Espiral – O Legado de Jogos Mortais: Recentes críticas
Espiral – O Legado de Jogos Mortais
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Everton Luís
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0,5
Enviada em 14 de abril de 2025
O enredo é arrastado e cansativo, Chris rock não foi uma boa escolha para o elenco, pois ele tem um ar de comédia que não combina com um filme de terror.
O filme é horrível, uma trama fraca demais. Por mais que se trate de um imitador de Jigsaw, as armadilhas deveriam fazer algum sentido. A única parte que prestou foi a motivação do assassino, esta sim legítima. A interpretação do Chris Rock é simplesmente ridicula com aquelas caras e bocas... é... todo mundo vai odiar o Chris mais ainda após assistir a este filme horrível.
Espiral é o tipo de filme que levanta uma série de perguntas, todas elas existentes pelo fato de o filme ser tão ruim. Nesta crítica, você entenderá porquê.
Você não deve esperar muito de Espiral --- de fato, depois do terceiro filme da franquia Jogos Mortais, não se deve esperar muita coisa. Contudo, Espiral possui uma falha principal: Chris Rock.
Não tenho nada contra o Chris Rock, mas ele não é um ator de filmes de terror, ponto. Por mais que ele tenha levado seu papel a sério, Zeke Banks passa a impressão de ser um detetive zoeiro, cômico, de um filme de ação e comédia do que um detetive em um filme de terror. Lembram-se do Agente Strahm, do detetive Hoffman? Zeke é nada como eles. Chris Rock torna Zeke um detetive frenético pelos motivos errados.
A trama não é original, mas há pequenos bons elementos nela. Um copiador do eterno Jigsaw não é original, nem na própria franquia, porém, o copiador tem um estilo próprio, ainda que derivado do material-fonte, o que é um ponto positivo.
Bom, este foi o único ponto positivo que consegui formular. O resto da trama é problema atrás de problema.
O ritmo é acelerado demais. A edição de filmagem é engraçada porque você tem Chris Rock em monólogos, o que é hilário. Chris Rock tentando ser sério, o que também é cômico. E quase nenhum detalhe mórbido das mortes, com apenas uma morte original. Esqueça os labirintos elaborados que John Kramer criava, a escolha simbólica entre vida e morte, e talvez esse seja um tema, intencional ou não, subjetivo da franquia: como todos os que tentaram levar o legado de Jigsaw não entenderam o propósito dos jogos em si. John nunca precisou matar para livrar a própria pele, a esmo.
De qualquer maneira... Espiral é dispensável, um filme que explora a franquia ainda mais do que deveria, com uma escolha de elenco questionável e uma trama simplista e previsível. Assista apenas por curiosidade, sem expectativas.
Para muitas pessoas Espiral pode estar entre piores filmes da franquia. Para mim, com certeza, é o pior. Achei o filme desinteressante do início ao fim.
O que mais irrita é a atuação de Chris Rock (realmente, todo mundo odeia o Chris), que é caricata e forçada. É ainda pior nos momentos em que a câmera foca no rosto e ele tenta expressar alguma emoção. Seja lá o que ele tentou fazer, ficou muito bizarro. Tão forçado que parece que parece que ele está no banheiro fazendo "sabemos o quê".
Não vou negar que foi muito legal saber que o Chris Rock é um grande fã de Jogos Mortais e que foi dele a iniciativa de fazer o longa. A boa intenção dele, porém, veio com um alto preço. Dá para assistir? Dá. Mas é preciso fazer isso com o modo descrença ativado no nível mais alto possível.
Precisava ser ele o ator principal? Fiquei com aquela sensação de que colocaram ele como protagonista só porque ele é o "dono da bola". Se gosta, não estraga, cacete.
Outro astro do spin off, Samuel L. Jackson, fez simplesmente o que ele está acostumado: atuação expressiva com uso de chavões. Isso não é uma crítica. Ele apenas não fez diferença nenhuma, nem para pior, nem para melhor. O ator não tem muito tempo de tela e quando aparece, é ok. Culpa do roteiro? Talvez. Se o Chris Rock é o dono da bola, Samuel L. Jackson só jogou porque tem nome.
Os demais personagens são desinteressantes, não dá para assitir apego por nenhum.
O que me fez respirar aliviado pelo menos foi não terem enfiado o John Kramer na trama. Ele só aparece em uma foto e. claro, é a inspiração do novo vilão. Este que até tem uma motivação plausível para "jogar" com os policiais. Porém, a revelação de sua identidade é previsível, principalmente para quem está acostumado ao cinema.
E se tem algo que a franquia Saw não traz nos seus roteiros é previsibilidade, por mais que usem de diversos malabarismos narrativos para isso. Nada surpreendeu dessa vez.
Tá, mas e as armadilhas? O principal elemento da franquia. As punições são coerentes com o mal que o jogador cometeu. Não falta muito sangue e membros multilados. Contudo, senti falta da engenhosidade presente em todos os longas anteriores. Aqui elas são poucas e simplistas demais. Uma das arapucas, inclusive, "a do pescoço", além de não fazer sentido lógico, é de uma preguiça sem tamanho.
A franquia, desde primeiro filme, envolve investigação policial. No caso de Espiral, ela é ainda mais acentuada, mas caiu no fator: é mais do mesmo. Toda a inovação prometida, foi uma mentira. Realmente, não dá para entender. Spin-offs costumam aproveitar o sucesso de suas linhas principais e expandir o universo, trazer novos pontos de vistas.
O diretor Darren Lynn Bousman, o mesmo dos filmes 2, 3 e 4, e os roteiristas de Jigsaw, de 2017, poderiam ter feito um arroz com feijão, mas fizeram só o arroz, seco e difícil de engolir. É claro que não esperávamos algo tão incrível como a primeira e a segunda obra, mas poderia ter saído algo muito mais interessante.
Em suma, Espiral: o legado de Jogos Mortais foi totalmente desnecessário e trouxe ainda mais desgaste para uma franquia que é mais do mesmo há muito tempo. Só valeu a pena ter assistido para poder dizer a mim mesmo que fechei a saga. Só recomendo assitir se a sua intenção também for essa. Para quem não é fã, recomendo passar longe.
cara filme sem pé e cabeça não me envolveu em nenhum momento como alguns dizem kkkkkk filme medíocre CARA ATÉ AS CENAS DOS JOGOS SÃO RUINS COMO PODE ISSO KKKKK
Um filme inteiro apenas com a intenção de criticar a polícia! Colocar como 'os caras maus'. Logo acaba sendo um filme ruim por ser militante, onde dessa forma a história fica em 3º plano! Em nada se parece com a série 'Jogos Mortais'. Esse, inclusive é bem suave, pq parece um filme comum sem início, sem meio e sem fim, só para passar o tempo. As poucas cenas violentas que tem são fracas...
Deveriam ter continuado com um nono filme do mesmo ponto em que terminou o 8º.
Apenas usaram a marca 'SAW' e as espirais para chamar o público a ver uma história que poderia ter sido contada de uma forma mais original, mas ai não teria tanta gente interessada em ver. Foi só jogada de marketing dizer que era sobre 'Jogos Mortais'.
Eu achei um baita filme!! Me prendeu do início ao fim com uma trama envolvente, bons diálogos e um bom ritmo. Esse filme prova que a saga Jogos mortais ainda tem fôlego para render bons filmes. Eu só não dei 5 estrelas por um único motivo: O plot twist não me causou tanto impacto. As mortes também não são tão engenhosas como nos filmes pretéritos, mas ainda sim não deixa de ser um filmaço!
O Filme Espiral: O Legado de Jogos Mortais, é um filme bem interessante de se assistir. Gostei da atuação do Chris Rock. Não se compara com o original, mas o filme é muito bom e com o final inacreditável!
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