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    Mank
    Média
    3,5
    120 notas
    Você assistiu Mank ?

    18 Críticas do usuário

    5
    1 crítica
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    Fábio R.
    Fábio R.

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    1,0
    Enviada em 19 de dezembro de 2020
    Olha, vou te dizer... Foi difícil assistir esse filme até o final.
    Extremamente maçante e monótono. Foi feito para agradar pessoas da própria indústria, fazendo o espectador ficar alienado.
    Não só os leigos, mas mesmo os mais cinéfilos, que não estiverem profundamente familiarizados com o contexto da trama, focarão "boiando".
    O filme tenta ser uma homenagem à Holywood dos anos 30 e 40, ao mesmo tempo que tenta ser uma trama política e um estudo de personagem, e acaba não convencendo em nenhum desses aspectos.
    As tentativas de criar ecos narrativos com o megaclássico "Cidadão Kane" também não funcionam. Não chega aos pés da obra de Orson Welles.
    Personagens muito mal-explorados. Carece de densidade emocional de seu protagonista, que apenas anda pra lá e pra cá fazendo comentários espirituosos e conversando com pessoas da indústria.
    Pra quem quiser ver um bom filme de bastidores de Hollywood, porém fictício, mas com direito à aparição de personalidades reais interpretando a si mesmas, recomendo "Crepúsculo dos Deuses", uma verdadeira obra-prima.
    Vitor Araujo
    Vitor Araujo

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    2,0
    Enviada em 20 de março de 2021
    Mank é um roteirista de Hollywood dos anos 40, que briga com seu alcoolismo, enquanto escreve o roteiro do aclamado filme Cidadão Kane. Relembra a época de ouro de Hollywood, em preto e branco, com todo o visual da época. Um filme bem lento, devagar, quase parando. Bastidores de como um filme era produzido. Um assunto muito específico, quem não entende sobre o assunto, ficará boiando o filme todo. Não achei uma história tão necessária de ser contada. Achei fraco.
    Fabricio Menezes
    Fabricio Menezes

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    2,5
    Enviada em 6 de dezembro de 2020
    Esperava mais. Os diálogos são confusos em vários momentos. Tem umas partes massantes e arrastadas tbm. Além do tempo de duração exagerado. Dava pra finalizá-lo com 2 horas, excluindo algumas cenas desnecessárias. Os pontos fortes são as atuações tanto do Gary Oldman quanto da Amanda Seyfried. Ele como de costume, é sensacional em tudo que faz. Um baita ator! E ela me surpreendeu. Deu sorte de pegar uma personagem ótima tb, mas mandou super bem. A direção do Fincher é outro fator que dispensa comentários. Dos lançamentos da Netflix esse ano que podem concorrer ao próximo Oscar, Mank foi o que menos me agradou até agora. Gostei muito mais de Os 7 de Chicago e Destacamento Blood.
    Iracema J
    Iracema J

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    1,5
    Enviada em 24 de abril de 2021
    Que filme chato! Dirigido por David Fincher o roteiro de Mank explora Hollywood dos anos 30 e 40 e tentam creditar a apenas Herman J. Mankiewicz o roteiro da obra prima Cidadão Kane. O filme é arrastado, tenta criar pontos de comédia irônica no meio de reuniões com fundo político que não funcionam, e por volta da metade do filme numa cena onde está havendo um discurso vemos um coadjuvante bocejar. É assim que o espectador desse filme Mank se sente. Filme ótimo para resolver problemas de insônia. Pretensioso, raso e com aquela produção típica para dizer qualidade Oscar. Sofrível!
    Kamila A.
    Kamila A.

    Seguir usuário 5.969 seguidores Ler as 723 críticas

    4,0
    Enviada em 6 de dezembro de 2020
    O título do filme "Mank", dirigido por David Fincher, faz referência à forma como o roteirista Herman J. Mankiewicz era conhecido entre os seus pares em Hollywood. Atualmente, ele é mais lembrado como o homem por trás do roteiro daquele que é considerado como o maior filme de todos os tempos, "Cidadão Kane", porém a verdade é que Mankiewicz foi um dos mais bem-sucedidos roteiristas de Hollywood, principalmente no final dos anos 20 e início dos anos 30.

    O filme captura um determinado momento de sua vida: aquele em que ele está escrevendo o roteiro de "Cidadão Kane". Na medida em que Mankiewicz (interpretado por Gary Oldman) redige a história do longa, Fincher nos coloca diante de flashbacks que nos mostram a inspiração por trás do roteiro que ele concebia - Mank foi testemunha ocular de uma época de ouro em Hollywood, em que os grandes estúdios imperavam, e do relacionamento de negócios que envolvia o magnata da comunicação William Randolph Hearst, que inspiraria a personagem Charles Foster Kane, e o magnata do cinema Louis B. Mayer.

    Aqui, é importante fazermos um adendo para falar um pouco sobre "Cidadão Kane". No filme, a história de Charles Foster Kane (interpretado pelo diretor Orson Welles) é relatada para a plateia quase como um obituário, por meio de entrevistas que um jornalista conduz com diversas pessoas que fizeram parte da vida do empresário, após o seu falecimento. Assim, percebemos que Kane nada mais era do que um homem solitário, que não conhecia a felicidade em sua plenitude e que buscava a adoração das pessoas pela sua posição de poder. O "Rosebud" ao qual o filme credita tanta importância nada mais era do que uma alusão ao único momento em que Kane verdadeiramente foi feliz, na sua infância.

    "Mank" nos oferece alguns paralelos com o filme dirigido e co-escrito por Orson Welles, pois também estamos diante do estudo de uma personagem. Aqui, o foco está todo voltado para Herman J. Mankiewicz, um roteirista generoso, leal aos amigos, que proporcionou oportunidades de trabalho para diversos amigos, porém, curiosamente, Mank ligava pouco ou dava pouco crédito ao que ele realizava. Por ter uma personalidade agradável, ele conseguia transitar bem pelos diversos campos de poder em Hollywood. O que o filme dirigido por David Fincher nos mostra é que o "Rosebud" de Mank é justamente o roteiro de "Cidadão Kane", em que ele tem consciência do valor do trabalho que ele tem em mãos e do que isso poderá representar para ele, para o bem e para o mal.

    Um longa totalmente fotografado em preto e branco, "Mank" tem a estética de um filme dos anos 40, parece saído da era de ouro de Hollywood, e representa muito bem a linhagem dos filmes que abordam casos de Hollywood. Em que pese todo o academicismo que a obra possui, com uma linguagem tradicional que foge da ousadia da maioria dos filmes dirigidos por David Fincher, é inegável que estamos diante de um grande filme, com uma parte técnica apurada, e uma história maiúscula - mesmo que anticlimática. “Mank” é um tributo a um filme definidor da forma como conhecemos hoje o cinema feito por um dos melhores diretores que temos em atividade.
    Crismika
    Crismika

    Seguir usuário 704 seguidores Ler as 487 críticas

    5,0
    Enviada em 28 de abril de 2021
    Mank é daqueles filmes em que tudo é perfeito: fotografia impecável, trilha sonora, roteiro, figurino e atuações brilhantes para fazer de Mank uma obra prima da sétima arte. A indicação de Gary Oldman ao Oscar mais que merecida e uma história muito interessante. E ainda para ficar mais perfeito o filme é todo em branco e preto. IMPERDÍVEL ao cinéfilos de plantão.
    Carlos P.
    Carlos P.

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    2,5
    Enviada em 18 de abril de 2021
    Filme interessante sobre os bastidores da criação do Cidadão Kane, um dos filmes mais populares de todos os tempos. É curioso saber a história por trás, saber sobre a Hollywood da época. Com certeza isso traz fascinação, principalmente para muitos críticos. No entanto, é difícil para mim, conseguir se interessar em cenários políticos locais da época ou em certas relações com as quais não encontro um vínculo importante com o produto final. Mas ainda assim, um bom filme. Eu diria que até é nostálgico para quem conhece a história de Hollywood.
    anônimo
    Um visitante
    3,5
    Enviada em 31 de julho de 2021
    Gostei de Mank. As atuações são excelentes,
    o Gary Oldman dá um show. A fotografia é muito boa. Não é muito o meu "tipo de filme", então por isso adimito que ficou entediante de assisti em alguns momentos. Mas certamente é um longa de excelente qualidade no geral
    Marcel Aoki
    Marcel Aoki

    Seguir usuário 11 seguidores Ler as 55 críticas

    4,0
    Enviada em 19 de maio de 2021
    Minha opinião:

    Eu não gosto muito de filmes preto e branco, a não ser que sejam filmes antigos.

    Aquele "Roma" da netflix, achei uma porcaria. Foi filmado em preto e branco para ser cult e tornou-se isso.

    Nesse caso, fui surpreendido.

    Primeiro que gosto muito do filme Cidadão Kane e não sabia que era o tal de "Mank".

    Passei a vida toda achando que o roteiro do clássico era de Orson Welles e era isso que ele queria.

    O personagem Mank é fascinante e a grande atuação de Gary Oldman ajuda bastante.

    Um forte concorrente ao oscar, Gary realiza o melhor trabalho da sua carreira.

    O roteiro é excelente.

    A edição ajuda muito e é essencial para que um filme preto e branco não fique cansativo.

    Nesse caso, acho compreensível ou aceitável ter sido filmado dessa forma.

    Recomendo esse e também que assistam "Cidadão Kane", o clássico que saiu da mente de Mank.

    Disponível na Netflix.

    meu blog - http://marcelaokicinema.blogspot.com/
    FelipeH314
    FelipeH314

    Seguir usuário 2 seguidores Ler as 9 críticas

    2,0
    Enviada em 31 de outubro de 2021
    Minha nota vai toda pra produção e atuações, que de fato se esforçam em trazer elementos e linguagem da época, alguns quadros de referência e a interpretação de Gary Oldman ótima como de costume, mais impressionante ainda é manter a qualidade com um texto tão desinteressante. Que roteiro fraco, chato e pretensioso. Ao contrário de Cidadão Kane que é complexo por ter muito o que contar, Mank parece ser propositalmente seletivo contando nada.
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