Péssimo filme! Escolheram uma atriz horrorosa para fazer a Supergirl em uma história ridícula sem pé nem cabeça. Além de tudo descaracterizaram a personagem que se apresenta bêbada a maior parte do fillme. Onde já se viu uma Supergir bêbada? Ridículo! Quiseram lacrar e descaracterizaram completamente a personagem principal resultando em mais um lixo cinematográfico. Quem tiver interesse em conhecer melhor a Supergirl original, recomendo assistir o filme Supergirl de 1984 infinitamente melhor que esse e com a lindíssima Helen Slater interpretando o papel título.
O filme pode ser ruim mais ainda sim consegue ser melhor do que o filme do Super Man vesgo, chorão e magrelo, no universo do James Gunn estão deixando os kryptonianos extremamente fracos, e ainda se não bastasse estão deixando fraco e ainda fazendo a Kara ser fraca e bêbada o filme todo, até os bêbado batem nela, e no filme eles afirmam que Jor-el mandou Kar-el para o planeta terra para dominar a raça humana, confirmando a narrativa tosca do roteiro do James Gunn, a atriz é boa o lobo meia boca, o roteiro da ana nogueira que é péssimo, infelizmente esse universo já nasceu morto, o universo do Zack Snyder poderia ter seus problemas, mas era infinitamente melhor que essas bombas coloridas cheio de piadas e com roteiro fraco que esta sendo feito.
Filme bem legal. Direção bem boa. Supergirl rouba a cena apesar do nome do filme ser dela. Senti falta dos outros personagens. spoiler: vilão triste zero aproveitamento spoiler: . spoiler: final pode se dizer polêmico para quem não sabe o que James Gunn está construindo sobre os heróis da dcspoiler: .
Não é dos melhores mas também não é ruim como as pessoas falam, acho que ficaram com raiva da atriz, acho que o fim deveria ser igual a hq, exageraram tipo tudo que o filme tentou passar se desfez no fim. É o mesmo caso do outro filme a atriz segura o filme.
Personagens de Star Wars, um motoqueiro estilo banda KISS, muito, muito efeito digital e um roteiro cheio de clichês, além de uma adolsescente rebelde e anestesiada pelas baladas e bebidas. Algo de novo?
Até que é legal, mas essa ausência de sangue mesmo com muita pancadaria e explosões tira totalmente a noção de perigo. A personagem é fora do padrão, claro, mas muita enrolação para algo que deveria ser mais rápido. Um passatempo legal, apenas isso.
Supergirl é basicamente a DC dizendo: “ok, Superman foi o lado esperança e abraços; agora vamos para o lado poeira, bebida, vômito, briga de bar e Jason Momoa gritando como se tivesse nascido para isso”. E, sinceramente? Funciona mais do que deveria.
O filme tem uma identidade muito própria dentro desse novo DCU. É meio road movie espacial, meio faroeste punk, meio Guardiões da Galáxia depois de passar uma semana perdido no deserto de Mad Max. Milly Alcock é o grande acerto aqui: entende a Kara como alguém quebrada, impulsiva, engraçada e tentando não desabar no meio da galáxia.
O problema é que o filme nem sempre acompanha a força dela. O vilão é genérico, algumas subtramas não empolgam e os efeitos visuais oscilam bastante. Ainda assim, quando Supergirl abraça o caos, a sujeira e a rebeldia da protagonista, entrega uma aventura divertida. Não é um voo perfeito, mas Kara já chegou fazendo barulho.
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