Supergirl
Média
2,9
77 notas

32 Críticas do usuário

5
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Priscilla Natália
Priscilla Natália

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de junho de 2026
eu amei filme supergirl milly alcock e otima supergirl constucao da heroina e incrivel krypto muito fofo rutyhe muito boa lobo esta insano ponto mais fraco e krem pra mim e filmaco nota 10
Viny Yuri
Viny Yuri

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de junho de 2026
Eu Amei Filme Da Supergirl Construção Da Supergirl E Incrível Krypto Supercão E Incrível Ruthye Muito Boa Lobo Insano Ponto Mais Fraco E Krem Quanto Tem Gente Ficar Balando Besteira Não Entende Melhor Filme Da Supergirl Pra Mim e Filmaço Nota 10 ❤️
Elaine Sarmento
Elaine Sarmento

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de junho de 2026
spoiler:
O filme é muito bom mas o chato que não aparece muito lobo mas é super girl é legal as cenas de ação são muito boas os planetas também
Muryllo Araújo
Muryllo Araújo

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 26 de junho de 2026
MAIS UM DESASTRE DE JAMES GUNN.

Fezes kryptonianas puríssima². Dias atrás, eu estava tendo uma conversa com um amigo, e a pauta dele era que o cinema de herói está tão repetitivo que ele cansou de vez. Que iria se desvincular das assistidas e nunca mais retornar. Isso pelo gênero ter se tornado um lugar imundo onde a mediocridade e o jeito displicente de fazer as coisas reinam, só se mantendo de pé porque tem imbecil que banca o esquema ganancioso de patifes. E hoje, Supergirl provou essa tese e escancarou de vez o ranço que eu também estou pegando por esse gênero que um dia foi tão amado por mim. Onde, no passado, tínhamos o lendário Superman de 78, agora, no lugar, temos a desgraça e a ruína completa, remetendo a uma blasfêmia ofensiva do que um dia já foi honroso. Esse longa não passa de mais uma estratégia da DC para fisgar otário; consequentemente, mais um filme maldito e sem alma. Sendo feito em cima do hype de Superman, do James Gunn (que também é outra merda), o filme parece seguir os passos de seu pai; ao invés de apostar numa história que cative, com vilões marcantes e inovar sua proposta em um gênero tão saturado, só recicla coisas do cinema heroíno passado; uma fórmula marvelizada insuportável e que parece ter se tornado rotina na indústria. E sim, eu estou de saco cheio de ficar trazendo de novo esse assunto da mesmice nas minhas críticas, mas fazer o quê? Só respiramos por tubos em meio a repetição enquanto torcemos para uma mão amiga do Matt Reeves nos ajudar com The Batman: Part II. O espectador grita para a inovação: "me ajude! Eu não aguento mais tanto enlatado!" E a inovação só ignora. Um ghosting doloroso, que trai sentimentos.

Aí vamos pelo seguinte caminho: piadas mal estruturadas e com um humor forçado, exalando a sem-gracice. É tudo para falar: "antes de me criticarem, eu mesmo vou me zoar adicionando uma mudança de tom radical", uma piscada cínica e covarde de sangrar os olhos. Não deu outra: não tem peso dramático, não tem algo que faça você se importar com qualquer merda abordada na trama, não tem carisma e não tem tudo o que me faça achar que há algum capricho ali. Por mais que eu goste dessa jornada da SuperGirl solteirona, alcoólatra e sem esperanças de futuro, que iria causar uma redenção emocional, vamos de cima para baixo em questão de segundos. Qualquer sinal de luz narrativa é abafada por uma personagem esquecível, que tem como motivação vingar seus pais. Isso desperta uma vontade na produção de colocar uma aventura de amigas (inventiva até certo ponto) e enfiar goela abaixo a clássica mensagem "profunda" de: "a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena". Pelo amor de Deus, gente. Eu já vi essa mensagem um milhão de vezes, essas piadas inúmeras vezes, e adivinha? Tudo no mesmo gênero. É só isso que a DC consegue nos entregar? Um filme que, ao invés de se tornar uma jornada divertida, com bons ensinamentos e que conquiste, entrega uma experiência maçante, genérica e que, daqui a anos, vai cair no esquecimento cinematográfico.

Não é só a coadjuvante que é esquecível, não; são todos. O vilão parece aqueles lunáticos que tatuam o corpo todo e focam sua vida em mudar o corpo para parecer uma criatura. Ele, juntamente com sua gangue e motivações são tão superficiais e básicas que não instigam ninguém. A personagem secundária não tem força e parece ter sido tirada direto do ensino médio. Jason Momoa está um pouco forçado, mas bem. Mas, porra, não tem tempo de tela, velho. E aí faz o quê? Aguenta a personagem secundária ficar se lamentando por aí enquanto a SuperGirl vai de lugar em lugar comprando briga, resultando em batalhas sem emoção e que lembram uma briga de cotovelos? Não fode, filme. A conveniência foi o que mais me irritou. Krypto, que nos dois filmes em que apareceu foi a melhor coisa, aqui é escanteado e guia uma trama apática e desinteressante. Ele não está em cena. Então, não tem pilar de carisma e nenhum personagem em específico que segure a barra desse estrume cinematográfico curador de insônias.

Os caras literalmente cometem o maior desrespeito que podem fazer com uma alienígena sobre-humana: colocam ela sofrendo para fracotes, tudo para não pisar no espaço da coragem que é retratar tamanha figura que tenha força de uma deusa. A menina só vai vestir o uniforme com símbolo de esperança no final do filme; antes disso, estava andando de cá para lá parecendo uma mendiga aqui do centro de Porto Alegre. O que poderia engrandecer, que são seus poderes, são tratados como espetáculo vazio, uma casca que não tem nada dentro, apenas para gerar boas poses e banners bonitos. A visão de laser? Parece aqueles ponteiros laser que viraram febre na adolescência de 2015. O voo? Tem cenas aproximadas para se desvincular do dramático de vez. É literalmente jogar o potencial da protagonista no abismo para dar voz a ruídos descartáveis. Como citei na Crítica Anterior, existem entretenimentos que sabem de si mesmos, apresentando uma sessão da tarde satisfatória. Mas aqui? Só relembram o quanto errar no tempero do cinismo pode transformar um passatempo primoroso em um desastre irritante. Até The Flash, tanto o de 2023 quanto a série que se conectava com outros universos, trouxeram uma SuperGirl mais emblemática e encantadora. Então seguimos à risca de não ter um filme solo que adapte bem a história da heroína voadora. Eu sei que há dificuldade em fazer uma história que se conecte bem com tamanho poder, mas não acho que a estilização do conto e uma jornada esquecível, genérica, de 1h40m sejam a solução. Sabe o que me parece esse filme? Um produto comercial que deve ser postado obrigatoriamente, para cumprir tabela e ajustar o universo de forma pífia. Talvez seja um aviso. Já que só fazem catástrofe, deixem esse universo de Krypton em paz, de uma vez por todas. Assim, é menos uma incomodação.

Outra coisa: o pessoal reclama do realismo do Batman do Nolan, mas lá tinha peso dramático que justificasse. Aqui? É um foco nas terras e no espaço sem cor; um filme sem cor, um filme feio. Um visual que tenta mirar nas cores neutras que realcem o ar, mas acerta na poeira cegadora horrenda; um realismo incomodativo que só deixa evidente mais uma covardia do filme e da própria indústria atual: a vergonha de ser cafona, a vergonha de abraçar o irreal com a fantasia. Tudo é um retrato de como seria ter essas figuras com poderes colossais em nossa realidade. As únicas cenas levemente confortáveis foram a adição do Superman, que conseguiu entregar um humor inocente e do cotidiano. Então, para resumir: 3 minutos de filme foram prazerosos; o resto? Uma tortura completa que eu desejo todo o mal de bilheteria e que merece o esquecimento eterno. Até o Seu Madruga entregou um ensinamento mais valioso sobre dar o troco no mal do inimigo... Dito isso: era melhor ter ido ver o filme do Pelé.
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Juliana Almirante
Juliana Almirante

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4,0
Enviada em 25 de junho de 2026
O filme é divertido e inteligente, com uma SuperGirl que flutua entre mãe de pet e jovem rebelde. Vale a ida ao cinema
Bira Informática
Bira Informática

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 25 de junho de 2026
Um grande M. Filme chato, horrível, cansativo, tédio, meloso...........,.............................
Giselle Leigh
Giselle Leigh

13 seguidores 88 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de junho de 2026
Péssimo filme! Escolheram uma atriz horrorosa para fazer a Supergirl em uma história ridícula sem pé nem cabeça. Além de tudo descaracterizaram a personagem que se apresenta bêbada a maior parte do fillme. Onde já se viu uma Supergir bêbada? Ridículo! Quiseram lacrar e descaracterizaram completamente a personagem principal resultando em mais um lixo cinematográfico. Quem tiver interesse em conhecer melhor a Supergirl original, recomendo assistir o filme Supergirl de 1984 infinitamente melhor que esse e com a lindíssima Helen Slater interpretando o papel título.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 495 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de junho de 2026
Supergirl é basicamente a DC dizendo: “ok, Superman foi o lado esperança e abraços; agora vamos para o lado poeira, bebida, vômito, briga de bar e Jason Momoa gritando como se tivesse nascido para isso”. E, sinceramente? Funciona mais do que deveria.

O filme tem uma identidade muito própria dentro desse novo DCU. É meio road movie espacial, meio faroeste punk, meio Guardiões da Galáxia depois de passar uma semana perdido no deserto de Mad Max. Milly Alcock é o grande acerto aqui: entende a Kara como alguém quebrada, impulsiva, engraçada e tentando não desabar no meio da galáxia.

O problema é que o filme nem sempre acompanha a força dela. O vilão é genérico, algumas subtramas não empolgam e os efeitos visuais oscilam bastante. Ainda assim, quando Supergirl abraça o caos, a sujeira e a rebeldia da protagonista, entrega uma aventura divertida. Não é um voo perfeito, mas Kara já chegou fazendo barulho.
Maycon D.
Maycon D.

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3,5
Enviada em 26 de junho de 2026
Filme bem legal. Direção bem boa. Supergirl rouba a cena apesar do nome do filme ser dela. Senti falta dos outros personagens. spoiler:
vilão triste zero aproveitamento spoiler:
. spoiler:
final pode se dizer polêmico para quem não sabe o que James Gunn está construindo sobre os heróis da dc spoiler:
.
Nando Couto
Nando Couto

4 seguidores 12 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 24 de junho de 2026
Crítica, Supergil:

O longa não prometeu entregar e realmente não entregou.
Para quem curte a família do Superman incluindo o cachorro (Kripto), acredito que vai gostar porém, a trama se resume numa relação entre a protagonista e a cura para seu cachorro.
O filme parece não ter se importado com o que quase todo mundo esperava.
Se realmente , isso fosse bom ou ruim. Mas, no pior dos casos, o filme é razoável (lembrou muito Besouro Azul). A personagem (Supergil ) retornará em futuros projetos da DC, apesar da recepção oposta que tive. Por outro lado, estou feliz que agora a pontuação esteja meio que 50/50 em vez de totalmente negativo.
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