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Breno Rocha
13 críticas
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3,5
Enviada em 22 de março de 2025
Ben Affleck e Ana de Armas é intrigante! Um filme de jogo psicologico utilizando provocações dentro de um relacionamento onde a mulher tem amantes e isso parece movimentar a relação deles. O filme baseia seu suspense com a morte destes amantes de forma misteriosa, dando a entender que é o marido que está matando eles. O que não diz de cara se realmente é isso.
Muito interessante mostra até aonde se vai quando se é obcecado por alguém filme direto ao ponto mas que peca na parte policial do crime mas o contexto principal é bem explicado, e mostra que um assasino, pode ser quem vc menos espera.
Achei a história sem pé e sem cabeça. No início achei que ele era broxa, aceitava ser corno e era inocente, mas ao longo da trama vemos que não e que eles são apaixonados. Será que de certa forma copiaram Instinto Selvagem? Só que ao invés dela matar, o marido quem mata,? Pois no final do filme ela parece aceitar os fatos, talvez seja por medo, já que está cercada de psicopatas (filha e pai).
Como a produtora teve coragem de ler o roteiro desse filme e achar que era uma boa ideia produzi-lo? Tirando a atuação perfeita dos dois atores principais e apenas isso, mas nada nesse filme presta. A história é chata e não empolga em nada, não cria tensão, não cria suspense. O final do filme é previsível e extremamente preguiçoso. Conclusao: Se você tiver tempo pra perder, perca vendo qualquer outra coisa menos pior que esse filme.
O filme relata sobre um relacionamento aberto, spoiler: conforme acordado pelo casal, mas sem abandonar a família; afim de evitar que um divórcio aconteça. Com diferença de idade considerável, a moça curte fazer coisas que seu marido já não curtia, e isso acaba por contribuir o desenvolvimento de um ciúmes doentio em relação à esposa. Tomado pelo ciúmes e sentimento de posse, o esposo mata todos os homens pelo qual a mulher se relaciona. O filme mostra que esse tipo de relacionamento é vergonhoso, pois quem está de fora não sabe o que ocorre entre o casal e ambos acabam se passando por "idiotas". O filme mostra que à vezes, embora não aturamos certos defeitos do cônjuge, não conseguimos viver sem a pessoa, a ponto de cometermos erros irreparáveis. O desfecho do filme é redículo, pois o espectador espera justiça em relação às vítimas do assassinato, mas isso não acontece, pois supõe-se que todos nessa estória são vítimas de uma situação moralmente vexatória, pois não existe pecado maior ou menor, todos estavam errados.
O filme é ótimo. No começo é confuso se ele aceita o que está vivendo ou não, mas Em menos da metade do filme você já sacou a situação, mas fica esperando pra ver cada coisinha que vai acontecer, porque até onde pode ir o ciúmes/amor por alguém? Mesmo que eles tenham seu combinado, ela parece estar quebrando ele de alguma forma ou saindo do controle e isso pra ele é complicado. O filme fica ainda melhor quando tem aquele que enxerga mais que os outros, a pessoa que chegou por último e não é tão amigo pra passar pano e fingir que não vê nada. O desdobrar é incrivel e vale a pena e no final fica aquela perguntinha : Por que ele ainda aceita e fica com ela? Por que ela aceita e fica com ele? Ela não tem medo? E a resposta é obvia. Ele fica porque a ama e ela fica porque ama o fato dele ama-la.
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