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Pedro K.
8 seguidores
34 críticas
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4,0
Enviada em 18 de abril de 2013
Uma ficção científica cheia de reviravoltas e que vale muito a pena conferir. O filme tem um visual perfeito, a fotografia maravilhosa e uma trilha sonora da banda M83, que pra mim é até agora a melhor do ano ! O filme tem uma história que consegue emocionar, e te faz ficar na ponta da poltrona do cinema, pois o filme é muito involvente. O diretor faz um trabalho muito melhor do que fez em Tron:O Legado, e cresce muito em diversos aspectos. O roteiro tem seus furos, mas nada que comprometa o filme. Cruise faz um excelente trabalho, e o resto do elenco também ! Vale a pena conferir !
Por enquanto assistir apenas uma vez, e gostei bastante do filme. Um dos melhores que vi nos últimos anos.
Sou admirador nato dos trabalhos do "fera" Tom Cruise e, muito mais ainda, do Mestre Morgan Freeman.
Apesar de ser amante dos bons filmes, e não ser expert no assunto, pra mim o filme só não é melhor porque, até o momento, assisti apenas uma vez.
Tal como o filme Blad Ruuner, que é um filme Super Cult, só depois que assisti umas três vezes é que pude perceber detalhes que de primeira poucos enxergam.
Mas adianto: apesar de ter gostado "muito" e ter a certeza que irei assistir mais umas meia dúzia de vezes, não ser um "Blad Runner", mesmo assim gostei "muito" da história, da sonoplastia, fotografia, cenários, coadjuvantes, etc. Os exageros são comuns em todos os filmes. E neste tem alguns "normais"!
Saí do cinema com a sensação de ter feito uma viagem doida; de ter estado lá dentro da história e ter participado de toda a trama, por assim dizer.
Resumindo, é um "baita Filmaço! (Obs. claro que após assisti-lo três vezes, poderei mudar de opinião. Para melhor, é claro).
Quero começar dizendo que só assisti o filme por que alguns dias atrás havia sonhado que o filme levou o Oscar de melhor filme. Não posso dizer que o filme é ruim, pois estaria mentindo. A direção é competente, as atuações são ótimas (exceto a do Tom, mas também não é ruim), a fotografia é muito boa, os efeitos são de encher os olhos. Porém acho que o roteiro peca em alguns momentos e talvez esse seja o ponto que poderia ter sido melhorado. Em alguns momentos o roteiro é um pouco confuso e em outros é completamente previsível. A história por si só não me chamou a atenção (talvez por ficção não ser meu gênero favorito) e acho que houve uma certa falta de criatividade para a história. Mas em fim, o filme não é ruim e creio que quem é fã de ficção cientifica vá gostar bastante do filme.
“Oblivion”, filme dirigido e co-escrito por Joseph Kosinski, se passa numa realidade que é bastante típica dos filmes de ficção científica. Nela, a terra encontra-se dizimada após uma grande guerra ocorrida em decorrência de uma invasão alienígena que exterminou a Lua. Os poucos sobreviventes que restaram vivem numa colônia em Titã, uma das luas de Saturno. Guardando a Terra dos invasores (liderados pelo personagem interpretado por Morgan Freeman) que ainda tentam obter os recursos humanos estão Jack Harper (Tom Cruise) e Victoria Olsen (a talentosa Andrea Riseborough, conhecida por “W.E. – O Romance do Século”), dois soldados que estão subordinados à Sally (Melissa Leo), a comandante da Tet, nave espacial que fica sobrevoando a órbita do planeta Terra.
Um fator importante para nos ajudar a tentar compreender a difícil trama de “Oblivion” (que se baseia no comic book escrito pelo diretor Joseph Kosinski e por Arvid Nelson) é prestar atenção à tradução do título do filme em português. Oblivion significa esquecimento. Antes de participarem da missão como guardiões da Terra, a memória de Jack e Victoria foi completamente apagada. Enquanto ela não parece ser atormentada pelas lembranças do seu passado, Jack tem pesadelos constantes com uma vida e uma mulher que ele não consegue saber quem são e o que representam. Além disso, a personagem interpretada por Tom Cruise tem um verdadeiro fascínio pelo planeta Terra e pela cultura dos humanos. Quando Julia (Olga Kurylenko) é resgatada por Jack após sofrer um acidente com uma nave espacial que cai na área cuidada pelos dois soldados, esses questionamentos que Jack possui ficam ainda mais fortes e é justamente isso que determina o destino de “Oblivion”.
Já faz um bom tempo, mais precisamente desde o início da década passada, quando ele se separou da atriz Nicole Kidman e sofreu com algumas crises de opinião pública, que muitos decretaram a decadência na carreira de Tom Cruise. Entretanto, chega a ser curioso perceber que, neste mesmo período, Tom Cruise trabalhou com alguns dos diretores mais notáveis da indústria cinematográfica (como Steven Spielberg, Edward Zwick, Michael Mann, J.J. Abrams, Robert Redford, Bryan Singer e James Mangold), em filmes em que ele interpretou tipos que ele nunca havia feito, como o Vincent de “Colateral” e o Les Grossman de “Trovão Tropical”. O que quero dizer com isso é que Tom Cruise, apesar de toda a torcida contrária (por causa mesmo do desgaste em torno de sua imagem), é um profissional que está sempre buscando desafios, em filmes em que ele dificilmente repete tipos e trejeitos.
Em “Oblivion”, ele trabalha com um jovem diretor, que está no segundo longa-metragem de sua carreira (e, ao mesmo tempo, sua segunda obra seguida no gênero de ficção científica – a primeira delas foi “Tron – O Legado”). Aqui, Joseph Kosinski trabalha, pela primeira vez, com um roteiro que ele mesmo ajudou a adaptar. E se encontra nessa área o ponto mais fraco de “Oblivion”. A trama do filme é muito confusa e existem elementos que nunca ficam explicados de forma clara para o espectador. Kosinski compensa isso com aquilo que ele sabe fazer melhor: criar um visual impressionante para o seu filme, com uma trilha sonora marcante (e que contou com a colaboração do grupo de música eletrônica francês M83) e atuações bem consistentes do elenco, com destaque para Andrea Riseborough, o próprio Tom Cruise e Melissa Leo.
Gostei do filme, ao contrário do que falaram a respeito da atuação de Tom Cruiser, eu gostei... claro que faltou algo, mas eu me amarrei em assisti-lo mesmo assim. Numa determinada cena de perseguição foi agoniante e divertido, curti muito. Queria mais mistérios para descobrir a respeito das criaturas mas foi legal. Interessante Jack ser o nome do personagem de Tom pois no primeiro filme que assisti no cinema: A lenda, Legend, de Ridley Scott, o personagem de Tom Cruiser também se chamava Jack.
Esse filme é muito ruim. Não recomendo. Percebi que todos na sala estavam torncendo para acabar logo, inclusive eu. O filme é muito chato, as cenas se repetem várias vezes desnecessáriamente, não tem ação, nem um enredo atraente. Foi um dos piores filmes que eu assisti em toda a minha vida.
Um excelente e inteligente filme de ficção com uma boa dose de romantismo do Diretor Joseph Kosinski. Um cenário pós catástrofe bem bolado e convincente e um bom equilíbrio de ação com ficção. A história e enredo também muto bons. Morgan Freeman, como Malcolm Beech e Tom Cruise - Jack Harper estão impecáveis. Vale a pena para quem gosta do gênero.
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