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Nelson J
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1.978 críticas
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3,0
Enviada em 4 de outubro de 2021
Òtimo ator segura este filme claustrofóbico sobre atendente do 911 que será julgado no dia seguinte por um crime, mas que agora atende uma caso de sequestro. Alguém quebrado poderrá ajudar outra pessoa também destruida.
Um atendente de emergências recebe a ligação de um sequestro e tenta a todo custo ajudar, enquanto lida com seus traumas e estresses pessoais. Bem tenso, da agonia o filme todo, porém esperava que a história iria ser melhor explicada. Limitaram o cenário e talvez poderiam tem aberto mais a história com isso. No geral, um filme interessante. Jake Gyllenhaal deu conta do recado, ou melhor.. da ligação.
Filme prende a atenção e Jake Gyllenhaal é responsável por isso com seu talento e cada vez melhor nas suas interpretaçãoes. Vale a pena, o filme é interessante e despretensioso. Vale a pena conferir
A nota não é maior porque é um remake sem muita surpresa, e a trama força a barra para a reviravolta funcionar. É bom demais para quem gosta de suspense rápido e intenso, mas não é uma obra-prima. Assista!
"Obra enxuta, emocionalmente potente e tecnicamente impecável, embora exija atenção total para apreciar suas nuances e reviravoltas." Em um call center, serviço de emergência no 911, o operador Joe Baylor (Jake Gyllenhaal) tenta salvar uma mulher sequestrada enquanto enfrenta seus próprios traumas. Intenso e claustrofóbico, o filme sustenta tensão máxima com uma narrativa minimalista, ambientada quase inteiramente em um call center. A direção precisa de Fuqua e a atuação brilhante de Jake Gyllenhaal entregam um drama psicológico que explora humanidade e falhas pessoais em um turbilhão de emoções. O roteiro surpreende ao desconstruir expectativas, revelando que nem tudo é o que parece.
Um filme todo filmado dentro da Central de Atendimento do 911. Mostra a instabilidade emocional e preocupações de um policial. A atuação de Jake Gyllenhaal está impecável. Mas, o filme é lento e explora pouco o dia seguinte.
Acredito que, neste filme, há um recorte fundamental para direcionar a uma avaliação ruim: o espectador perceber que, recorrentemente, há cenas desnecessárias – e que são prolongadas por falta de conteúdo.
O culpado foi dirigido por Antoine Fuqua e conta a história de um policial Joe ( Jake Gyllenhaal) está afastado do serviços das ruas enquanto aguarda o jugamento do seu delito e agora está trabalhando como operador do serviço de chamada 911. Sua noite se transforma em um verdadeiro inferno quando recebe uma ligação desperada de uma mulher que diz ter sido sequestrada pelo seu ex. Contando com poucas pistas, Joe busca não apenas salvar a mulher, mas seus dois filhos. O filme é um remake do suspense dinamarquês " Culpa" de 2018. Apenas 3 anos depois do filme original, a impressão que se deu é de tentar fazer um remake usando as premissas locais ( isto é sociais e culturais) americanas. Mas existe também a diferença da construção narrativa, enquanto o original dinamarquês se preocupa com o episódio em si, o norte-americano se preocupa com o protagonista. O estado mental do protagonista é o peso da trama. Inclusive a primeira cena e a última mostra bem isso. E aqui o protagonista tem que passar por um calvário para ser liberto no final ( típico da cultura americana). Outra diferença que acaba enfraquecendo esse filme é a falta de ideia de confinamento. O original não tem takes fora da operação e esse ainda vemos ( embora que pouco). A imagem do fogo em tela junto com a situação do incêndio acena para o inferno pessoa em que o protagonista está inteiro. Mostrando-nos o tempo todo que ele é que busca a sua redenção
Um filme com baixíssimo custo de produção, que tem um início interessante, mas aos poucos vai se tornando cansativo e previsível. Conta a história de Joe Bayler (Jake Gyllenhaal), um policial que está passando por um processo de investigação e foi afastado das ruas, trabalhando no atendimento, na central telefônica de emergência policial. Em um plantão entediante, Bayler recebe uma ligação de uma suposta vítima de sequestro. Sensibilizado com a situação, resolve ir além das suas funções e acaba envolvido em uma trama perigosa. O filme tinha tudo para ser muito bom, apesar da história já ter sido bastante explorada em outros filmes infinitamente mais interessantes, mas, mesmo assim, mostra que foi feito na correria das produções para cumprir contrato. No formato que foi feito, bastariam apenas 2 atores para rodar o filme.
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