Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo
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3,4
922 notas

210 Críticas do usuário

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Viní Tom
Viní Tom

1 seguidor 7 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de abril de 2023
Cheguei para trabalhar e assim que sentei na cadeira meu irmão chegou e disse que tinha visto um filme que tinha mudado completamente a visão que ele tinha sobre o mundo, mesmo sem ter visto o filme filosofamos o dia todo sobre universos paralelos, vidas passadas e o que seria o tempo. Quando o serviço acabou fui para a casa com a missão de assistir o filme "Tudo em todo lugar ao mesmo tempo" ganhador de diversos OSCAR em 2023, mas que na ocasião estava apenas entre os indicados.

Peguei meu Guaraná e liguei a televisão com uma expectativa enorme para ver o filme, mesmo sabendo que era um filme longo (2 horas e 19 minutos de duração), não que isso seja um problema, porém acho muito difícil um filme conseguir se sustentar por tanto tempos, mas Titanic e o Poderoso Chefão mostram que sim, isso é possível.

Logo no inicio do filme já achei fantástico o enredo do filme se basear em uma família estrangeira ao invés do padrão hollywoodiano de sempre serem americanos os protagonista Michelle Yeoh e Ke Huy Quan , casal protagonista arrasam na interpretação e me fez pensar que eu estava vendo um reality sobre a vida real ao invés de estar assistindo um filme. Quando começou a parte surrealista do filme, fiquei confuso, pois tudo aconteceu muito rápido, talvez por ver muitos filmes com essa temática pouco a pouco fui entendendo ou acreditando que estava entendendo, já minha mulher que estava vendo o filme comigo achou muito confuso a narrativa no início, mas pouco a pouco tudo foi melhorando e entramos de vez no filme.

Lembrei muito do Jackie Chan nas partes das lutas, bons tempos onde existiam no cinema historias para nós entreter de uma forma leve e divertida. Voltando ao filme o embate da mãe com a filha é um retrato muito realista sobre a relação pais e filhos, quando mostra os outros universos delas nós faz querer refletir qual a mensagem devemos aprender, acredito que cada um pode ter uma reflexão sobre elas. A parte cômica do filme funciona muito bem seja nas lutas ou na referencia do filme "Ratatouille", porém achei desnecessário o mundo paralelo com mãos de salsichas.

Recomendo esse filme, mas minha expectativa tão alta não se concretizou, achei o filme muito longo, talvez pelo enredo muitas vezes ser confuso , quem sabe em outro universo ele me cative o tempo todo. Apesar disso acho um filme essencial para qualquer pessoa ver, mesmo que seja para criticar já que ele é um filme que rompe diversas barreiras. Na minha concepção o filme entrara naquela categoria ame ou odeie, então cabe a você descobrir qual é sua categoria.
Henrique Lira
Henrique Lira

3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de abril de 2023
Dramático e divertido, boas cenas de ação, uma ótima loucura o filme com uma boa reflexão durante todo o longa.
Mariano Soltys
Mariano Soltys

2 seguidores 35 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de abril de 2023
“Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” vence o Oscar

Um filme que poucos entenderam. “Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” vence o Oscar de melhor filme, tendo destaque no evento ainda o filme “Nada de novo no front”, filme alemão de guerra, com algumas estatuetas também, estes disponíveis em streaming. Outro destaque ficou para Os Banshees de Inisherin. Apesar de o apresentador reforçar a volta dos cinemas após pandemia, o curioso é que filmes em outras plataformas ganharam novamente destaque.

Não participou do evento o ator Tom Cruise, que estava no filme de grande bilheteria, o Top Gun, mas que não levou muitas estatuetas, pelo que percebi. Também Wakanda teve bom destaque, além de filme Avatar 2, apesar de em bem menor atenção, em relação a filme de Baleia, Brendan Frazer, de A Múmia, que teve o Oscar de melhor ator. Também não esteve presente o diretor de Avatar 2, James Cameron, que ficou famoso com o Titanic, além e dirigir Exterminador do Futuro.

“Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” mistura um tanto Matrix e Efeito Borboleta, além de outras ideias, com objetos simples e uma ótima atuação de atores, que têm de fazer vários papeis, de acordo com o universo paralelo a que vivenciam. O filme traz ideias como de físico Stephen Hawking, que pode haver universos paralelos e pessoas que nem nós, ou outras vidas nesses universos. A teoria de Hawking usa a mecânica quântica, de modo que desafia a ideia de Einstein, bem como de que o universo teria surgido há 14 bilhões de anos. O big bang então não teria começado apenas um universo, mas infinitos.

“Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” assim mostra a proprietária de lavanderia que auxiliada pelo marido, acessa por um fone de ouvido, universos paralelos, podendo assim resolver problemas da vida, como com sua filha, bem como com a auditora fiscal, que ameaça a continuação do negócio. No filme existe um universo bem diferente do nosso, onde as pessoas têm dedos de linguiças, noutro um animal conversa. O esposo, Ke Huy Quan, teria feito o papel de menino em um filme de Indiana Jones, ganhando agora a estatueta de ator coadjuvante. Dedicou a sua mãe de mais de 80 anos, o prêmio. A atriz tem em torno de 60 anos, Michele Yeoh, sendo um destaque cheio de vivacidade e jovialidade.

O filme “Tudo em todo lugar ao mesmo tempo” foi uma obra de arte, um tanto confuso, desafiante a quem assiste. Um panteísmo ou mesmo uma pansofia, o filme coloca essa totalidade e possibilidade múltipla do ser humano ser o que quiser, ser dono de seu destino, apesar de nem sempre estar na melhor vida. As escolhas fazem o que somos em nossa vida. O tema da relação da mãe com a filha, filha que parece procurar o suicídio, bem como sua relação homoafetiva, pareceu também ser um tema sério em meio à brincadeira de viagem pelos universos. Aceitar uma pessoa e amá-la pode fazer com que viva e queira viver.

Mariano Soltys, filósofo e advogado
autor de livro Filmes e Filosofia
Vinícius Salomão GB
Vinícius Salomão GB

4 seguidores 43 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de março de 2023
O cara que escreveu esse roteiro é simplesmente um gênio. Que filme e que mensagem forte que ele passa
Joana Barbara
Joana Barbara

17 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de março de 2023
Achei bem bobo, com um toque surrealista e bem legal. É uma reflexão sobre carma familiar dentro de uma teoria de múltiplas dimensões e rearranjos de vida de acordo com cada dimensão (ou reencarnação). Para quem é espiritualista como eu e acredita em reencarnação, carma e o princípio criador do caos (personalizado pela filha da personagem principal de um jeito bem extravagante), é um prato cheio. Além de que é um filme super inteligente e sensível que faz questão de ser boboca pra não ser levado tão a sério. É cheio de alegorias, exageros e bobagens aleatórias que eu sinceramente não vi como desanimador ou tosco demais. Na verdade é tosco, mas traz uma fantasia mágica pra história as boboquices todas. No final ainda tem um quê de drama que a gente que se identificou com o filme acaba ficando até sensibilizada. Não é aquela coisa excelente e tal, inovadora, espetacular, mas é bem distrativo e legal. No começo eu até pensei que não ia gostar, mas depois deu pra assimilar a coisa toda e ficou bem interessante.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2023
Sinceramente... achei mais destaques técnicos de cortes, atuações, fotografias... do que do enredo em si. Não me pegou muito não, mas é interessante a premissa.
Anderson
Anderson

20 seguidores 190 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 13 de março de 2023
A partir de uma historia de vida ordinária, que poderia ser a de qualquer de nós, obedecendo rigorosamente aos 12 passos da Jornada do Herói proposta pelo mitologista e professor universitário Joseph Campbell em 1949 e hipóteses científicas sobre existências alternativas, o multiverso, Dan Kwan e Daniel Scheinert constroem uma narrativa plena de momentos cômicos e outros do mais escrachado non-sense. As interpretações e a montagem extremamente competentes não permitem desvios de atenção desde o momento em que se conhecem os desafios corriqueiros a serem enfrentados pela "heroína". Em sua trajetória, utilizando habilidades adquiridas em vidas paralelas, evolui dentro da rede familiar até o desfecho final. Nada é gratuito apesar da apresentação destituída de qualquer sisudez. O diálogo profundo entre duas pedras, que observam o horizonte ao longe, constitui uma síntese do engodo frente a alguma expectativa que se pudesse ter de antemão.
Ctaiti
Ctaiti

50 seguidores 347 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2023
Minha opinião: Um dos filmes mais elaborados do ano. Tras uma proposta diferenciada em um momento que os filmes estão enaltecendo mais o #Multiverso ou um mundo de vários mundos, no mesmo espaço tempo. Temos vários filmes que tocam neste assunto, que para nos é algo novo, mas nos gibis já são estórias bem antigas. Aranha Verso, homem-Aranha: Sem volta para Casa e Dr. Estranho no Multiverso da Loucura. Entre outro mais antigos como: O Confronto (2001), Coerência (2013), A Outra Terra (2011). E temos também filmes de tempo, onde as mexidas no passado alteram o futuro; Tenet, times Cop, Looper, O Predestinado, Efeito Borboleta, exterminador do Futuro, Duas Vidas, Os 12 Macacos, De Volta para o Futuro, Interestelar, Sombra Lunar, Minority Report,... Tudo tem haver com mudanças ou tempo ou nos Mundos Verso. O incrível é ver como a humanidade nunca esta satisfeita com seu estilo de vida e buscam fazer mudanças, em questão da sua própria vida, mexendo no passado ou mexendo em outros Mundos. Tudo isso pela infelicidade ou frustação. E o ser humano busca isso. Aqui temos a atriz Michelle que já curto muito seu trabalho desde a década 90 com seus filmes com Jackie Chan, Pierce Brosnan,... hoje é uma Super Star de Hoolywood. Um filme bem executado e temos o ator da época dos #Goonies Ke Huy que nostalgia e interpreta muito bem seu papel. Os atores trabalham bem. Temos Jamie, James Hong e Stephanie. Que fazem vários papéis neste filme por causa do Multiverso. Um filme que esta concorrendo em 11 estatuetas. Bem é um filme bem elaborado e construído, porém não a coloco entre 5 melhores do ano. Temos obras melhores, porem os efeitos, cores, o estilo meio #trash e o humor são uma boa química para o filme.
Roteiro e enredo bem elaborados.
Vale apena assistir? Sim.
Nota: 8
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de dezembro de 2022
Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo (Everything Everywhere All at Once)

"Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo" é escrito e dirigido por Daniel Kwan e Daniel Scheinert (coletivamente conhecidos como "Daniels" e ambos são diretores do filme "Um Cadáver Para Sobreviver"), que o produziram com Anthony e Joe Russo ("Vingadores: Guerra Infinita" e "Ultimato"). A trama gira em torno de uma imigrante sino-americana (interpretada por Michelle Yeoh) que, ao ser auditada pelo IRS (o serviço de receita do Governo Federal dos Estados Unidos), descobre que deve se conectar com versões do universo paralelo de si mesma para evitar que um ser poderoso destrua o multiverso.

A A24 é uma produtora independente que tem apenas 10 anos de existência e já se mostrou extremamente competente, com trabalhos inteligentes e contundentes, que se utiliza de um liberdade na hora de criar suas histórias e seus roteiros, sempre visando o inédito e o surpreendente. O estúdio já entregou obras incríveis como "A Bruxa", "Midsommar", "Hereditário" e "O Farol". Além de já ter recebido inúmeras nomeações para o Oscar, já ter ganhado o Oscar de Melhor Atriz com a Brie Larson em "O Quarto de Jack" e o Oscar de melhor ator coadjuvante com o Mahershala Ali em "Moonlight" (filme que também deu o inédito Oscar de Melhor Filme para o estúdio em 2017).

Agora estamos diante do principal lançamento da A24. "Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo" estreou com uma aprovação incrível de 97% das opiniões no Rotten Tomatoes. No Metacritic o filme teve uma pontuação de 82 entre 100, com a indicação de "aclamação universal". Na pesquisa realizada pelo PostTrak o filme teve uma pontuação positiva de 89%. Após o lançamento o filme se tornou o mais bem avaliado no Letterboxd, substituindo nada mais nada menos que "Parasita". O mestre Guillermo del Toro deu declarações positivas sobre o longa, além dos vários elogios e recomendações. O longa-metragem arrecadou mais de $ 103 milhões em todo o mundo, tornando-se o primeiro filme da A24 a ultrapassar a marca de $ 100 milhões e superando "Hereditário" como seu filme de maior bilheteria.

Mas qual é o verdadeiro motivo de "Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo" ter se tornado um filme de tanto sucesso?

Eu diria que a principal característica é a ousadia dos diretores. Os Daniels foram ousados, inteligentes, competentes, construíram um roteiro que traz o seu principal conceito, o ineditismo, e aplicou uma eficácia surpreendente, algo pouco visto no cinema atualmente (pelo menos por mim). O roteiro do filme nos surpreende pela sua inovação, pela sua criatividade, por apostar no intrigante, no complexo, no diferente, no inédito, por criar um universo que flerta com a bizarrice, com a demência, com cenas absurdas, doentias e esquizofrênicas. Por outro lado o filme não faz nenhuma questão de ser levado a sério, ou se preocupar em como as pessoas irão reagir ao receber tudo que o roteiro quer nos entregar e da forma como ele decide nos entregar.

O longa traz um verdadeiro redemoinho de acontecimentos, um verdadeiro misto de ideias que nos cativa pela sua forma labiríntica em criar uma história com elementos de comédia negra, ficção científica, fantasia, filmes de artes marciais e animação. O filme é multifuncional, nos oferece diversas possibilidades funcionais, que tem variadas funções, funcionando como ação, drama, aventura, comédia, fantasia e ficção Científica. Tudo isso está inserido no filme, tudo dentro desse novo conceito de Multiverso. Por falar em Multiverso, aqui temos o verdadeiro "Multiverso da Loucura" (sorry Marvel), que funciona perfeitamente no conceito de inovação estética, de efeitos visuais, e olha que nenhum membro da equipe de efeitos visuais tiveram aulas ou se especializaram em efeitos visuais em escolas ou algo do tipo. Eram todos amigos que aprenderam sozinhos com tutoriais que encontraram online gratuitamente - incrível!

Além de todo loucura, bizarrice e demência apresentado na primeira hora do filme, temos aqui uma verdadeira reflexão sobre os conceitos familiares. Toda forma apresentada no Multiverso serviu para nos elucidar como o roteiro queria focar no relacionamento familiar, no relacionamento humano, nos falar sobre o amor, o perdão, a solidão, a frustração, a aceitação familiar. Podemos observar como o filme lida com a questão do "seu eu interior", como ele busca representar quem verdadeiramente somos: nossa essência, nossos sonhos, qualidades e pontos de melhoria. Tiramos aprendizados do filme, tiramos reflexões sobre nossas vidas com questões profundas humanas e familiares, que definem e evidenciam sobre nossa posição no mundo, na sociedade, na vida de outras pessoas ao nosso redor e, principalmente, em nossa família. Olha, faz muito tempo que eu não me deparo com um roteiro tão inteligente e funcional como este. Certamente um dos roteiros do ano - nota 10!

Além do filme possuir um roteiro certeiro, o elenco é completamente absurdo!
Temos aqui um elenco competente, funcional, que entregam atuações em um nível de excelência que colabora com perfeição para todo o sucesso do filme.

Michelle Yeoh é uma atriz renomada, conceituada, com uma carreira bem-sucedida em filmes de ação e artes marciais, que se destacou em filmes como "O Tigre e o Dragão", "Memórias de uma Gueixa" e "Podres de Ricos". Aqui Michelle tem um papel super importante como o centro das atenções, e ela se destaca maravilhosamente bem, com uma desenvoltura, um carisma, uma presença e um talento sem igual - a verdadeira cereja do bolo (e olha que originalmente o personagem foi escrito para Jackie Chan, porém o papel principal foi posteriormente retrabalhado e oferecido para ela).
Ke Huy Quan ("Os Goonies" de 1985) também entrega um trabalho e uma atuação primorosa, com uma ótima química com a Michelle Yeoh (tem várias cenas como os dois que são impagáveis).
Stephanie Hsu ("Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis") está muito bem em sua personagem, trazendo uma atuação que contrasta com vários momentos que ela passa durante toda a história, e ela tira de letra, uma ótima atriz.
Já a maravilhosa Jamie Lee Curtis (recentemente esteve em "Halloween Ends") é outro nível, é outro patamar. Uma atriz do calibre da veterana Jamie não tem muito o que elogiar, é praticamente chover no molhado, pois tudo que ela entrega é algo que já esperávamos, já estamos acostumados. Posso afirmar que a Jamie Lee Curtis tem a melhor atuação no filme, na minha modesta opinião, até um pouquinho melhor que a própria Michelle Yeoh.

"Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo" recebeu seis indicações no 80º Globo de Ouro, que são de Melhor Roteiro, Melhor Atriz Musical ou Comédia para Michelle Yeoh, Ator Coadjuvante para Ke Huy Quan, Atriz Coadjuvante para Jamie Lee Curtis, Melhor Filme - Musical ou Comédia e Melhor Diretor. O longa se destaca como o mais indicado com quatorze indicações no 28º Critics' Choice Awards, incluindo Melhor Atriz, Melhor Ator e Atriz Coadjuvante, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção e Melhor Filme.

O longa-metragem dos Daniels foi considerado um dos melhores filmes de 2022, recebeu ampla aclamação da crítica por sua imaginação, efeitos visuais, humor, direção, edição, atuação e manejo de temas como existencialismo, niilismo e identidade asiático-americana. Organizações como o 'National Board of Review' e o 'American Film Institute' o nomearam um dos dez melhores filmes de 2022.

O longa ainda traz várias referências um tanto quanto inusitadas de filmes como "Matrix", "2001 - Uma Odisseia no Espaço", "O Clã das Adagas Voadoras", "A Bela e a Fera", "Kung-Fusão", "Ratatouille" e, claro, "Doutor Estranho no Multiverso da Loucura".

"Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo" é um filme muito bom, pois ele consegue se destacar ao mesclar uma forma bizarra e doentia entre conceitos extremamente importantes em nosso cotidiano. Realmente é um trabalho muito imponente e muito poderoso dos Daniels, que agrega um roteiro muito original e muito rico, com um elenco muito carismático e muito funcional, com uma história que nos afronta com cenas em situações hilárias, intrigantes, cômicas, complexas e extremamente bizarras - daquelas pra você se perguntar: que P@#$% é essa!
Mais uma ótima produção da A24!
[23/12/2022]
JOAO C.
JOAO C.

6 seguidores 21 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de janeiro de 2024
É um filme muito engraçado, mas as vezes o humor é utilizado de forma enjoativa. As cenas engraçadas são recicladas até a piada ficar sem graça nenhuma.
O filme trata sobre a causalidade que é um assunto que gosto muito. Porém, ao longo do enredo, a história começa a ficar clichê e um pouco viajada.
Criaram um vilão super apelão e, no final, jogaram o vilão fora. A história estava preparando o espectador para uma trama, e, de repente, o filme tomou uma direção emocional. Não caberia emoção ali, o vilão já sabia o que queria.
Enfim, é achei muito bom, mas dava para ser um ótimo.
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