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"Capitão América: Admirável Mundo Novo", dirigido por Julius Onah, tenta recuperar a atmosfera de suspense político de "Capitão América: O Soldado Invernal", mas acaba entregando uma história bastante previsível e sem a mesma força. A trama parece ter passado por tantas mãos que falta uma direção mais clara para suas ideias, com diálogos excessivamente explicativos e situações que poderiam ser muito mais interessantes se fossem desenvolvidas com calma. Em vez de construir um suspense envolvente, o filme prefere explicar constantemente o que está acontecendo, tirando boa parte do espaço para que os acontecimentos tenham algum impacto. A quantidade de roteiristas envolvidos e as mudanças pelas quais a produção passou parecem refletir diretamente no resultado, que nunca encontra uma identidade muito própria.
Outro problema é a falta de coragem para explorar as questões políticas que envolvem a trajetória de Sam Wilson. A escolha de um homem negro para assumir o escudo do Capitão América carrega um potencial enorme, especialmente depois dos conflitos apresentados na série "Falcão e o Soldado Invernal", mas o filme acaba tratando tudo de maneira superficial. Esperava uma abordagem mais interessante sobre o peso desse símbolo, as contradições dos Estados Unidos e a posição de Sam diante de um governo que nem sempre representa aquilo que ele acredita. No entanto, essas possibilidades são deixadas de lado em favor de um conflito muito mais convencional. É frustrante perceber que uma história com tantas questões relevantes para discutir prefere não se aprofundar em quase nenhuma delas.
A montagem também deixa bastante evidente os problemas de produção. O ritmo é irregular, algumas transições parecem abruptas e determinados acontecimentos passam a impressão de que foram encaixados sem muita preocupação com a continuidade da narrativa. Isso prejudica principalmente os personagens secundários, que recebem pouco espaço para desenvolver suas motivações e relações com o conflito principal. O Líder, interpretado por Tim Blake Nelson, e Seth Voelker, vivido por Giancarlo Esposito, são exemplos claros desse desperdício. São figuras que poderiam trazer mais personalidade à história, mas acabam reduzidas a antagonistas pouco interessantes, com participações limitadas e motivações que não recebem o desenvolvimento necessário.
Felizmente, Anthony Mackie consegue sustentar boa parte do filme. Sua interpretação de Sam Wilson funciona justamente por apresentar um Capitão América diferente daquele que o público estava acostumado a acompanhar. Ele não possui o Super Soro nem as mesmas capacidades físicas de Steve Rogers, e isso torna seu heroísmo mais interessante, porque suas conquistas dependem muito mais de sua determinação, inteligência e capacidade de liderança. Harrison Ford também merece destaque como Thaddeus Ross. Sua presença traz mais força às cenas, equilibrando o carisma e o autoritarismo de um personagem que ganha bastante importância na trama. A dinâmica entre Ford e Mackie é um dos poucos elementos que realmente despertam interesse durante a narrativa.
"Capitão América: Admirável Mundo Novo" é uma produção que desperdiça uma oportunidade enorme de desenvolver Sam Wilson como protagonista de uma história realmente relevante. Anthony Mackie demonstra que tem presença e capacidade para carregar o personagem, enquanto Harrison Ford oferece alguns dos momentos mais interessantes do filme, mas os problemas do roteiro acabam falando mais alto. A tentativa de reproduzir o suspense político de outros capítulos da franquia não encontra a mesma inteligência, e a falta de profundidade dos conflitos torna tudo bastante esquecível. É difícil não sair com a sensação de que havia muito mais potencial nessa história do que aquilo que chegou às telas.
Outro problema é a falta de coragem para explorar as questões políticas que envolvem a trajetória de Sam Wilson. A escolha de um homem negro para assumir o escudo do Capitão América carrega um potencial enorme, especialmente depois dos conflitos apresentados na série "Falcão e o Soldado Invernal", mas o filme acaba tratando tudo de maneira superficial. Esperava uma abordagem mais interessante sobre o peso desse símbolo, as contradições dos Estados Unidos e a posição de Sam diante de um governo que nem sempre representa aquilo que ele acredita. No entanto, essas possibilidades são deixadas de lado em favor de um conflito muito mais convencional. É frustrante perceber que uma história com tantas questões relevantes para discutir prefere não se aprofundar em quase nenhuma delas.
A montagem também deixa bastante evidente os problemas de produção. O ritmo é irregular, algumas transições parecem abruptas e determinados acontecimentos passam a impressão de que foram encaixados sem muita preocupação com a continuidade da narrativa. Isso prejudica principalmente os personagens secundários, que recebem pouco espaço para desenvolver suas motivações e relações com o conflito principal. O Líder, interpretado por Tim Blake Nelson, e Seth Voelker, vivido por Giancarlo Esposito, são exemplos claros desse desperdício. São figuras que poderiam trazer mais personalidade à história, mas acabam reduzidas a antagonistas pouco interessantes, com participações limitadas e motivações que não recebem o desenvolvimento necessário.
Felizmente, Anthony Mackie consegue sustentar boa parte do filme. Sua interpretação de Sam Wilson funciona justamente por apresentar um Capitão América diferente daquele que o público estava acostumado a acompanhar. Ele não possui o Super Soro nem as mesmas capacidades físicas de Steve Rogers, e isso torna seu heroísmo mais interessante, porque suas conquistas dependem muito mais de sua determinação, inteligência e capacidade de liderança. Harrison Ford também merece destaque como Thaddeus Ross. Sua presença traz mais força às cenas, equilibrando o carisma e o autoritarismo de um personagem que ganha bastante importância na trama. A dinâmica entre Ford e Mackie é um dos poucos elementos que realmente despertam interesse durante a narrativa.
"Capitão América: Admirável Mundo Novo" é uma produção que desperdiça uma oportunidade enorme de desenvolver Sam Wilson como protagonista de uma história realmente relevante. Anthony Mackie demonstra que tem presença e capacidade para carregar o personagem, enquanto Harrison Ford oferece alguns dos momentos mais interessantes do filme, mas os problemas do roteiro acabam falando mais alto. A tentativa de reproduzir o suspense político de outros capítulos da franquia não encontra a mesma inteligência, e a falta de profundidade dos conflitos torna tudo bastante esquecível. É difícil não sair com a sensação de que havia muito mais potencial nessa história do que aquilo que chegou às telas.
Filme de sessão da tarde, elenco bom, historia ruim, gastaram todo o orçamento do cgi na luta final porque no restante do filme ta ruim. Filme ruinzinho
E se alguem puder me explicar como caralhos o capitão conseguiu tancar o hulk com um poste sem estar usando o soro. Filme pra colocar e dormir
E se alguem puder me explicar como caralhos o capitão conseguiu tancar o hulk com um poste sem estar usando o soro. Filme pra colocar e dormir
possui uma historia interessante, pois poucas cenas de ação durante o filme, que não é oq os expectadores esperam de um filme da marvel.
Horrível! Que coisa arrastada, o cara tem que tentar provar o tempo todo que é o capitão América. E que luta foi aquela, um filme inteiro, pra 10 minutos de luta. Decepcionante!!! Espero que a Marvel volte atrás, e traga o Steve Rogers de volta.
Disparado o pior filme que assisti no ano. Não tem nada de bom, roteiro, atuações, efeitos.. tudo é horrível. Teve até um Hulk vermelho que mais parecia o Hellboy. Péssimo!!
legal o filme até, bem, o começo e o final que foi o mais legal do filme por que o resto foi meio parado e muita falação, gráficos estão top demais e tomara que o próximo será melhor que esse
Com relação a história e aos outros filmes do capitão América claro que esse caiu de qualidade até nas lutas parece algo forçado e pior capitão trabalhando para o governo incondicionalmente.
O filme tem um roteiro fraco, com personagens extremamente problemáticos e um CGI porco. É uma história que não precisava ser contada, em um filme que foi feito apenas para preencher catálogo.
Sem sombras de dúvida, o mais fraco da MARVEL, ate mesmo Ms MARVEL ganhou em roteiro, trama, contexto e fechamento de filme.
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