Não recomendado para menos de 16 anos
Sibyl (Virginie Efira) é uma psicoterapeuta que luta para se manter sóbria após superar o vício em álcool. Quando decide interromper os atendimentos de pacientes para se dedicar à escrita, recebe a visita inesperada de Margot (Adèle Exarchopoulos), uma atriz em crise durante uma filmagem. Apesar da recusa inicial, Sibyl aceita atendê-la, e logo percebe que a vida conturbada da artista representa o material perfeito para seu novo romance.
3,0
Legal
Sibyl
O jogo da manipulação
por Bruno Carmelo
Este projeto ambicioso parte da tentativa de cruzar duas formas bem conhecidas de poder: por um lado, o controle de um terapeuta sobre o seu paciente, e por outro lado, o domínio de um diretor de cinema sobre seus atores. Ambos os casos lidam com questões de imagem, autoestima e ética profissional. Enquanto um permite relações de transferência e projeção (a identificação com o terapeuta, a atração por ele), o segundo envolve questões de autoria criativa. Quem é responsável pelo sucesso de um personagem de cinema: o diretor, o ator? Ou ainda o roteirista e demais assistentes? Sibyl nasce da vontade de unir cinema e psicanálise (ambos curiosamente nascidos no mesmo ano de 1895).O roteiro deixa a aparência de ser um projeto cautelosamente trabalhado e reescrito, em diversas versões. Não existe uma única cena desprovida de sentido preciso, nenhuma metáfora que não se justifique pela narrativ
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Nacionalidades
França,
Bélgica
Distribuidor
IMOVISION
Ano de produção
2019
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Inglês, Francês, Italiano
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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