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Amélia Fernanda
1 crítica
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5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2025
Um dos melhores filmes sobre a Ditadura civil-militar que vi até então. Uma trama que te envolve do início ao fim, sensível mas forte! Compreende a dor da Eunice de maneira tão particular que nos toca no âmago. O que me deixou mais presa é como as filmagens te fazem se sentir perto de todos, é confortável e cativante. Fernanda Montenegro está um espetáculo em todos os sentidos! Acredito que preciso dizer que o final me fez chorar, eu senti a dor e o alívio de ver a morte e a vida serem retradas de maneira tão poética. A ditadura é um período macabro que não se deve deixar cair no esquecimento, ANISTIA JAMAIS!
Impactante, forte e ao mesmo tempo de uma sensibilidade única. Nos faz refletir sobre a força de Eunice Paiva e toda sua luta. Um filme obrigatório para entender os tempos cruéis de ditadura no Brasil
Um espetáculo visual e de atuações. Fernanda Torres e Selton Mello entregaram tudo e mais um pouco. Uma direção sem falhas e um roteiro mais que perfeitamente adaptado
esse filme é uma obra prima, o roteiro, atuação, como retrata, tudo é PERFEITO, muito triste mas é uma realidade do nosso Brasil, Fernanda Torres realmente mandou mt, mas o filme em si é impecável, em algumas cenas me sentia um pouco trêmula e angústia também, chorei dms e escutei gente no cinema até soluçar kkk, só assistam
Ainda Estou Aqui é um filme tão bem construído, a gente se envolve desde o inicio, se emociona, se indigna, se orgulha, se sente impotente... É incrível a competência de Walter Salles e do elenco em transmitir todo o horror da Ditadura Militar no Brasil: a crueldade, o sadismo, a torpeza! É um filme tão necessário, quanto oportuno, pois nos alerta sobre a importância do passado como aprendizado! Fernanda Torres arrasa!!
Assistir a "Ainda Estou Aqui" foi uma experiência profundamente impactante. Desde os primeiros minutos, senti-me imerso na delicadeza com que Walter Salles dirige a narrativa, centrada na vida de Eunice Paiva, interpretada de forma visceral por Fernanda Torres. A atuação dela me tirou o fôlego. Há algo na maneira como ela traduz o luto, a força e a resiliência de Eunice que me fez esquecer que estava vendo uma personagem – parecia real, viva.
O filme aborda um tema pesado, o desaparecimento de Rubens Paiva durante a ditadura militar brasileira, mas faz isso de maneira sensível, sem apelar para o sensacionalismo. A escolha de Salles em sugerir a violência em vez de mostrá-la explicitamente me marcou profundamente. Cada silêncio, cada olhar vazio de Eunice carregava um peso que era quase tangível.
Outro momento que me emocionou foi a breve aparição de Fernanda Montenegro, que interpreta Eunice na velhice. Foi impossível não me arrepiar ao vê-la em cena. Parecia um encontro simbólico entre gerações, quase como um laço entre mãe e filha que transcende a tela.
A fotografia é belíssima, criando uma atmosfera melancólica que dialoga com a dor e a força da história. A trilha sonora, sutil e bem posicionada, ajudou a construir essa intensidade emocional sem jamais distrair.
“Ainda Estou Aqui” não é apenas um filme – é um lembrete da importância de não esquecer as feridas da história. Saí do cinema tocado, reflexivo e com um profundo respeito pela coragem de contar uma história tão necessária. É o tipo de obra que fica com você por muito tempo.
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