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Eh O Tal Do Cineasta
1 crítica
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3,5
Enviada em 15 de abril de 2020
Curti muito o filme. Bem ok na maioria das coisa.Achei a drama super bem construída, evolui muito bem o nosso sentimento para com o Memo, mesmo que não mostre mais do passado, por algum quesito de permitir interpretações ao espectador (principalmente pela dita arvore e o possível avô ter salvado o dia), ele se sustenta muito bem com o recorte que nos mostra. Não chorei horrores no filme, mas constantemente me pegava com os olhos molhados, mérito dos realizadores, não sou dos que chora tão fácil. Somada as reviravoltas do roteiro (spoiler: mesmo com indícios que Memo não morreria, a surpresa foi extraordinária dada a montagem ), boas atuações, momentos específicos em que fotografia e direção se mostravam vivas (que conseguem mostrar o embate entre ração e emoção pelo posicionamento de cena, spoiler: especificamente na cena em que o general mata o desertor ), mesmo apoiadas muitas vezes em clichês (que deixam o filme meio arrastado, as vezes), acho que essa refilmagem do original sul-coreano é um ótimo filme pra quem tá com vontade de molhar os olhos e não é tão obcecado em questões técnicas. Finalizando, todo filme que consegue te passar alguma emoção é um filme valioso e sim muito bom, não importa o que digam as críticas (me apoiando na poética da vó de Memo do "não importa o que digam" kkkk). Um bom filme e uma boa pedida pra quem quer novidade pela Netflix.
A película oferece boa interação para os que, como eu, relevam alguns exageros em função da chance de poder extrair aquilo que poderia ter sido um ótimo filme, infelizmente sem a mesma capacidade de execução do elogiável A Vida é Bela, mas com resultado próximo, para os otimistas, até mais apropriado. Caso se esforçasse um pouco mais par fugir dos clichês terias elevado em um tom. Ao cabo, sim gostei da história e a recomendaria aos menos exigentes.
Em uma primeira visualização o drama turco te enche de sentimentos , comoção e amor ,tais quais muito bem representadas pela figura de Memo (Aras Bulut Iynemli) que tem problemas mentais e segura uma interpretação doce e carismática e de sua filha Ova (Nisa Sofiya Aksongur) que nos emociona com delicadeza e ingenuidade , sem contarmos com os planos e trilhas sonoras que multiplicam tais sentimentos. Acredito que este nocaute melodramático tenha sido um ponto negativo , pois a direção partiu para um lado mais fácil sem se arriscar , destinando o filme para o lugar comum ,deixando a previsibilidade dialética conduzir o filme sem surpresas. Mas independente das escolhas realizadas ,não deixa de ser uma estória envolvente ,com certeza vale a pena assistir,se deixar levar e se emocionar ...
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