Capitão América: Admirável Mundo Novo
Média
3,4
469 notas

75 Críticas do usuário

5
11 críticas
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8 críticas
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17 críticas
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Daniel G
Daniel G

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2025
Não levem em consideração qm fala woke ou lacracao. Até os maiores nerdolas dizem isso que nao tem. Filme é bom, não é o melhor da marvel mas também não é essa bomba que querem pintar e sabemos o pq
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 486 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 18 de fevereiro de 2025
Desde o anúncio de Capitão América 4, o filme já carregava uma série de incertezas e polêmicas. As comparações com a icônica interpretação de Chris Evans eram inevitáveis, mas as turbulências nos bastidores também ajudaram a aumentar as dúvidas sobre o projeto. Refilmagens extensas, mudanças significativas no roteiro, substituição de antagonistas e uma estratégia de marketing que destacou o Hulk Vermelho como peça central na trama, apenas para frustrar aqueles que esperavam vê-lo como grande vilão, contribuíram para uma recepção inicialmente negativa. A crítica não poupou ataques ao longa, classificando-o como um dos piores filmes do MCU. Mas seria Capitão América 4 realmente essa grande decepção? A verdade é que, embora esteja longe de ser uma catástrofe, o filme também não se esforça o suficiente para se destacar, resultando em um produto que, no fim das contas, se contenta em ser apenas funcional.

A Marvel continua sua tendência de contratar diretores menos conhecidos para comandar projetos cruciais dentro do MCU, e aqui não foi diferente com Julius Onah. O cineasta demonstra pouca margem de autoria, funcionando mais como uma peça dentro do controle criativo dos estúdios do que como alguém capaz de imprimir uma identidade própria à narrativa. Essa escolha parece intencional, já que Capitão América 4 tem a missão de estabelecer bases para o futuro do MCU e, em especial, preparar o terreno para Thunderbolts, o próximo grande evento cinematográfico da franquia. O resultado é um filme que prioriza conexões e pistas para o futuro, em detrimento de um desenvolvimento mais profundo de personagens e tramas.

O longa se esforça para consolidar Anthony Mackie como o novo Capitão América, buscando distanciar seu personagem de Steve Rogers. Isso fica evidente em diálogos que praticamente declaram ao público que os dois não são a mesma pessoa. Paralelamente, a introdução do Hulk Vermelho, interpretado pelo excelente Harrison Ford, parece ser a principal aposta do filme para gerar interesse. Ford, como esperado, brilha em cena e traz um carisma que eleva sua participação, sendo um dos pontos altos da narrativa. Sua presença, no entanto, muitas vezes acaba ofuscando Mackie, que, apesar do esforço, ainda não possui o mesmo peso dramático de seu antecessor.

O filme passa a sensação de ser dividido em duas partes bem distintas. No primeiro ato, há uma abordagem mais próxima de um thriller político, remetendo ao aclamado Capitão América: O Soldado Invernal. Com um tom mais investigativo, a trama envolve disputas internas dentro do governo, com o novo Capitão América entrando em conflito com o recém-empossado Presidente dos EUA. No entanto, essa atmosfera dá lugar a uma segunda metade repleta de ação frenética, com lutas aéreas e sequências visuais impressionantes. O problema é que a transição entre esses dois tons não é conduzida com a fluidez necessária, criando uma sensação abrupta de mudança de foco. Esse descompasso é um reflexo claro das refilmagens e alterações que o projeto sofreu ao longo do tempo.

Mesmo com seus problemas estruturais, Capitão América 4 ainda possui momentos de brilho. Algumas sequências de ação são bem coreografadas e criativas, ainda que o CGI, em certos momentos, deixe a desejar. Além disso, o longa amarra algumas pontas soltas do MCU, especialmente relacionadas ao filme O Incrível Hulk (2008), trazendo respostas sobre O Líder, as consequências da luta entre Hulk e Abominável e, finalmente, fazendo referências aos eventos de Eternos. Ainda assim, algumas dessas conexões soam artificiais e inseridas de forma apressada, sem grande impacto narrativo.

O grande problema do filme reside na abordagem atual da Marvel, que vem priorizando a construção de futuras histórias em detrimento do desenvolvimento individual de seus heróis. No passado, os filmes do MCU se dedicavam a aprofundar seus protagonistas, criando laços com o público enquanto avançavam a narrativa geral do universo compartilhado. Hoje, a estratégia parece ter se invertido: Capitão América 4, assim como outras produções recentes do estúdio, foca mais em preparar o terreno para eventos futuros do que em consolidar o novo Capitão América como um personagem independente e carismático.

Em resumo, Capitão América 4 se sustenta pelo carisma de Harrison Ford e Anthony Mackie, além de contar com boas cenas de ação que entregam o entretenimento esperado dentro do padrão Marvel. No entanto, para um filme que carrega o nome de Capitão América, a sensação é de que faltou ambição e desenvolvimento mais sólido para seu protagonista. No fim das contas, o longa se esforça muito para ser apenas “ok” e divertir dentro de uma margem segura, sem riscos ou grandes inovações. Isso pode ser suficiente para alguns, mas para outros, será apenas mais um filme esquecível dentro de um universo cinematográfico que já foi sinônimo de inovação e impacto.
William Gusmão
William Gusmão

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
O filme Capitão América: Admirável Mundo Novo chegou em um momento complicado do MCU (Universo Cinematográfico Marvel). Desde Vingadores: Guerra Infinita, o público tem aguardado uma produção à altura do filme que reuniu os maiores heróis do MCU, porém o que vemos em Capitão América: Admirável Mundo Novo é no mínimo decepcionante.

O roteiro do filme expõe claramente a intenção de fazer o público engolir que agora "o Sam Wilson é o Capitão América". Desde o trailer do filme, isso fica bem claro, e é cansativo e desconfortável você ser obrigado a "aceitar" esse novo Capitão América. O roteiro poderia ter possibilitado a ideia desse novo Capitão América ser aceito sem problemas, mas o roteiro foi feito de forma preguiçosa e sem desenvolvimento de ideias. O roteiro pega ideias prontas, mistura com atuações brilhantes e te entrega um filme que cansa, entretanto, o que salva o filme são as interpretações e os efeitos especiais (menos os efeitos da luta final).

Concluindo, por mais que os roteiristas tenham falhado, o filme entrega boas cenas de ação, excelentes atuações e participações de personagens importantes, a falha do roteiro foi não ter conseguido amarrar tudo isso e entregar um filme à altura da expectativa.
Mari s
Mari s

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2025
Não entendo prq as pessoas estão avaliando tão mal, é um filme mais adulto e sem muitas fantasias ou conversa fiada. Eu amei, tirando a nerfagem do Hulk vermelho eu achei incrível o filme, nota 9.5. maravilhoso!!
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Filme bem esquecivel, que ate tem algumas boas cenas de acão, mas nenhum personagem interessante, alem de que a luta fo hulk vermelho foi so pra fazer fã service de tão rapida que foi. E tambem tem o vilão que é fraquissimo
JOSE SILVA
JOSE SILVA

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
A lacrosfera do mimimi da esquerda criticando o filme por que não tem pegada política! É um filme neutro e não político, Bom demais! Filme de ação como tem que ser. Pura ação e só. Fiquei sabendo dos manifestantes militantes querendo boicotar o filme por que não fala mal do Trump! Kkkkk o filme já é sucesso no mundo todo! Milit0nt0s de esquerd@, vocês se f0deram. O mundo cag0u na cabeça de vocês !
Fran
Fran

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
Maravilhoso! Imparcial! Sem mi-mi-mi! Recomendo!
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 16 de fevereiro de 2025
O mais recente capítulo do Universo Cinematográfico da Marvel apresenta uma tentativa de transição narrativa e temática que, apesar das intenções ambiciosas, acaba se perdendo em sua própria estrutura. A obra tenta equilibrar ação, drama político e um estudo de personagem, mas sua execução acaba fragmentada e desprovida da força necessária para estabelecer um novo patamar para a franquia. A proposta de inserir um discurso político mais denso esbarra na superficialidade de seu desenvolvimento, resultando em um filme que deseja ser sério, mas não sustenta suas pretensões.

Desde o início, o roteiro se mostra uma construção complicada, reunindo diversas tramas paralelas que buscam convergir em um enredo coeso, mas que acabam prejudicadas por uma abordagem inconsistente. A tentativa de explorar as tensões internacionais envolvendo a corrida pelo adamantium é uma escolha narrativa interessante, especialmente pela sua conexão com eventos anteriores do MCU, mas sua abordagem não aprofunda os impactos geopolíticos ou éticos do conflito. O papel de Sam Wilson como Capitão América é, em teoria, central à trama, mas o roteiro frequentemente o coloca em uma posição reativa, retirando a agência que se esperaria de um protagonista que deveria consolidar seu próprio legado.

A atuação do elenco se destaca em momentos isolados, mas sofre com um roteiro que não permite um verdadeiro desenvolvimento dos personagens. Anthony Mackie, apesar de seu carisma, parece subutilizado, com diálogos que não lhe oferecem a complexidade emocional que seu papel exige. Giancarlo Esposito e Harrison Ford elevam suas cenas com a presença que lhes é característica, mas seus personagens carecem de profundidade. O vilão Samuel Sterns, interpretado por Tim Blake Nelson, possui uma motivação interessante e um plano razoavelmente bem elaborado, mas sua execução carece da tensão necessária para torná-lo um antagonista memorável.

No campo técnico, o filme apresenta uma cinematografia que oscila entre momentos visualmente impactantes e cenas que parecem apressadas e sem identidade própria. A sequência da luta na Casa Branca, por exemplo, deveria ser um ponto alto, mas sofre com efeitos visuais inconsistentes e uma coreografia pouco inspirada. O design de produção se mantém funcional, mas não apresenta a inovação ou a atenção aos detalhes que fizeram de filmes anteriores do MCU uma referência visual. O CGI, em especial na caracterização do Hulk Vermelho, recebe elogios em algumas cenas, mas decepciona em outras, revelando uma inconsistência técnica que compromete a imersão.

A trilha sonora busca criar um tom grandioso, mas falha em se tornar verdadeiramente marcante. Diferente de trilhas icônicas que ajudaram a consolidar a identidade de outros heróis da Marvel, aqui a música raramente se destaca, funcionando mais como um complemento genérico do que como um elemento narrativo envolvente. A escolha de utilizar a canção "Mr. Blue" como gatilho para o controle mental é interessante, mas sua execução não possui o impacto emocional que poderia ter, sendo tratada de maneira quase descartável.

O desfecho tenta trazer um clímax emocional e uma resolução para os conflitos políticos e pessoais, mas se perde na necessidade de deixar portas abertas para futuras produções. A cena da transformação de Ross no Hulk Vermelho é emblemática desse problema: ao invés de ser um momento decisivo que ressignifica os eventos anteriores, acaba servindo mais como um gancho para narrativas futuras, enfraquecendo a conclusão do próprio filme. A cena pós-créditos reforça essa tendência, funcionando mais como um prelúdio para o que está por vir do que como um epílogo satisfatório para a história contada.

No contexto geral, a produção representa uma tentativa de renovação dentro do MCU, mas falha em estabelecer um tom próprio ou em construir um protagonista forte e plenamente realizado. A política, que poderia ser um elemento enriquecedor, se torna um pano de fundo mal explorado, e a ação, que deveria ser um dos pontos altos do filme, é prejudicada por escolhas visuais e narrativas que não atingem seu potencial máximo. O resultado final é um filme que, embora apresente momentos isoladamente interessantes, não consegue sustentar suas ambições, resultando em uma experiência irregular e, em muitos momentos, esquecível.
Mirian Castro
Mirian Castro

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
Não é incrível,mas muito melhor que as filmes ruins da Marvel deu uma esperança spoiler:
que possa melhorar .
Jorge Del Carmen
Jorge Del Carmen

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2025
Filme muito interessante, me fez finalmente reviver a vontade de assistir a Marvel, muito bom, a cena com o hulk vermelho me impressionou.
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