Média
4,4
705 notas
5
75 críticas
4
42 críticas
3
11 críticas
2
11 críticas
1
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Após quase 5 anos desde a última aventura do Homem Aranha vivido por Tom Holland, Um Novo Dia chega com uma nova direção, trazendo Destin Daniel (do maravilhoso Shang-Chi) a frente desse que é o melhor filme dos quatro lançados.
Sem dúvidas, o filme mais maduro já feito nessa franquia, trazendo também a melhor atuação de Tom, explorando o elenco talentoso com cenas que emocionam, e uma ação coesa que explora os poderes do Aranha, resgatando os acertos da direção de Raimi (as cenas do Peter se balançando entre os prédios faziam falta nesta versão), e desta vez, deixando o destaque realmente para o personagem título, mesmo que as surpresas já anunciadas e não anunciadas também sejam um deleite no longa. Vale muito a pena.
Sem dúvidas, o filme mais maduro já feito nessa franquia, trazendo também a melhor atuação de Tom, explorando o elenco talentoso com cenas que emocionam, e uma ação coesa que explora os poderes do Aranha, resgatando os acertos da direção de Raimi (as cenas do Peter se balançando entre os prédios faziam falta nesta versão), e desta vez, deixando o destaque realmente para o personagem título, mesmo que as surpresas já anunciadas e não anunciadas também sejam um deleite no longa. Vale muito a pena.
No filme anterior Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (3º com Tom Holland), Doutor Estranho usa um feitiço para todos esquecerem quem é Peter Parker, não só a identidade secreta do aracnídeo. Inclusive afetando os amigos Ned e Mary Jane. Em Homem-Aranha: Um Novo Dia, o diretor Destin Daniel Cretton, saiu do estúdio tela verde e foi filmar na Escócia uma Nova Iorque mais sombria (chuvosa à noite) que lembra Gotham City do Batman. Este novo começo onde o próprio personagem está mais maduro, isolado e realista. Os três filmes anteriores parece feito para adolescentes e esse para adultos. A luta contra os ninjas de vermelho é show e o sufoco que passou na luta contra o Hulk.
Filme muito cansativo. Mais do mesmo.
Que baita filme... Espetacular homem-aranha, sem mais... história boa, pesada, com conexões, humor no tom, drama, ação... que filme.
o homem aranha um novo dia, e incrível tem uma cena que tem uma nova personagem esse filme e incrível, vc tem que assistir.
Esperava muito mais. Filme fraco. Muito mela mela. Vilã JEAN GREY chatissimo tudo.
Espero que os próximos melhores pq esse foi uma decepção.
Espero que os próximos melhores pq esse foi uma decepção.
Oque dizer desse personagem tão icônico, não é ? Nunca teve filme ruim , 5 anos de espera , depois da magnífica obra de 2021 . Esse infelizmente não vi no cinema ( cidade pequena é foda! ) . Esse filme que conseguimos ver como Tom Holland combinou e muito com o papel , de pior homem aranha , agora no coração dos fãs. Esse junto com sem volta pra casa são os melhores do Tom . Mas tem um sentimento de solidão que vc sente , antes ele tinha tudo , agora não tem nada . 10/10
um bom entretenimento com muita ação e bons efeitos especiais com um roteiro um poco falho,poderia ter sido melho elaborado más não deixar de ser um bom filme,uma nota 7.
Bom.
Nenhuma obra prima, mas valeu . Minha sorte que não vi no cinema ,ou teria me decepcionado. Achei arrastado e fraco em relação aos outros. Mas um bom filme.
Nenhuma obra prima, mas valeu . Minha sorte que não vi no cinema ,ou teria me decepcionado. Achei arrastado e fraco em relação aos outros. Mas um bom filme.
Levei o meu filho ao cinema no Dia dos Pais. Ele chorou emocionado do começo ao fim. Eu me desmanchei no final. Quando as luzes acenderam, fiquei com a sensação de que tínhamos visto uma história muito menos sobre superpoderes do que sobre uma coisa que quase todos nós fazemos: desaparecer de nós mesmos enquanto tentamos dar conta de tudo.
Lembro que meu olhar aqui não é o da crítica técnica de cinema ou sobre atuações. Eu olho o que há de humano por trás da história.
Passei meses acompanhando a discussão sobre quem seria o vilão. Saí convencido de que não era nenhum dos apostados. O verdadeiro vilão é não se conhecer. E não se deixar conhecer.
No filme anterior, Peter apagou a memória que os outros tinham dele. Aqui ele começa a apagar a memória que tem de si mesmo. É o mesmo gesto, agora virado para dentro.
Diante de uma parte de si que não entende, Peter podia tentar se conhecer. Faz o contrário: constrói um aparelho para silenciá-la. Funciona. E quase o mata. Porque apagar não é a mesma coisa que dominar. Quem apaga uma parte de si não fica mais leve. Fica menor, e desarmado.
Tem uma pergunta de Bruce Banner no meio do filme que não é sobre aranha nenhuma. É sobre a raiva que a gente aprendeu a chamar de defeito, a sensibilidade que o menino aprendeu a desligar, o luto que a gente adia porque tem reunião às nove. Quantas partes suas você inibe achando que está sendo responsável?
Tem franquia demais em cena, e isso cobra um preço dramático. Mas a pergunta que sobra é maior que o filme.
Na análise completa eu puxo os outros fios dessa teia. A telepata que entra na cabeça de todo mundo, menos na dele. O homem que segura a máscara por alguns minutos. A frase improvisada que virou a estrela guia do filme. E a palavra responsabilidade, que a gente vem traduzindo errado há décadas. Ali também conto por que este filme me fez perceber um erro numa frase que eu carregava havia nove anos.
Até o Homem-Aranha, quando corta todas as teias, cai.
A análise completa você encontra no site Humanidade Retratada.
Lembro que meu olhar aqui não é o da crítica técnica de cinema ou sobre atuações. Eu olho o que há de humano por trás da história.
Passei meses acompanhando a discussão sobre quem seria o vilão. Saí convencido de que não era nenhum dos apostados. O verdadeiro vilão é não se conhecer. E não se deixar conhecer.
No filme anterior, Peter apagou a memória que os outros tinham dele. Aqui ele começa a apagar a memória que tem de si mesmo. É o mesmo gesto, agora virado para dentro.
Diante de uma parte de si que não entende, Peter podia tentar se conhecer. Faz o contrário: constrói um aparelho para silenciá-la. Funciona. E quase o mata. Porque apagar não é a mesma coisa que dominar. Quem apaga uma parte de si não fica mais leve. Fica menor, e desarmado.
Tem uma pergunta de Bruce Banner no meio do filme que não é sobre aranha nenhuma. É sobre a raiva que a gente aprendeu a chamar de defeito, a sensibilidade que o menino aprendeu a desligar, o luto que a gente adia porque tem reunião às nove. Quantas partes suas você inibe achando que está sendo responsável?
Tem franquia demais em cena, e isso cobra um preço dramático. Mas a pergunta que sobra é maior que o filme.
Na análise completa eu puxo os outros fios dessa teia. A telepata que entra na cabeça de todo mundo, menos na dele. O homem que segura a máscara por alguns minutos. A frase improvisada que virou a estrela guia do filme. E a palavra responsabilidade, que a gente vem traduzindo errado há décadas. Ali também conto por que este filme me fez perceber um erro numa frase que eu carregava havia nove anos.
Até o Homem-Aranha, quando corta todas as teias, cai.
A análise completa você encontra no site Humanidade Retratada.
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