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Média
2,8
405 notas

94 Críticas do usuário

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15 críticas
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9 críticas
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14 críticas
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Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Joao_Victor
Joao_Victor

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de outubro de 2021
Suspense que prende sua atenção do início ao fim. Os personagens na praia tem histórias bem diversas e foi interessante ver a interação entre eles. Enredo bem criativo e com um final satisfatório. Recomendo
Ane Mk
Ane Mk

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de outubro de 2021
FILMAÇO. Fiquei em choque com as criticas negativas. filme genial. suspense e surpresa do começo ao fim. criticas subliminares de nossa realisade e sociedade em alguns pontos do filme. filme nota 10. final incrivel
André Luiz
André Luiz

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 13 de outubro de 2021
Desde o trailer eu pressenti que o filme seria ruim mas dei uma chance pois não tinha nada para assistir e foi uma das piores escolhas que já fiz antes.
A ideia do filme é ruim e mal executada, o roteiro é péssimo, a atuação deixa a desejar, história sem sentido e quando tivemos a chance de entender a história do filme no final não é bem explicado.
Filme péssimo, não assistam este lixo.
Billy Joy
Billy Joy

4 seguidores 51 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de outubro de 2021
Quase um bottle movie pela sua ambientação restrita. Contudo, diferente do costumeiro em situações limitadoras como esta, o filme não se dedica a diálogos elaborados. O roteiro, na verdade, parece até simplório no sentido de texto e dramaturgia. Com isso, Shyamalan se dedica a uma mise-en-scène que assume, desde cedo, uma ingenuidade que faz muito bem ao filme.

Ao negar o distanciamento de sua narrativa, e inserir o espectador de modo incômodo dentro de situações pouco claras, o diretor demonstra seu apreço pela experiência sensorial de seu filme, em detrimento de uma trama com localizações, causas e consequências mais evidentes. Seus personagens até verbalizam muito essa busca por uma racionalização do que acontece em tela, mas isso acaba sendo muito bem sufocado pela repercussão imediata de acontecimentos extremos.

A decupagem do filme é essencialmente desenvolvida através dos planos fechados e angulações contraintuitivas, no sentido de que alguns enquadramentos até parecem errados se levarmos em consideração um formalismo mais clássico. Pelo modo como sua decupagem foge do esperado, o Shyamalan consegue articular formalmente a perturbação por conta das situações confusas. Sentimo-nos incomodados não só pela tensão do absurdo, mas também por como essa planificação não parece seguir preceitos claros.

O poder da sugestão torna-se muito forte aqui, especialmente no encadeamento entre voz extracampo e enquadramento que revela pouco. A sequência de mudança das crianças é a mais forte nesse sentido, pois consegue uma suspensão do choque, um adiamento da revelação perturbadora, através de planos-detalhe, angulações furtivas e movimentações fora de foco que ampliam gradualmente as sugestões advindas do som.

Mas essa deslocalização perturbadora não perde de vista a premissa que impulsiona o filme: a fugacidade do tempo num cenário que por si só já levanta reflexões. O filme consegue alternar muito bem momentos contemplativos, espécies de aceitação do absurdo, com alterações bruscas de ritmo devido a situações repentinas. Seus movimentos rápidos de câmera, ao mesmo tempo que concretizam a simultaneidade das ações e reconfiguram o foco do espectador, ampliam o sentimento de fugacidade de um tempo que escorre como areia entre os dedos dos personagens.

Acaba sendo curioso como a trama aborda essa questão de cobaia humana, de personagens que estão sendo observados à distância (pelo próprio diretor), mas formalmente ele não busca distanciamento algum. É nesse sentido que retomo o que sugeri sobre uma ingenuidade de Shyamalan, o que na verdade é uma característica bastante comum da filmografia do diretor. Shyamalan recusa frontalmente o olhar distanciado do cientista. Ao invés disso, seus filmes são a entrega total, quase religiosa, à vivência humana com o fantasioso/sobrenatural. Toda a discussão moral que potencialmente surge desse experimento no qual os personagens são inseridos torna-se menos relevante em face à proximidade cênica que o filme adota. Nossa experiência quanto espectador acaba sendo a mesma dos personagens, olhando para pontos brilhantes na colina distante à praia.
Victor C
Victor C

4 seguidores 33 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de outubro de 2021
Esperei 6 meses ansioso pra assistir…e eis que me deparo com essa MERD4! Horrível! A blumhouse sempre me encantou com as viradas sensacionais e o inusitado, mas nesse perdeu a mão feio!
Camila P.
Camila P.

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 3 de outubro de 2021
Filme ruim, atuações péssimas, definitivamente foram horas perdidas da minha vida. Esperava mais, me surpreendeu negativamente.
Alison Medeiro
Alison Medeiro

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de outubro de 2021
O trailer é melhor que o filme. Durante todo o filme fiquei com a expectativa de melhorar, mas cena após cena mais decepção. Não gerou nenhum suspense e não passou nada de terror. Não me agradou.
Juliano Fontes
Juliano Fontes

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 3 de outubro de 2021
Talvez um dos piores filmes que já assisti. Estou sempre aberto para roteiros diferentes, mas esse não deu. Como o Gael aceitou fazer esse filme???
Thiago Gomes
Thiago Gomes

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 3 de outubro de 2021
Vi o trailer, e achei que o filme era bom.
Vi os primeiros 10 minutos, e já achei que era um filme ruim.
Vi a primeira hora, e tive certeza que era péssimo.
A partir daí, não lembro direito, pois estava muito bêbado para avaliar.
Enfim, mesmo bêbado, vi que não vale a pena gastar seu TEMPO com uma porcaria dessas.
É melhor ler os comentários, que estão ótimos detonando o filme.
Cristian Lima
Cristian Lima

5 seguidores 71 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 2 de outubro de 2021
Originalidade não é sinônimo de excelência e este filme é a evidência disso. M. Night Shyamalan é um diretor que se envolve em narrativas bizarras e interessantes, mas que se sempre parece se perder no caminho em sua própria criatividade. Esse é um filme com diálogos artificiais, estranhos, com personagens de uma estupidez irritante e uma cena final que, a meu ver, não faz sentido. Vou explicar a quem já viu: spoiler: se o tempo na ilha passa tão rápido, os garotos jamais poderiam ter nadado embaixo da água por tanto tempo sem respirar. Seriam dias na contagem do filme, e eles já haveriam morrido. É um erro contestável, a considerar a premissa fantasiosa, mas é importante que filme respeite as regras que criou,
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