Midsommar - O Mal Não Espera a Noite
Média
3,2
765 notas

179 Críticas do usuário

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Jorge Cioffi
Jorge Cioffi

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 19 de junho de 2020
O filme já é alegórico o suficiente e minhas palavras aqui são: lindo, excêntrico e insistente.
Lindo: com uma fotografia acima da média em partes do filme consegue agradar e criar boas expectativas.
Excêntrico: o filme não é expositivo e faz os mais ansiosos tirarem conclusões errôneas, o que é bom, pois surpreende.
E por fim, insistente: depois de captarmos boa parte da intencionalidade do filme, ele não traz mas nenhuma surpresa a não ser insistir em ir até o fim da loucura que nos fez imergir.
Vitor G.
Vitor G.

5 seguidores 36 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de maio de 2020
Eu não entendi pq as pessoas sentiram repulsa. Eu particularmente não senti nada. Foi legal e só isso. Bjs
Alice Almeida
Alice Almeida

1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de maio de 2020
Até curti o filme. Não sei ser critica de cinema como o resto da galera que geralmente comenta aqui, mas a única coisa que me irritou de verdade, foi que aquela Mya podia ter morrido. Ai eu ficaria feliz demais com o filme. Tirando isso, foi ok!
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de abril de 2020
É um filme nada convencional, dado ao histórico do gênero nesses últimos anos. O problema para mim é a duração, poderia ter tido uns 30 minutos a menos, deixando o filme mais compacto. Mas enfim, Quer ver algo "fora da casinha"? Midsommar é uma opção.
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de dezembro de 2019
Primeiro que não se compara com o Hereditário. Muita fama prá pouco filme em si... um "drama com horror", com umas saídas fáceis, um conformismo exagerado que resulta nas facilidades que a trama precisava... onde que não ia gerar revolta os amigos sumindo? Ok, ok... estavam todos dopados... mas mesmo assim eu esperava MUITO mais, MUITO. Não é um filme ruim, mas é arrastado SIM, é meio chato SIM, e não é de terror, é de horror... e, mesmo assim, um horror meia boca. Uma seita com suas tradições e muito alucinógeno.
Gabriel Novais
Gabriel Novais

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 12 de novembro de 2019
Ótimo filme. Inclusive achei muito melhor e mais coerente que o primeiro filme do diretor Ari Aster(o supervalorizado "Hereditário"). Com inspiração clara e gigante na obra-prima do terror "O Homem de Palha", é um filme que surpreende. Tem um desenrolar lento, mas não cansativo, um bom roteiro, com um desfecho também surpreendente. A fotografia é incrível, dispensa comentários. Recomendo muito pra quem é mais mente aberta pra filmes.
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de novembro de 2019
Essa onda de longas bem diferentes do gênero horror vem cada vez mais ganhando espaço nos cinemas,seja pelo Robert Egger ou pelo Jordan Peele que vez lançando filmes que seguem uma linha diferente do normal,outro que está fazendo isso é o Ari Aster que ganhou visibilidade com o bom Hereditário do ano passado e aqui estrega um longa peculiar que aborda diversos temas mas sem uma clareza pu repostas.Podemos analisar o longa de muitas maneiras e a mais clara possivelmente é o relacionamento que é tratado entre a protagonista e seu namorado que ambos tem uma dificuldade de manter a relação que vai dos problemas pessoais e trumas da protagonista até lado sem sal do namorado dela,outra coisa que eu percebi é justamente como lidamos com criticas a nossa religião,a aceitação que diferentes crenças e costumes.O filme tem uma parte técnica de destaque com uma fotografia bonita e um movimento de câmera engenhoso tentando nos prender na narrativa do filme que aliás é feita da maneira mais incômoda possível já que temos uma trilha incômoda e um senso que que algo está errado além das sequências psicodélicas que passam ao espectador a sensação de desorientação que os personagens se apresentam.As atuações são muito boas com destaque para a protagonista interpretada pela Florence Pugh.O roteiro procura mostrar crenças,dor,perda e trauma além de te por em situações incômodas desenvolvendo mais a protagonista do que os personagens secundários.O gore é extremo com cenas cruas e realistas,coisa que o cineasta fez no seu trabalho anterior e a apresentação dessas cenas fortes causa o impacto que precisava ter.Mas é claro que no meio de todo o processo ele se perde em suas ambições e passa do ponto nos simbolismo e bizarrices,cadenciando o filme o tornando mais longo que o necessário.Mindsommar é pretencioso e alegórico,é um filme difícil e até enfadonho mas que ainda assim te bota para pensar.
Michael D.
Michael D.

1 seguidor 20 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de outubro de 2019
Não se trata de um filme de terror, e sim de horror, isso por conta da riqueza de detalhes históricos e folclóricos juntamente
com uma fotografia inteligente que te deixa vidrado e apreensivo, o diretor pesquisou demasiadamente antes de criar o longa e sabia muito bem o que queria e como. Além do mais fica evidente a referência ao filme Homem de Palha no final.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de setembro de 2019
"Midssomar" traz consigo um visual incrível, uma tensão e desconforto constante e ótimos aspectos técnicos, mas peca demais em seu roteiro, o segundo filme do jovem promissor Ari Aster Fica abaixo do seu primeiro longa, porém agrega uma experiência cinematográfica mais completa.

O longa apresenta um problema, seu roteiro, que não sabe a onde focar e nem mesmo o que contar, com um decorrer do enredo perdido, sem saber para onde andar e péssimas escolhas de plot e ritmo, um primeiro ato completamente desnecessário que poderia ter sido resolvido em 5 minutos, partindo logo para o "plot principal", embora isso não pareça existir aqui, um déficit de atenção contaste em não saber a onde focar e diversos são os personagens sem função narrativa, sem contar os diversos arcos e núcleos que são abertos e nunca concluídos, isso pode até ser em certo ponto proposital e funcionar em diversos filme, mas aqui não funciona.

Se o roteiro apresenta problemas, tecnicamente o longa é primoroso, com uma fotografia contraste ao habitual do terror, bem clara e lindíssima, uma composição de cenário incrível e ótimos figurinos, a direção de arte é a que mais merece méritos aqui, deste as maquiagens até às coreografias, é espetacular em diversos sentidos,até a mixagem de som é ótima, tal qual a trilha sonora que mescla um ritmo moderno e clássico.

Ari Aster tem um direção com méritos, o diretor dirige bem seu filme, o mesmo sabe criar bem o clima e a tensão, com uma câmera que consegue ser claustrofóbica mesmo com ângulos abertas e ótimos cortes, secos e viscerais, além da já comentada e maravilhosa composição de cenário, porém o déficit de atenção do roteiro resvala um pouco na direção também, pois o diretor se perde em seu próprio mundo criado e se empolga muito com a câmera na mão, diversas são as contemplações desnecessárias e uso de técnicas que não condizem com com o restante do filme, Ari teve ótimas idéias para o seu segundo filme, porém teve diversos problemas de execução, é inegável que o jovem diretor tem talento, mas sua empolgação em querer demonstrar isso acaba prejudicando seu filme.

O Cast é muito bom, embora alguns personagens não tenham função narrativa, os atores cumprem seus papéis, até Will Poulter como alívio cômico está bem, sem falar de todos os integrantes da vila sueca, que são assustadores e ótimos, porém o grande destaque realmente fica para Florence, a pouco conhecida atriz britânica dá um espetáculo a parte e se entrega completamente ao seu papel, indo do desespero ao drama, passando por medo e aceitação.

O segundo filme de Ari tem diversos méritos, mas também apresenta problemas, principalmente de execução e falta de clareza em seu foco, por vezes na direção, mas principalmente no roteiro, com um primeiro ato desnecessário e um roteiro que não consegue se decidir qual história contar, porém temos uma direção de arte deslumbrante e uma direção, que apesar dos desvios, é extremamente desconfortável, causando muitas vezes incômodos, o que é bom para um filme de terror. O objetivo de ser assustador na luz do dia funciona principalmente no inicio, após acostumarmos isso perde a força. "Midssomar" está sendo amado ou odiado, eu o acho um bom filme, nada além disso, mas se tivesse que escolher entre o amar e o odiar, eu prefiro amar. É importante também o telespectador embarcar na onda do longa para sentir sua tensão e desespero, caso contrário será uma longa viagem de mais de duas horas chata e cansativa.
Nota: 7,5
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de setembro de 2019
Estranho e perturbador, filme claro e alucinógeno onde amigos viajam para um festival de verão na Suécia. Agoniante, visualmente bonito e bem diferente. Diferenças culturais e problemas de luto são alguns dos pontos abordados. Fiquei tonto.
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