King Richard: Criando Campeãs
Média
4,3
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31 Críticas do usuário

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Jeancarlos.jr
Jeancarlos.jr

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3,0
Enviada em 28 de janeiro de 2022
É um bom filme. Dá pra ver em uma tarde/noite. Will smith sempre bom. A atriz que faz a Vênus, curti tbm. O que me incomodou é a forma como retrataram o Richard: Uma imagem de homem digno que, quando se pesquisa o seu passado, está longe de ser verdade. E o filme não retrata isso.
Jussarama
Jussarama

1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de janeiro de 2022
O filme só me agradou nos momentos em que focava nas irmãs Williams, o senhor Richard Williams não me cativou. Achei a atitude que ele tomou um pouco extremada - ele decidiu quem as filhas seriam, o que fariam de suas vidas - sem se preocupar se elas queriam aquilo. Acho perigoso romantizar esse comportamento como o filme fez... Sabemos que no caso das irmãs Vênus e Serena deu tudo certo, mas poderia ter dado muito errado. Durante todo o tempo do filme eu me questionei se as meninas realmente gostavam de tênis ou se foram obrigadas a fazê-lo. Também me incomodei com o subtítulo brasileiro pois, a meu ver, da margem a pensar que as meninas simplesmente brotaram quando a verdade é que elas têm um talento excepcional que foi lapidado. Eu entendo que o filme faz um recorte da vida do Richard, mas creio que era possível falar dele sem torná-lo um super homem que fez tudo sozinho. Pelo contrário, ali naquela família havia uma esposa/mãe e duas filhas extremamente talentosas e também por isso o "planejamento" deu certo.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de janeiro de 2022
Sem retificação. Que filme, que história, que atletas, que família... uma representatividade sem igual, incrível.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de janeiro de 2022
King Richard: Criando Campeãs (King Richard)

O longa dirigido por Reinaldo Marcus Green e roteirizado por Zach Baylin realmente nos impressiona pela audácia aplicada em nos surpreender, em nos contar uma história em que possivelmente todos (assim como eu) achavam que seria sobre a vida das duas maiores tenistas da história - Venus e Serena Williams. Até podemos considerar que sim, que o roteiro também abrange o início da vida de cada uma (até mais da Venus), mas o fato que realmente me ganhou e me surpreendeu, é exatamente o foco em nos entregar uma cinebiografia pela perspectiva do Richard Williams (o pai delas, que foi magistralmente interpretado por Will Smith).

O roteiro de Zach Baylin nos confronta diretamente com a verdadeira fé, garra, força, motivação, ambição, determinação por parte do Richard, ao focar no treino das filhas usando seus métodos próprios para torná-las campeãs. Richard já havia traçado o seu plano em sua cabeça de tornar as suas filhas campeãs desde o início, ele sempre esteve focado nesse objetivo como pai, como treinador, como incentivador, enfrentando todas as suas dificuldades e principalmente com o objetivo de afastá-las das ruas, até por residirem em uma bairro pobre e violento. Richard sempre teve que conviver com o preconceito, com a desigualdade, com a indiferença, até por ter sido criado na época da segregação racial, dessa forma ele estava remando contra a maré ao dedicar a sua vida em tornar as suas duas filhas negras em futuras campeãs no tênis, consequentemente um esporte voltado para os brancos.

Will Smith mais uma vez nos impressiona e nos impacta com mais uma bela atuação, assim como já havia feito em suas performances em "Beleza Oculta", "À Procura da Felicidade" e "Sete Vidas". Will Smith é um ator incrível, que usa uma versatilidade incrível em suas atuações, que consegue nos levar do riso ao choro em questões de segundos. Em 'King Richard' ele traz um personagem que era tido como um velho ranzinzo, rabugento, reclamão, chato, aquele mau humor imposto pela vida, que lhe obrigava a criar aquela casca dura pra se defender e defender a sua família de tudo e de todos ao seu redor. A caracterização do Will Smith estava muito fiel ao personagem, assim como o trabalho de maquiagem, que o deixou mais envelhecido, que nos mostrava aquele rosto sofrido e cansado. Will Smith tem uma veia para o drama, ele sempre consegue nos impactar em suas atuações, exatamente como ele faz aqui, ao nos entregar um personagem que está completamente carregado emocionalmente. Depois de alguns trabalhos que facilmente já poderia ter lhe rendido a estatueta do Oscar, eu acho que de fato chegou a sua hora (Will Smith já levou o Globo de Ouro e está indicado em praticamente todas as premiações).

Saniyya Sidney faz um grande trabalho ao interpretar a jovem Venus Williams, principalmente na cena do jogo final, onde podemos comprovar ainda mais o seu grande talento para atuar. Saniyya já nos chamou a atenção em "Fences", onde ela interpretava a pequenina Raynell, filha do casal Troy e Rose (Denzel Washington e Viola Davis), logo em sua estreia nos cinemas com apenas 10 anos. Saniyya Sidney está indicada no Critics à Melhor Revelação. Demi Singleton fez a Serena Williams, e de certa forma ela não teve o mesmo destaque da Saniyya, mas ai já foi uma decisão de roteiro (que explicarei adiante). Aunjanue Ellis faz a esposa Brandi Williams, sendo mais uma que entrega uma ótima atuação. Aunjanue faz aquela esposa que apoia o marido em suas decisões, que sempre está ao seu lado para o que der e vier, sempre ativa e que não aceita a submissão, tanto que uma das melhores cenas do filme é exatamente um confronto de ideias e opiniões entre ela e o Richard (Aunjanue Ellis foi indicada à Atriz Coadjuvante no Globo de Ouro e está indicada no Critics). Sem deixar de mencionar o Jon Bernthal, que esteve ótimo como o treinador Rick Macci.

A fotografia do longa é boa, de certa forma até mais escurecida e acinzentada, que nos dava a dimensão de todo o drama familiar, e mesmo nas cenas em que teoricamente exigiria uma fotografia mais viva e animada (como na cena da disputa final), ela continuava com aquele tom mais denso. A trilha sonora de Kris Bowers (Green Book: O Guia) está bem dosada, bem adicionada e acompanha muito bem a trama. A direção de arte também se destaca, a cenografia é muito boa, assim como a montagem, a edição, tudo se destaca pelas riquezas de detalhes.

O roteiro de Zach Baylin nos ganha exatamente pela forma como ele decide contar a história focada propriamente no Richard Williams e não em suas duas filhas que aspiravam ao estrelato. De fato o filme é sobre o Richard, sobre a sua visão da história, sobre a sua forma adotada para treinar as suas duas filhas, até por isso que nos perguntamos: porquê será que a Venus teve um maior destaque (um maior tempo de tela) do que a Serena? Até pelo fato de ela ser a mais velha e o Richard já ter em sua mente (seu plano) em tornar a Venus como a número 1 do mundo e a Serena como a maior tenista de todos os tempos - exatamente na cena em que o Richard conversa com a Serena, que por sinal é uma cena maravilhosa!

"King Richard" esteve indicado no Globo de Ouro em quatro categorias, levando apenas a de Melhor Ator para Will Smith e perdendo a categoria principal de Melhor Filme Drama para "Ataque dos Cães". No Critics o longa está indicado em Melhor Canção ("Be Alive" da Beyoncé), Roteiro Original (Zach Baylin), Revelação (Saniyya Sidney), Melhor Atriz Coadjuvante (Aunjanue Ellis), Ator (Will Smith) e Melhor Filme. No SAG o filme só aparece nas categorias de Melhor Elenco e Melhor Ator, para Will Smith. A grande disputa de "King Richard" ficará para o Oscar, que com certeza estará entre os favoritos da noite.
Eu ainda não assisti a todos os indicados (até porque a lista ainda não saiu), mas eu acredito que a maior disputa de "King Richard" será com "Ataque dos Cães". Na categoria de Melhor Ator eu acredito que a disputa ficará entre Benedict Cumberbatch e Will Smith, e se eu tivesse que decidir entre os dois, seria muito difícil, mas eu escolheira o Will Smith por muito pouco, apesar do trabalho do Benedict em "Ataque dos Cães" está estupendo. Já pensando na disputa de Melhor Filme somente entre esses dois, eu daria a estatueta para "Ataque dos Cães", que por mais que "King Richard" seja carregado em um excelente drama familiar verdadeiro, "Ataque dos Cães" é mais completo, mais surpreendente e mais fantástico como um todo. [18/01/2022]
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de janeiro de 2022
Antes mesmo de suas filhas Venus e Serena Williams nascerem, Richard Williams teve uma visão e criou um plano para ser colocado em prática assim que elas nascessem. No planejamento de Richard, Venus se tornaria a primeira mulher negra norte-americana a ser a líder do ranking mundial de tênis, na era aberta; e Serena seria considerada a melhor jogadora de tênis de todos os tempos.

O filme “King Richard: Criando Campeãs”, dirigido por Reinaldo Marcus Green, nos conta a história de Richard (interpretado por Will Smith), tendo como recorte temporal a execução do planejamento dele. Chama a atenção, na trajetória dele, além do seu foco e da sua determinação, o fato de que ele superou inúmeros obstáculos para fazer de suas filhas duas vencedoras - sejam eles relacionados à origem humilde da família, às questões raciais, ao fato de que Richard não tinha histórico e nem formação no tênis…

A verdade é que, durante o filme, a figura de Richard não nos será simpática o tempo inteiro. É incômoda a sensação de um pai que impôs os seus sonhos às suas filhas. A segurança de Richard de que suas filhas cumprirão o propósito que ele designou a elas nos dá, também, uma sensação de arrogância e de prepotência, como se a crença dele fosse o suficiente. Quando a verdade era: não bastava o plano de Richard. Venus e Serena tinham que fazer a parte delas. E elas acreditaram no pai e desenvolveram o dom e a técnica necessárias para vencerem.

Um dos maiores acertos de “King Richard: Criando Campeãs” foi colocar Will Smith para interpretar o papel principal. A imagem pública que temos do ator faz um contraponto importante com a impressão que temos de Richard durante o filme. Além disso, o roteiro escrito por Zach Baylin oferece um combo poderoso que reúne o sonho americano, com redenção, com superação, que deve levar Smith ao Oscar 2022 de Melhor Ator.

Porém, como uma cinebiografia, “King Richard: Criando Campeãs” falha num ponto importante: não me senti próxima a Richard e nem chegando ao fim sabendo quem ele era. O filme foca no seu grande feito como pai, sem se aprofundar no ser por trás da façanha.
Maxxuel 42
Maxxuel 42

17 seguidores 219 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 17 de janeiro de 2022
SONHAR ,BATALHAR,PERSEGUIR, PROTEGER E SE VALORIZAR É ALGO QUE ESTE FILME ENSINA NA CARREIRA ,NO ESPORTE E NA FAMÍLIA.QUE VENHA SEU SEU OSCAR WILL SMITH.
Juliamramoss
Juliamramoss

9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2022
QUE FILME! Minhas expectativas já estavam altas com Will Smith, e ele conseguiu superar todas elas. A história de criação e ascensão das maiores jogadoras de tênis feminino do mundo é retratada de forma emocionante, com muita dedicação e esforço, é lindo demais ver o esforço que a família fez para que o sonho de Serena e Venus se tornar grandes tenistas tornar realidade. E por fim, vai uma frase que peguei p filme "Não precisam se preocupar com o que os outros fazem, mas sim com o que vocês fazem. Estamos aqui para sermos os melhores, essa é a nossa preocupação. Entenderam?".
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 30 de dezembro de 2021
Biografia com vários momentos gloriosos,principalmente entre a relação entre pai e filhas.Uma aula de sabedoria e bondade.Filme que traz novamente Will Smith ao centro das atenções e volta a viver um drama emotivo.Sabe fazer bem.
Caroline Farias
Caroline Farias

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de dezembro de 2021
Filme excelente que foca nos frequentes desafios encontrados no caminho do sucesso profissional de meninas negras em um esporte predominantemente branco. Várias frases de impacto e lições de superação.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de dezembro de 2021
Excelente longa. Muito bem estruturado e direto, trazendo esperança e fé naquilo que queremos. O mais importante é que se mantém a base familiar todo o tempo. Uma história de superação e persuasão.
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