Filme muito doido mas muito bom.Interessante, diferente! Não é um gênero que agrade a todos, mas chamou minha arenção.Bela fotografia boa interpretação e direção.Recomendo!
A cereja do bolo é a claridade em que tudo se acontece: o dia. Diferente da pegada de Hereditário, esse funciona como o oposto, muita luz, cores e o que achei mais genial a obscuridade dos personagens dentro da luz. Pois tudo acontece sob a luz do sol. Não esperem jump scare (até porque isso já deu, né!) e garanto que isso nem faz falta no filma. É um tanto contraditório dizer que a é uma belíssima película, por ser do gênero terror, mas a distribuição de cores e planos abertos do filme, te deixam hipnotizado do início ao fim, junto a uma trilha sonora atordoante. Um ponto negativo é ter "demonizado" a cultura e religiosidade nórdica, isso não me agrada como Historiador. Super recomendo, não esperem "assassinatos", tudo faz parte da questão cultural da religiosidade e crença de uma comunidade.
Vou começar com um aviso. Se você é um grande fã de terror, não vai gostar disso. Não é The Conjuring, não tem sustos, é um filme lento. Não é assustador da maneira que a maioria dos filmes de terror é assustadora. Não te assusta. Pareceu traumático. Este é um filme artístico, com certeza. Se você não gosta disso, não o veja.
Florence Pugh é absolutamente fenomenal. Ela fornece o coração para o filme e é o que mantém a platéia emocionalmente envolvida em um filme tão perturbador. É uma das maiores performances de terror que eu já vi.
A cinematografia é incrivelmente linda. Eu nunca vi um filme parecer tão sangrento e grotesco e, ao mesmo tempo, absolutamente maravilhoso. É uma das melhores cinematografias que eu já vi nos últimos anos. A direção de arte também é fenomenal ao nos proporcionar um mundo de pesadelos com cores doces e florais.
E o roteiro e a direção de Ari Aster é o que torna isso tão especial e o separa de outras peças de terror. É lento, metódico, misterioso. Mas os personagens são psicológicos e profundos. O diálogo é real e colorido. O enredo é surreal e perturbador. Ele deixa os sustos rastejarem em você em vez de pular em você. Ele permite que você veja o que vai acontecer, processe, sinta o choque do que está prestes a acontecer e, em seguida, ainda o choque ainda mais quando isso acontecer.
Este filme será divisivo. Não tenho dúvidas de que muitas pessoas aqui odeiam isso. No entanto, embora este seja um filme desafiador, também é um ótimo filme. No meio de um personagem, diz algo como "Isso foi tão complicado, mas estou tentando manter a mente aberta". Sugiro que o público siga esse conselho.
PSA, este filme é extremamente violento, sangrento e sangrento. É bem horrível e pode ter coisas que estão desencadeando.
Antes de assistir Midsommar, você deve ter em mente que não é um filme de terror convencional, a história é desenvolvida com calma durante 2:30 de filme, então se você for assistir o filme despretensiosamente e buscando apenas uma forma de entretenimento, é melhor que nem veja o filme. Tecnicamente o filme é lindo, com uma belíssima fotografia e uma ótima ambientação, a Florence Pugh, que faz o papel da protagonista, está excelente, inclusive, é uma atriz muito promissora. O suspense do filme é muito bem construído, conforme o filme vai avançando vai ficando cada vez mais caótico, até ter um excelente terceiro ato. O único defeito do filme para mim é que o filme em alguns momentos se torna um pouco previsível. Na minha opinião um dos melhores filmes de terror da década, e o segundo melhor horror de 2019, perdendo apenas para O Farol.
Remete aos clássicos filmes de terror/suspense nos quais a aflição do telespectador se dava pela música, cortes de cena, enredo, atores e não apenas pelas opções gráficas. O filme não é original, mas está longe de ser um clichê. Vale a pena assisti-lo.
Mais um filmão de Ari Aster e do estúdio A24, um pouco abaixo de Hereditário, mas Midsommar consegue nos prender do início ao fim, numa trama estranha e que ganha força a medida que avança. As atuações são ótimas também. Ótimo filme.
Nada mais nada menos q uma seita com tradições antiguíssimas nórdicas sendo descoberta/experimentada por alguns jovens civilizados,esse adentrar na doutrina deles deixa os jovens maravilhados,mas na medida q vai seguindo os dias,o convivio dos jovens perante a seita passar a revelar Mal-estar/desconforto,confusão mental,medo, desespero e morte,e é uma hístória q tem diferentes sentidos para interpretação,uma Obra Prima q pouquíssimas pessioas vão absorver e gostar, eu A.D.O.R.E.I,...
e detalhe essa tradição Midsommar "existe realmente" na Suécia,e o Estranho Sol da meia Noite "é Fato",...
A definição da expressão ''filme difícil''...Definitivamente, não é pra todo mundo. Mas com um pouco de paciência e mente aberta para reflexão, você até que pode tirar algo positivo da experiência. Embora se passe majoritariamente na Suécia, o longa de Ari Aster carrega fortemente o fatalismo cruel arraigado na sociedade americana em sua abordagem do trauma. As perdas humanas, o abandono emocional, ilusão, desilusões, etc...Midsommar pode ser lido como uma alegoria aos relacionamentos destrutivos, a irônica solidão da vida conjunta e as coisas que nos afundam emocionalmente. Aster em seu segundo longa já se mostra um jovem talento muito interessante, com domínio técnico e narrativo de seu projeto, mérito da A24, dando liberdade criativa para realizadores autorais, investindo em filmes desafiadores. Não há nenhum outro longa recente com tamanha atmosfera nauseante e emocionalmente desolador como este. Meticulosamente filmado e com um clima constante de inquietação, qualidades em um suspense que podem também ser suas maiores fraquezas. É um filme feito para dividir : Imagens grotescas por vezes postas para simples valor de choque, personagens tateantes, perspectiva cênica insistentemente incômoda, estrutura maçante, seita pagã perturbadora...Enfim, é aquele caso de tentar deixar o público o mais desconfortável possível com a experiência, porque quanto mais você está fisicamente incomodado com o que vê, mais as ambíguas mensagens do longa te intrigam. E bota ambíguas nisso, porque o filme não faz a menor questão de explicar nada, e esse é o seu maior diferencial de outros longas de suspense com a mesma temática, qualidade que revigora mas também aliena o público, pois a maior parte das pessoas vai assistir este longa achando ser mais um terror de jump-scares, mais um filminho de terror acéfalo com sustinhos toscos, o subtítulo nacional também ajuda a desinformação. O elenco inteiro está ótimo, apesar de eu só ter me importado com a protagonista, vivida pela cada vez melhor Florence Pugh, que tira leite de pedra do roteiro ao deixar uma personagem irritantemente passiva bem empática e de fácil identificação. Jack Raynor não tem muito o que fazer além do ''namorado preso na relação que não está mais nem aí pra namorada'', mas ele é um bom ator e entrega o que é exigido. Will Poulter faz o papel do amigo idiota pra alívio cômico, e faz bem embora seu personagem pareça deslocado demais dos outros. Midsommar é um suspense psicológico que será discutido, apreciado, odiado, e divisivo por muito tempo exatamente como foi feito para ser. Eu achei um filme maravilhosamente bem produzido e interpretado com certos erros de cálculo que o impedem de ser exatamente memorável. Em geral, o saldo é positivo. NOTA : 7.5 / 10
Está certo que representar os sentimentos pulsantes de uma jovem no estado em que estava a protagonista, pode ser excitante, mas a técnica e o excesso de simbolismo falam muito mais alto do que o miolo da história. É, sem dúvidas, uma experiência interessante por ser uma proposta diferente, mas não tão envolvente e satisfatório quanto deveria.
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