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José Diniz
28 críticas
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3,0
Enviada em 2 de agosto de 2026
Na década de 60, começo de 70, a Garota de Aço dos quadrinhos era chamada de Supermoça. Sua altura varia de 1,65 a 1,70. A atriz que interpreta a Supergirl (Milly Alcock) tem 1,65 de altura. A história segue Kara Zor-El, uma heroína traumatizada pela destruição do planeta Krypton. Em uma jornada pelo espaço se junta à jovem alienígena chamada Ruthye, que busca vingança e justiça pela morte dos pais. O caçador de recompensas e anti-herói Lobo (Jason Mamoa) se junta a essa dupla contra o mercenário Krem. Krypto, o Supercão desta vez tem breve participação. O filme é recheado de lutas de bar rápidas e divertidas e cumpre o que promete.
Eu gostei bastante do filme da Supergirl. Não diria que é um filme perfeito ou um dos melhores do gênero, mas é um filme bom, divertido e que entrega uma proposta interessante.
O ponto que mais gostei foi a forma como ele apresenta uma Supergirl que muita gente não conhece, principalmente quem acompanha apenas os filmes e séries e não tem contato com os quadrinhos. A personagem mostrada aqui tem uma trajetória diferente, uma personalidade própria e uma história que vai além de ser apenas “a prima do Superman”.
O filme explora uma versão mais complexa da Supergirl, mostrando seus conflitos, suas escolhas e o caminho que ela percorre para entender quem ela é. É uma abordagem que traz uma nova perspectiva para a personagem e faz ela se destacar por conta própria.
Para quem já conhece a Supergirl dos quadrinhos, existem elementos interessantes e referências que ajudam a construir essa nova fase. Para quem não conhece, o filme funciona como uma boa introdução a uma heroína que ainda não teve tanto espaço nas telas.
No geral, achei um filme bom, com uma proposta diferente e uma Supergirl que gostei de acompanhar. Talvez não seja uma obra-prima, mas cumpre bem o papel de apresentar uma nova versão da personagem e abrir espaço para que ela seja vista de uma maneira diferente pelo público.
Embora a premissa tenha potencial, o roteiro rapidamente entrega o caminho que pretende seguir. A relutância inicial de Kara em participar da vingança dura pouco e, como esperado, um ataque de Krem a alguém próximo da heroína serve como gatilho para colocá-la definitivamente em ação. A partir daí, a narrativa se transforma em uma perseguição cósmica que atravessa diferentes sistemas solares, onde a ausência do sol vermelho limita os poderes da kryptoniana, enquanto ela enfrenta ameaças previsíveis, tenta escapar do caçador de recompensas Lobo e conta com a companhia de Krypto, o supercão. Apesar do espetáculo visual, a sensação é de assistir a um filme que revela seus próximos passos muito antes de eles acontecerem, reduzindo o impacto dramático e as surpresas ao longo da jornada.
As mudanças que estão fazendo no novo universo DC não é do meu agrado e eu não gostei dos pais do Superman serem "ditadores", Supergirl mais nova e inconsequente, o futuro pra esse universo é gigante mas até agora sem nenhum sucesso.
Filme fraco, repetitivo, nenhuma hora me cativou e me prender pois é uma história totalmente genérica com aquele tipo de final mais genérico ainda "você não pode matar o vilão, se não você não vai se perdoar", e o vilão é o puro suco do "não sei que vilão por, inventa qualquer um aí sem profundidade nenhuma". Perdi meu tempo com esse filme de história genérica.
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