais do mesmo, infelizmente!
O filme é horrível. É vergonhoso ver o que estão fazendo com franquias tão boas. Nem vale a pena tecer um crítica aqui sobre o filme. Nada se salva. Conseguiu ser muito pior do que o Halloween Kills (que já é ruim).
The Texas Chain Saw Massacre (1974) é um verdadeiro clássico cult do terror. Um filme tecnicamente simples, mas perturbador, dirigido com tamanha elegância por Tobe Hooper e tão bem sucedido que faz uma enxurrada de torture porn medíocre ala filmes do Eli Roth só sonhar em conquistar tal feito, e tudo isso sem recorrer a violência exagerada – muito mais por um certo apelo comercial da produção, do que por qualquer decisão artística ou direcional –
The Texas Chainsaw Massacre (2003) é um remake muitas vezes esquecível, mas também é divertido o suficiente para entreter, claro, muito mais por parte das expectativas deixadas pelas sequências predecessoras, mas dar pra relevar. No mínimo, o filme consegue mergulhar em sua própria misancene, além de contar com o belo corpo de Jessica Biel e ter aberto a porta para todo uma onda de remakes semelhantes.
Agora, The Texas Chainsaw Massacre (2022) se define como completamente perdido. É um filme que não sabe o que quer ser, diz ser sequência direta do original, mas pouco tem haver tanto estética quanto narrativamente, o pouco que é trazido de volta aqui é inteiramente descaracterizado e muito mais desrespeita do que homenagea, e o pior de tudo, consegue trazer aquilo que é talvez seja o pior retorno de personagem em uma franquia de terror, nesta tentativa cachorra de replicar a mesma fórmula que havia sido realizada no revival do Halloween de David Gordon Green, e o filme só consegue entrar num meio-termo esquizofrênico entre curta-metragem e longa-metragem.
A maior coisa que salva o filme da mediocridade são suas cenas de gore e mutilação, que aí sim, são muito bem feitas, mas até isso se perde quando nos é apresentado as personagens, que conseguem ser tão antipáticos que só faz com que eu torça logo para que todos sejam massacrados de uma vez. Por fim, como se o filme já não fosse ruim o suficiente, ele ainda teve a coragem de encerrar com uma recriação meia-boca da sequência final do longa original – é, saudades daqueles tempos – Confuso, desinteressante e sem a menor razão de existir; Já passou da hora de Leatherface aposentar sua motosserra.
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