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Um visitante
3,0
Enviada em 18 de novembro de 2019
Parte narrativa linear dos principais acontecimentos na política brasileira nos últimos anos, parte retrato pessoal das desilusões e indignações da documentarista Petra Costa, Democracia em Vertigem pode ser uma obra fácil de se criticar pela sua assumida parcialidade. Mas é também uma difícil de ignorar pela sinceridade e articulação com que apresenta seus pontos. Podia ter sido mais plural? Podia. Mas talvez a própria natureza do projeto não permitisse meio-termos, até porque Costa se coloca logo de início como uma narradora subjetiva e emocional, em um completo arco de personagem. Primeiro, conhecemos uma jovem ativista cheia de sonhos e grandes expectativas ao passo que narra por uma perspetiva puramente pessoal a ascensão de Lula e o que isso significou. Ao fim, o que vemos é uma mulher madura de coração partido pelos rumos tomados pela Nação, bem como sua indignação com certas injustiças causadas pelo radicalismo político. De qualquer ângulo que se olhe, este é um sólido trabalho de documentação em fita que retrata de forma marcante o Brasil de hoje.
Tenho até vergonha de ter visto esse documentário. Não tem argumento nenhum nesse documentário, só fica vitimizando essa cambada de corruptos do PT, culpando Temer pelas desgraças, chega ser revoltante.
Prepare 1 litro de tubaina e o pão com mortadela se vc for petista. Caso contrário não assista .Absuluta perda de tempo sem contar a choradeira da comunista de iphone que chega a causar nauseas, simplismente ridículo.
Bom documentário de ficção seus adoradores falam em democracia mas não a praticam , adoram achincalhar quem os contrapuser aos suas alucinações !ideológicas !!! Para quem não faz muita coisa da vida além de reclamar vale pena ir contra fatos e seguir a narrativa que tenta reescrever os fatos de forma lúdica !!!
Historicamente, apesar de ter sido proclamada, no Brasil, em 15 de novembro de 1889, a verdade é que a República e a ideia da Democracia, em nosso país, ainda podem ser consideradas como algo muito recente. Se considerarmos o fato que vivemos em um regime ditatorial no período de 1964 a 1985 e temos 34 anos de Nova República, ainda estamos engatinhando, nossas instituições ainda não podem ser consideradas sólidas e nossa Constituição tem somente 31 anos. Só para termos uma ideia, eu, com meus 37 anos, por exemplo, sou mais velha que a Nova República e a Constituição.
Neste sentido, o documentário Democracia em Vertigem, dirigido por Petra Costa, faz um ensaio sobre a história política recente do Brasil, contextualizando o nascimento da Nova República e a conjuntura política nacional no período de 2002 (que marcou a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva) até os dias atuais com sua própria história pessoal e a dos seus pais (que foram militantes na época da ditadura). O objetivo do filme é claro: mostrar que a nossa democracia recente (ainda mais considerando-se o fato de que, dos nossos últimos sete presidentes, dois sofreram impeachments e um encontra-se preso) está construída em fundamentos que são fracos e está apoiada em instituições que, muitas vezes, trabalham em prol dos seus interesses pessoais e não respeitam o que está contido na nossa Constituição.
Ao longo de seus 113 minutos de duração, Democracia em Vertigem estabelece uma grande reflexão, em que Petra Costa conduz o fio narrativo por meio de diálogos pessoais entre a sua intimidade e as questões políticas e sociais que permearam o país nos últimos anos. O seu estopim é a eleição do primeiro governo de cunho popular no Brasil, em 2002, para retratar como as decisões tomadas nos governos Lula e Dilma Rousseff ocasionaram um movimento também popular que teve como consequência uma divisão profunda no país.
Longe de se aprofundar nos processos de corrupção que assolaram estes governos, bem como naquele que ocasionou o impeachment de Dilma Rousseff (para isso, recomendo assistir a O Processo, documentário de Maria Augusta Ramos), entendo que a intenção de Petra Costa é refletir justamente sobre este Brasil dividido entre direita e esquerda, e aonde essa polarização irá nos levar. Democracia em Vertigem é um filme que emociona, mas, principalmente, nos deixa preocupados em relação ao nosso futuro, como país e como cidadãos. Ainda temos tempo para reverter isso!
A guria é neta de um dos empreiteiros envolvidos no maior esquema de corrupção da história, e o documentário mostra cenas dos bastidores petistas.
Vamos lá: o documentário possui uma dissociação cognitiva de tal nível que quase não se pode digerir as conclusões absurdas que a moça levanta dos fatos. Isso pois falta linearidade e raciocínio lógico dedutivo básico.
Ela simplesmente ignora o escândalo de corrupção protagonizado por Lula e Dilma e cria uma narrativa de perseguição política que beira a esquizofrenia.
É um show de frases fora de contexto, recortes tendenciosos e tudo o que há de “melhores práticas” do “jornalismo de folhetim”.
Apenas um adendo, o filme não se vende como documental, e essa é a única verdade constatado. Visto que não passa de uma ficção de uma mente delirante.
O documentário é ótimo, tanto pela direção quanto pelo roteiro. Ele nos permite realizar uma reconstrução histórica do cenário político brasileiro desde 2003, até o início de 2019, se fazendo essencial para entender como chegamos até aqui.Super recomendo!
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