A Freira 2
Média
3,2
387 notas

54 Críticas do usuário

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Sem_Nexo
Sem_Nexo

4 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 21 de novembro de 2025
Ao assistir A Freira 2, senti que o filme entrega alguns momentos de tensão bem construídos, especialmente graças à ambientação sombria e ao clima pesado típico do universo Invocação do Mal. Porém, apesar disso, achei que a narrativa poderia ter sido mais envolvente. Em vários pontos, a história parece se perder em cenas repetitivas que não acrescentam muito ao enredo. As atuações seguram bem, mas o desenvolvimento dos personagens fica raso, tirando um pouco do impacto emocional. No geral, é um filme assistível, com bons sustos, mas que poderia explorar melhor seu potencial. Minha nota é 6.
mimicinema ⋆♱.
mimicinema ⋆♱.

16 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de novembro de 2025
A história é boa, você consegue ficar sentado e intrigado com o que se passa, porém os sustos frenéticos é o que mata nessa saga.
Walison Fernandes Barros
Walison Fernandes Barros

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de outubro de 2025
Crítica | A Freira 2 – O terror retorna mais sombrio e assustador

Cinco anos após o primeiro filme, o universo de Invocação do Mal expande novamente seus horizontes com A Freira 2. Produzido pela Warner Bros. Pictures e pela New Line Cinema, o longa chega com a proposta clara: aprofundar a mitologia em torno de Valak, a entidade demoníaca em forma de freira que se tornou um dos vilões mais icônicos do terror moderno.

Desta vez, a história se passa na França dos anos 1950, trazendo de volta a Irmã Irene (Taissa Farmiga), que é chamada a enfrentar novamente a presença maligna que ameaça a Igreja Católica e os inocentes que cruzam seu caminho.


O que mudou?

Em comparação ao primeiro filme, A Freira 2 busca corrigir pontos criticados pelos fãs e pela crítica, ao mesmo tempo em que expande a narrativa:

Expansão da mitologia: O longa aprofunda a origem de Valak, conectando melhor sua presença ao universo de Invocação do Mal.

Cenários ainda mais atmosféricos: A França gótica dos anos 1950 é retratada com um peso sombrio, claustrofóbico e repleto de elementos religiosos carregados de simbolismo.

Protagonismo fortalecido: A Irmã Irene aparece mais madura, mais consciente de seu papel na luta contra o mal, tornando-se um contraponto de fé diante da escuridão.

Novos personagens: Introduções como a jovem Sophie e o retorno de Maurice (“Frenchie”) trazem novos olhares e conexões emocionais para a trama.


Essas mudanças tornam a sequência mais complexa e estruturada, sem perder a essência de terror religioso que marcou o primeiro.



A essência preservada

Mesmo com novas adições, A Freira 2 mantém os elementos que tornaram o original marcante:

Valak como presença aterrorizante: A entidade demoníaca continua sendo o centro do horror, com aparições inesperadas e imagens perturbadoras.

O terror religioso: Crucifixos, igrejas, conventos e símbolos católicos seguem como palco perfeito para a narrativa.

Atmosfera sombria: O filme mantém a sensação de que o mal está sempre à espreita, explorando a fé, a dúvida e o medo como pontos de tensão.


Ao mesmo tempo, a produção busca se conectar mais diretamente com a cronologia maior do Conjuring Universe, oferecendo pistas e conexões para fãs atentos.



Pontos fortes do filme

O grande mérito de A Freira 2 é conseguir ser mais assustador e consistente que seu antecessor:

Construção de suspense: As sequências de tensão são mais bem trabalhadas, com sustos menos previsíveis e maior uso do silêncio.

Direção atmosférica: Michael Chaves cria cenas visualmente impressionantes, que exploram a escuridão e os espaços religiosos de forma opressiva.

Taissa Farmiga: A atriz se consolida como protagonista carismática e convincente, transmitindo tanto fragilidade quanto coragem diante do mal.

Valak: A freira demoníaca continua sendo uma das figuras mais icônicas do terror moderno, com presença forte e visual perturbador.




O que pode dividir opiniões

Ainda que seja uma evolução em relação ao primeiro filme, A Freira 2 também carrega pontos que podem gerar debate:

Dependência de jumpscares: Apesar da melhora, ainda há um excesso de sustos fáceis, que podem cansar espectadores acostumados a narrativas mais sutis.

Exposição da mitologia: O aprofundamento de Valak, embora interessante, pode soar confuso ou pouco convincente para quem não acompanha o Conjuring Universe completo.

Personagens secundários: Alguns novos rostos carecem de desenvolvimento, servindo mais como alívio de tensão do que como figuras marcantes.



Veredito

A Freira 2 consegue ser uma sequência mais sólida e assustadora que o primeiro filme, entregando aquilo que o público de terror religioso procura: uma atmosfera carregada, sustos impactantes e um vilão demoníaco inesquecível.

Ainda que não fuja completamente de clichês e nem alcance o nível dos melhores filmes do Invocação do Mal, o longa fortalece a presença de Valak no imaginário do terror contemporâneo.

Para os fãs da franquia, é uma adição envolvente e essencial ao universo criado por James Wan. Para quem busca apenas bons sustos, é uma experiência eficiente e sombria.
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 489 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 10 de setembro de 2025
Sinopse:
Em 1956, na França, um padre é assassinado e parece que um mal está se espalhando. Determinada a deter o maligno, irmã Irene mais uma vez fica cara a cara com uma força demoníaca.

Crítica:
"A Freira 2" chega como uma tentativa de expandir o universo de "The Conjuring", mas infelizmente acaba se perdendo em sua própria narrativa. A atmosfera gótica e os elementos sobrenaturais, que são características marcantes desse subgênero, não conseguem sustentar o interesse do público por muito tempo.

O filme se inicia com uma premissa instigante, envolvendo o assassinato de um padre em 1956, o que já promete uma trama cheia de mistérios e reviravoltas. No entanto, logo se percebe que o desenvolvimento das ideias é previsível, seguindo clichês que já foram explorados em outras produções. A construção dos personagens também deixa a desejar; apesar de tentativas de aprofundamento, como a jornada de irmã Irene, eles permanecem rasos, dificultando qualquer conexão emocional.

A direção de Michael Chaves aposta em sustos e efeitos visuais, mas a repetição de fórmulas usadas em filmes anteriores do gênero acaba tornando os momentos de tensão previsíveis. As sequências que deveriam causar medo muitas vezes caem na armadilha do exagero, tirando o impacto que cenas mais sutis poderiam ter.

Além disso, o roteiro, embora conte com a colaboração de escritores renomados, peca na construção das relações entre os personagens. A interação entre irmã Irene e os demais não flui de maneira natural, fazendo com que algumas cenas pareçam forçadas e sem propósito real dentro da narrativa.

As atuações, embora esforçadas, não conseguem salvar um enredo que não entrega respostas satisfatórias ou um clímax realmente instigante. Taissa Farmiga, que já havia demonstrado potencial em filmes anteriores, se vê presa em um papel que não permite muito além do superficial.

Ao final, "A Freira 2" apresenta uma atmosfera atraente, mas esquece de entregar um conteúdo à altura de suas ambições. Assim, fica a impressão de que poderia ter sido um capítulo marcante na saga de "The Conjuring", mas acaba se limitando a ser mais uma sequência que não adiciona muito ao legado que o precedeu.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de abril de 2025
A freira 2 é apresentado com a direção agora de Michael Chaves e roteiro de Akela Cooper, Ian B. Goldberg e Richard Naing. O filme é uma continuação do primeiro filme e é ambientado agora na França, por volta de 1956, quando uma série de mortes misteriosas começam a aparecer em igrejas e conventos. A igreja acredita que o demônio voltou e chama novamente a irmã Irene (Taissa Farmiga) para detê-lo uma vez que é a única viva que já combateu essa entidade antes. Porém, Irene descobre que em todos os casos, Frenchie (Jonas Bloquet) estava envolvido. Com a promessa de reconfigurar a franquia da freira e de deixar mais sangrento e menos comediante, Chaves procura assumir essa responsabilidade. Porém, mesmo com todos os elementos para um filme de horror sobrenatural existir, não consegue assustar (usando até mesmo o jumpscare com exaustão). De fato, o filme tem uma narrativa um pouco melhor do que o primeiro filme, mas a justificava para irmã Irene ir ajudar depois de todo o perrengue da primeira trama não é bem amarrado. O filme poderia ser um pouco ainda melhor ser o roteiro fosse mais objetivo. A impressão que nos causa é que esse filme do universo de invocação do mal não seja mais um dos seus filmes sem personalidade.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 30 de janeiro de 2025
"Genérico, previsível e sem alma, recicla sustos sem criar verdadeira tensão ou narrativa envolvente."
Irmã Irene investiga mortes misteriosas enquanto Valek retorna para assombrar um internato na França.
O terror sobrenatural vive do inesperado, mas A Freira 2 repete fórmulas exaustivamente. Michael Chaves emula James Wan sem a mesma maestria, acumulando sustos previsíveis sem ritmo ou construção. O roteiro até tenta ser mais elaborado, mas carece de propósito. Embora algumas cenas resgatem o clima dos primeiros Invocação do Mal, o filme soa como um parque de diversões de jumpscares, sem atmosfera genuína.
Diogo Maroeli Santos
Diogo Maroeli Santos

8 seguidores 168 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 2 de janeiro de 2025
Fiquei bem em dúvida de dar 2 estrelas ou 1,5, tanto faz. Imaginei que fosse melhor que o 1°, falavam que era. Não achei não. O primeiro, quando chega perto do final, melhora. Já esse filme permanece chato o filme inteiro. Os jumpscares não funcionam, se eu tomei um susto, foi muito. O motivo da minha dúvida é que esse filme tem elementos de terror interessantes. Tem uma tentativa de roteiro, mas só tentativa mesmo, porque o roteiro é ruim. Tem umas ceninhas boas. Mas é tão, mas tão entediante que não dá pra gostar. Disputa com Annabelle 3 pra ser o pior do Invocaverso
MAGRAOBL
MAGRAOBL

29 seguidores 402 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de setembro de 2024
[01/09/2024 MAX]

Até gostei do filme, mas, achei muito fraco principalmente com relação ao primeiro.
Muitas falhas que me tiraram a crença do filme e que com isso me tirou possíveis medos ou sustos com o filme...
Vislei
Vislei

97 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de agosto de 2025
Achei bem fraquinho, coisas sem pé nem cabeça, não dá medo... Um pouco chato. O primeiro é bem melhor.
Thiago Ferreti
Thiago Ferreti

10 seguidores 275 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 10 de junho de 2024
Um pouco menos pior que o primeiro. A ideia dos olhos de Santa Luzia foi boa mas não parece um filme de terror. Tá mais pra ação. Em geral o roteiro é fraco mesmo. Aliás os filmes da Franquia Invocação do Mal são superestimados.
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