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Nelson Jr
25 seguidores
235 críticas
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3,5
Enviada em 15 de maio de 2025
O filme tem uma direção de arte incrível! Muito bem feita , ambientalização da época é fantástica, todo filmado em preto e branco. Elenco muito bom! Gary Oldaman sensacional! Amanda Seyfried também está muito bem! O Roteiro dele é um pouco confuso, quem assiste fica um tanto alienado, não entende o contexto do que acontece..,eu só comecei a entender o filme a partir do final, depois que parei e pesquisei a história do protagonista. Conta a história do Herman Mankiewics , roteirista do filme “Cidadão Kane”, tem que conhecer um pouco da história pra entender, o roteiro tem muitos diálogos , e acaba confundindo .., mas é um Bom filme!! Uma história interessante! ,onde existe um destaque a jornada de Herman e o glamour de Hollywood dos anos 20 e 30.
Anos 1930. Enquanto escreve o roteiro de Cidadão Kane, Herman J. Mankiewicz (Oldman) se torna persona non grata do chefe do estúdio para o qual então trabalha, Louis B. Mayer (Howard), para o qual o irmão mais jovem, Joe (Pelphrey) se encontra em franca ascensão.
mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2024/02/filme-do-dia-mank-2020-david-fincher.html
O Cinema está dominando pela indústria do streaming (graças a pandemia!?)
Mank, Os sete de Chicago, Destacamento Blood, são alguns dos que eu assisti, como parte de um exercício de resenha, para não ‘’perder a mão’’ na escrita. E podem ser assistidos no conforto de seu sofá. Melhor que isso impossível! A história narra a passagem do roteirista responsável pelo sucesso de Orson Welles em Cidadão Kane, e como que fez para mudar a forma de narrativa dentro do formato de roteiro de cinema.
Pode parecer ingenuidade de minha parta, mas é surpreendente saber da quantidade de roteiristas, que já se tinha em Hollywood dos anos 40. Quantos aspirantes a escritores se tinham a volta dos atores, produtores e chefões dos estúdios de cinema, que pelo que mostra no filme, eram verdadeiros magnatas dos negócios da sétima arte, ainda em ascensão na época.
As biografias do famoso diretor irão dizer melhor que eu o quanto Orson Welles era uma pessoa difícil. Ao longo do filme, ele pressiona Herman J Makiewiks (um Gary Oldman pouco preparado para o papel, com muito maniqueísmos demais pro meu gosto...) para entregar o roteiro original que lhe foi solicitado.
Mank não tem encanto, nem charme, apesar de ter uma belíssima fotografia, relembrando a sensação de se assistir filmes na década de 30 em uma Hollywood borbulhando a atrizes bonitas, milionários e elegância, e glamour. O filme perde seu tom. Aos trinta e poucos minutos você já se encontra cansado de tantos diálogos jogados, sem encaminhamento de narrativa. O timing do filme pede ENO. Sem a pastilha não se engole o que o roteirista Jack Fincher tentou conduzir. Perdeu o fio narrativo, o gato comeu o fio, brincando, não sobrou nada.
Fincher nasceu em Tulsa, frequentou escolas públicas e escreveu grandes resenhas e ensaios para o Readers Digest e Saturday Review. Por favor, volte a escrever para estes veículos, Hollywood não é seu lugar, fez o pobre Mank rolar em seu tumulo. Deixa o morto morrido, por favor!
Esperava que o filme fosse trazer mais uma revelação a Gary Oldman, depois de seu belo trabalho na pele de Winston Churchill.
É meu chapa, fica para a próxima, desta vez, infelizmente não rolou.
Gostei de Mank. As atuações são excelentes, o Gary Oldman dá um show. A fotografia é muito boa. Não é muito o meu "tipo de filme", então por isso adimito que ficou entediante de assisti em alguns momentos. Mas certamente é um longa de excelente qualidade no geral
O Cinema está dominando pela indústria do streaming (graças a pandemia!?)
Mank, Os sete de Chicago, Destacamento Blood, são alguns dos que eu assisti, como parte de um exercício de resenha, para não ‘’perder a mão’’ na escrita. E podem ser assistidos no conforto de seu sofá. Melhor que isso impossível! A história narra a passagem do roteirista responsável pelo sucesso de Orson Welles em Cidadão Kane, e como que fez para mudar a forma de narrativa dentro do formato de roteiro de cinema.
Pode parecer ingenuidade de minha parta, mas é surpreendente saber da quantidade de roteiristas, que já se tinha em Hollywood dos anos 40. Quantos aspirantes a escritores se tinham a volta dos atores, produtores e chefões dos estúdios de cinema, que pelo que mostra no filme, eram verdadeiros magnatas dos negócios da sétima arte, ainda em ascensão na época.
As biografias do famoso diretor irão dizer melhor que eu o quanto Orson Welles era uma pessoa difícil. Ao longo do filme, ele pressiona Herman J Makiewiks (um Gary Oldman pouco preparado para o papel, com muito maniqueísmos demais pro meu gosto...) para entregar o roteiro original que lhe foi solicitado.
Mank não tem encanto, nem charme, apesar de ter uma belíssima fotografia, relembrando a sensação de se assistir filmes na década de 30 em uma Hollywood borbulhando a atrizes bonitas, milionários e elegância, e glamour. O filme perde seu tom. Aos trinta e poucos minutos você já se encontra cansado de tantos diálogos jogados, sem encaminhamento de narrativa. O timing do filme pede ENO. Sem a pastilha não se engole o que o roteirista Jack Fincher tentou conduzir. Perdeu o fio narrativo, o gato comeu o fio, brincando, não sobrou nada.
Fincher nasceu em Tulsa, frequentou escolas públicas e escreveu grandes resenhas e ensaios para o Readers Digest e Saturday Review. Por favor, volte a escrever para estes veículos, Hollywood não é seu lugar, fez o pobre Mank rolar em seu tumulo. Deixa o morto morrido, por favor!
Esperava que o filme fosse trazer mais uma revelação a Gary Oldman, depois de seu belo trabalho na pele de Winston Churchill.
É meu chapa, fica para a próxima, desta vez, infelizmente não rolou.
Mank é daqueles filmes em que tudo é perfeito: fotografia impecável, trilha sonora, roteiro, figurino e atuações brilhantes para fazer de Mank uma obra prima da sétima arte. A indicação de Gary Oldman ao Oscar mais que merecida e uma história muito interessante. E ainda para ficar mais perfeito o filme é todo em branco e preto. IMPERDÍVEL ao cinéfilos de plantão.
O filme é muito cansativo e maçante. Totalmente voltado para a indústria do cinema. Quem não conhece o contexto Hollywoodiano da época fica totalmente perdido e não consegue acompanhar e entender o desenvolvimento da trama. Tenta inserir o momento político da época, mas não consegue fluir. E olha que particularmente gosto muito de filme, mas esse não consegui entender o motivo de ter sido tão aclamado. Ainda mais considerando que foram gastos 30 milhões de dólares.
Que filme chato! Dirigido por David Fincher o roteiro de Mank explora Hollywood dos anos 30 e 40 e tentam creditar a apenas Herman J. Mankiewicz o roteiro da obra prima Cidadão Kane. O filme é arrastado, tenta criar pontos de comédia irônica no meio de reuniões com fundo político que não funcionam, e por volta da metade do filme numa cena onde está havendo um discurso vemos um coadjuvante bocejar. É assim que o espectador desse filme Mank se sente. Filme ótimo para resolver problemas de insônia. Pretensioso, raso e com aquela produção típica para dizer qualidade Oscar. Sofrível!
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