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Jeison M.
17 críticas
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0,5
Enviada em 2 de março de 2025
Filme sonolento, desde o início não senti vontade de ver... Esperei sair no navio pra ver e finalmente pude dar minha opinião.... Esperava depois de todo o bafafa indicações e prêmios um filme competente, mas não é, se comparar com Cidade de Deus, Tropa de Elite e até Meu nome não é Jhonny todos são infinitamente melhores, e não tem nada haver sobre o tema, ditadura, comunista ou oq for... É apenas que a história não tem ação, não tem suspense, mal tem drama e se enrola por horas atras de uma história que não empolga, não tem reviravolta, nada. Enfim um tédio.
Pior filme que eu já assisti esconde fatos sobre a ditadura para parecer que os que foram torturados não fizeram nada de errado super de esquerda odieiiiiiii
Assistam vocês mesmos. Zero emoção e muita conversa. Tentam até fazer a gente chorar matando um cachorro atropelado. Kkkkkkkkk. Eu queria entender como um filme desse concorre ao Oscar e o Auto da Compadecida não.
Ainda estou aqui contou com a direção de Walter Salles e roteiro de Murilo Hauser e Heitor Lorega. O filme foi baseado na obra de Marcelo Rubens Paiva, lançado em 2015. Vale lembrar que o filme foi indicado a 3 categorias do oscar de 2025: melhor atriz (Fernanda Torres), melhor filme e melhor filme internacional. Fernanda Torres ainda ganhou o globo de ouro. A trama é ambientada em 1970, quando o Brasil enfrentava os momentos mais críticos e violentos da ditadura militar. Assim, o filme segue a família Rubens Paiva, Rubens (Selton Mello), sua esposa Eunice (Fernanda Torres) e os seus 5 filhos. Um certo dia, Rubens acaba sendo levados pelos militares e desaparece. Eunice busca de todas as formas encontrar o marido vivo ou simplesmente notícias do seu paradeiro. Sem tantos apelos emocionais, a direção segue mostrando os bastidores de uma família que foi marcada pela ditatura. Salles acaba se distanciando demais das teias emocionais, mas entrega uma atmosfera densa por conta do medo imposto pelos militares e o seu regime em si e em certo aspecto melancólico. O filme ganha esse contorno a partir do seu segundo ato, quando o personagem de Selton acaba saindo de cena e Fernanda acaba brilhando mais forte. Algo aqui a ser muito louvado é a qualidade do elenco que entrega um perfeito trabalho com personagens reais. A química de Selton (possui uma incrível semelhança com Rubens) e Fernanda foi algo extraordinário. Por falar na Fernanda, aqui soube tomar para si a dor de forma sutil, com um gesto ou simples olhar. O terceiro ato faz o filme perder o folego, e a ideia de colocar a Fernanda Montenegro no papel de Eunice idosa, se faz jus apenas para a história da dramaturgia brasileira e não para o filme em si. Salles utiliza saltos temporárias para mostrar o principal acontecimento narrativo, e fecha tentando usar o que não usou no filme todo: o lado emotivo, com Eunice já idosa, reunida com toda a sua família. O filme em si tem a sua importância e relevância ao mostrar aspecto de um período político tenebroso no Brasil. Espera-se que inspire outras obras e mostre não apenas o lado da burguesia que sofreu com a ditadura e sim o lado pobre da classe trabalhadora e estudantil.
Excelente! O filme é emocionante abordando com maestria temas como luto e resiliência. Atuações intensas, fotografia sensível e narrativa tocante. Imperdível!
Chorei muito, mas aprendi bastante sobre a ditadura. Eu tenho uma visão totalmente disturbada sobre a ditadura e talvez, eu jamais serei a mesma depois desse filme. Graças a Deus por isso
Filme lindíssimo, com atuações impecáveis e uma sensibilidade única de mostrar experiências humanas e da forma como conta uma história tão relevante para a sociedade.
Muitos filmes sobre o governo do terror de 1964 já foram feitos, este é apenas mais um. Não achei este filme nenhima Brastemp mas, ideal é que se faça sempre sempre mostrando o que foi a ditadura que assolou nosso país durante 21 anos para que os jovens cresçam com a mentalidade de "DITADURA NUNCA MAIS!"
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