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Thiago Ferreti
10 seguidores
277 críticas
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4,0
Enviada em 17 de abril de 2026
Filme de 1980 considerado um marco no cinema nacional . Filme realista e perturbador porém nescessário. O filme mostra com crueza a realidade de como eram alojados os menores infratores em 1980 . A atuação de Marília Pêra foi brilhante .
Um clássico do cinema nacional! História impactante retratada pelo personagem Fernando Ramos, que infelizmente imita a realidade. Excelente obra de Hector Babenco! Imperdível!!!
Narrativa forte e crua de um Brasil cruel e intimidador. Triste perceber que, mesmo o filme tendo sido lançado nos anos 80, ainda se faz tão atual. Causa um verdadeiro soco no estômago e provoca um real incômodo ao assistir diversas cenas. Uma pena saber o que houve com o ator que interpretou Pixote e que muitos jovens como ele têm o mesmo "destino" todos os dias... abandonados pela sociedade e entregues à criminalidade.
Um bom representante do cinema nacional. Destaca-se por ser realista, por ter personagens interessantes e um enredo que agrada. O filme é melhor que Carandiru, outro filme de Hector Babenco.
Tudo de ruim que se pode imaginar na sociedade tá nesse filme. Incrivelmente me traumatizou de várias formas, mas ainda recomendo para todos... p ver como a vida pode ser cruel. Tem um filme brasileiro que já vi também que relata sobre a experiência de um adolescente dentro de um manicômio por ser viciado em drogas, mas nada se compara ao terror que foi Pixote. A cada minuto eu clicava na tela para ver quando iria acabar essa coisa. Sem desmerecer esse claramente, o trabalho árduo para deixar tudo realista merece conhecimento sim!! Eu acho que só poderei falar isso, até porque eu iria dar spolier. Enfim, vejam... mas plmds, preparem seus psicólogos.
Pode ter sido considerado uma grande obra em algum momento, mas assim... Mostrar o estupro de uma criança, depois mostrar a criança nua ensanguentada, acho que nada justifica esse tipo de abordagem. Certamente é um filme que seria impossível fazer hoje, e que bom!
Ao assistir Carandiru, também do diretor Hector Babenco, receava a retratação nua e crua da violência na extinta maior penitenciária da América Latina.
É curioso como Babenco desconstruiu minhas expectativas, pois em Pixote, ambientado em um centro socioeducativo para menores infratores, a representação da violência do cotidiano dos menores marginalizados é muito mais realista.
Filme visceral, que nos desencanta em relação ao sistema de reintegração social brasileiro, promete incomodar e impactar. É com certeza um filme que não se esquece após os créditos.
Aqui com certeza temos o melhor trabalho do bom diretor Héctor Babenco! Roteiro é ótimo e seu desenvolvimento idem, com elenco compenetrado e uma direção forte e corajosa. Grande filme.
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