Não recomendado para menos de 16 anos
Por mais que suas trajetórias possam ter sido diferentes, o destino de todos eles, até então, é o mesmo: ser refém do próprio vício. Habitando um prédio localizado em São Paulo, um grupo de viciados em crack luta para reconstruir a própria vida enquanto passa pela difícil fase da desintoxicação. Enquanto alguns encaram a situação com bom humor e otimismo, outros já viram dias melhores.
3,5
Bom
Diz A Ela Que Me Viu Chorar
Compreensão e distância
por Barbara Demerov
A câmera foca na paisagem aberta da cidade de São Paulo sempre ao fundo do quadro, como se fosse uma pintura intocável. Distantes do "mundo real", os habitantes de um local chamado Hotel Social e suas rotinas que misturam-se com drogas, desafios e desejos formam o cerne de Diz a Ela que me Viu Chorar. Observativo do início ao fim, a diretora Maíra Bühler faz com que seu documentário ganhe potência mesmo que mantenha distância daqueles que observa, com o intuito de nos mostrar que a vida de um viciado em crack também pode encontrar o amor.Apesar do filme ser iniciado com uma pessoa fumando a droga, a obra se propõe a expor as realidades daquelas pessoas marginalizadas e completamente ofuscadas da sociedade. Este é um filme sobre amor, dor e perda. Sobre a capacidade do ser humano encontrar afeição mesmo nos momentos ou locais mais difíceis e que parecem não dar qualquer tipo de saída. Nos
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Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
Vitrine Filmes
Ano de produção
2018
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Português
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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