Midsommar - O Mal Não Espera a Noite: Críticas - Página 14
Midsommar - O Mal Não Espera a Noite
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B.Boy Jc
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2,5
Enviada em 10 de janeiro de 2020
O terror tem produzido um novo subgênero: O que não dar medo em ninguém!! Foi assim com esse filme, A Bruxa e outros correlatos que são aclamados pela mídia, mas no final das contas não passa por um Terror Nutella que nos são vendidos como cult.
O terror aqui é mais psicólogo, se você está esperando um filme clichê, com jump scare, não vá com muita sede ao pote, tem algumas cenas bem tensas sim, ficam na cabeça por um bom tempo, vale a pena assistir.
Alimentei grandes expectativas com relação a este filme, sobretudo após o excelente Hereditário. Infelizmente estou frustrado. O filme não transmite medo, a história é arrastada demais, as cenas de impacto realmente são fortes mas creio que não contemplem nem 30 minutos do filme. Decepcionante.
Porcaria de filme. Sem história, só sangue e violência gratuita e até a violência é ruim. Eu adoraria ter meus 2h26 minutos de volta. Ainda bem que foi torrent, mas ainda assim queria o dinheiro gasto em eletricidade de volta. Um filme ruim desse não devia nem sair do mundo das ideias de platão
Após vivenciar uma tragédia pessoal, Dani vai com o namorado Christian e um grupo de amigos até a Suécia para participar de um festival local de verão. Mas, ao invés das férias tranquilas com a qual todos sonhavam, o grupo se depara com rituais bizarros de uma adoração pagã.
Mesmo tendo lido tantas críticas negativas sobre o filme ainda assim resolvi perder 2:30 da minha vida vendo essa porcaria filme totalmente sem sentido que não vale o tempo perdido⭐
Uma porcaria. O diretor desse filme deveria estar era preso. Pois recebe pra fazer uma imundice dessa. Eu to de folga com minha esposa resolvi ver um filme botei isso pra rodar. Perdi meu dia de folga por causa dessa bosta. To revoltado com pessoas ganham dinheiro pra fazer uma cagada dessa. O pior filme do ano.
A atuação da protagonista é maravilhosa. O começo do filme tem uma ótima atmosfera que nos faz adentrar a narrativa, porém a tentativa do filme em não ser um clichê e trazer outros aspectos ao terror é muito falha. O filme é completamente previsível e cheios de buracos em relação aos personagens. O filme se baseia tanto tempo nos rituais/comunidade (que por vezes achei infantilizado) que se torna tedioso. Quando o filme nos entrega uma possível pista de que algo revelador pode acontecer, nada acontece. A estética do filme é muito bem orquestrada, mas como roteiro, achei fraco. Gosto muito mais do Hereditário.
Mais um filmão de Ari Aster e do estúdio A24, um pouco abaixo de Hereditário, mas Midsommar consegue nos prender do início ao fim, numa trama estranha e que ganha força a medida que avança. As atuações são ótimas também. Ótimo filme.
Um choque! Midsommar que teve o infeliz título brasileiro de o "Mal não espera a noite" se passa numa festa de sosquício de verão numa pequena comunidade isolada da Suécia. O filme possui mudanças de ritmo constantes e podemos até nos perguntar no início porque do prefácio terrivelmente lento e deprimente o que compromete o ritmo no início e talvez afaste boa parte dos expectadores. Quando a história começa a se desenvolver percebemos que o prefácio não é só essencial mas é a peça fundamental da proposição que o filme pretende abrir. A direção por vezes abusa de recursos de forma a criar estilo na maneira em que tudo é conduzido. Talvez, boa parte dos atores, personagens americanos e ingleses, tenham interpretações abaixo do que seria uma obra prima, mas talvez se não fosse por essa caricatura de perplexidade e choque com diálogos pífios o filme seria insuportável a nível psicológico. Esse amadorismo afasta de certa forma o telespectador das imagens pertubadoras que se seguem. Com fotografia belíssima luminosa, rituais exóticos, locações naturais, o terror se torna graficamente belo, já a história pertubadora brinca com a beleza e o grotesco. Junto com "o homem de palha" é um daqueles filmes que ficam martelando após a exibição, sendo que em Midsommar a descarga de sentimentos que são liberados no público estão em dosagem máxima. O tipo de filme, amei ou odiei ou abandonei na metade ou ainda estou em estado de choque.
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