Em três salas de aula para adultos se destacam três mulheres que têm em comum o desejo de melhorar de vida por meio do estudo. Vânia frequenta as aulas no presídio feminino enquanto acompanha o lento desenrolar de seu confuso processo criminal, a empregada doméstica Maria José todas as noites vai às aulas da Educação de Jovens e Adultos levando junto a filha pequena, e a adolescente transsexual Tifany busca se adaptar à vida em abrigo e ser tratada pelo nome que escolheu, não mais pelo que consta em seus documentos.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
3,5
Bom
Diários de Classe
O espaço de todas as trocas
por Taiani Mendes
Escola. Inacessível para muitos, grade curricular defasada, professores despreparados e mal remunerados, insegurança... A lista de problemas é enorme, mas duas coisas são sempre positivas: a riqueza do debate numa sala de aula heterogênea e o poder transformador da educação. Conhecimento é poder e qualquer vida é drasticamente alterada do analfabetismo à alfabetização.Em Diários de Classe, os diretores Maria Carolina da Silva e Igor Souza adentram três classes para adultos em diferentes locais de Salvador: uma penitenciária feminina, uma escola pública na periferia e um abrigo bancado por religiosos. Os realizadores observam esses ambientes bastante distintos, mas que servem ao mesmo propósito e são povoados por anseios de uma vida melhor, num silêncio interessado, com atenção guiada pelo que dizem os “colegas de classe”. Na penitenciária a câmera é posicionada imitando o ponto de vista
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Festival de Curitiba
Filme participante das Exibições Especiais da 7ª edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba.
Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
ELO STUDIOS
Ano de produção
2017
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
1 curiosidade
Orçamento
-
Idiomas
Português
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-