O Filme Espiral: O Legado de Jogos Mortais, é um filme bem interessante de se assistir. Gostei da atuação do Chris Rock. Não se compara com o original, mas o filme é muito bom e com o final inacreditável!
Eu achei um baita filme!! Me prendeu do início ao fim com uma trama envolvente, bons diálogos e um bom ritmo. Esse filme prova que a saga Jogos mortais ainda tem fôlego para render bons filmes. Eu só não dei 5 estrelas por um único motivo: O plot twist não me causou tanto impacto. As mortes também não são tão engenhosas como nos filmes pretéritos, mas ainda sim não deixa de ser um filmaço!
Espiral é o tipo de filme que levanta uma série de perguntas, todas elas existentes pelo fato de o filme ser tão ruim. Nesta crítica, você entenderá porquê.
Você não deve esperar muito de Espiral --- de fato, depois do terceiro filme da franquia Jogos Mortais, não se deve esperar muita coisa. Contudo, Espiral possui uma falha principal: Chris Rock.
Não tenho nada contra o Chris Rock, mas ele não é um ator de filmes de terror, ponto. Por mais que ele tenha levado seu papel a sério, Zeke Banks passa a impressão de ser um detetive zoeiro, cômico, de um filme de ação e comédia do que um detetive em um filme de terror. Lembram-se do Agente Strahm, do detetive Hoffman? Zeke é nada como eles. Chris Rock torna Zeke um detetive frenético pelos motivos errados.
A trama não é original, mas há pequenos bons elementos nela. Um copiador do eterno Jigsaw não é original, nem na própria franquia, porém, o copiador tem um estilo próprio, ainda que derivado do material-fonte, o que é um ponto positivo.
Bom, este foi o único ponto positivo que consegui formular. O resto da trama é problema atrás de problema.
O ritmo é acelerado demais. A edição de filmagem é engraçada porque você tem Chris Rock em monólogos, o que é hilário. Chris Rock tentando ser sério, o que também é cômico. E quase nenhum detalhe mórbido das mortes, com apenas uma morte original. Esqueça os labirintos elaborados que John Kramer criava, a escolha simbólica entre vida e morte, e talvez esse seja um tema, intencional ou não, subjetivo da franquia: como todos os que tentaram levar o legado de Jigsaw não entenderam o propósito dos jogos em si. John nunca precisou matar para livrar a própria pele, a esmo.
De qualquer maneira... Espiral é dispensável, um filme que explora a franquia ainda mais do que deveria, com uma escolha de elenco questionável e uma trama simplista e previsível. Assista apenas por curiosidade, sem expectativas.
Para muitas pessoas Espiral pode estar entre piores filmes da franquia. Para mim, com certeza, é o pior. Achei o filme desinteressante do início ao fim.
O que mais irrita é a atuação de Chris Rock (realmente, todo mundo odeia o Chris), que é caricata e forçada. É ainda pior nos momentos em que a câmera foca no rosto e ele tenta expressar alguma emoção. Seja lá o que ele tentou fazer, ficou muito bizarro. Tão forçado que parece que parece que ele está no banheiro fazendo "sabemos o quê".
Não vou negar que foi muito legal saber que o Chris Rock é um grande fã de Jogos Mortais e que foi dele a iniciativa de fazer o longa. A boa intenção dele, porém, veio com um alto preço. Dá para assistir? Dá. Mas é preciso fazer isso com o modo descrença ativado no nível mais alto possível.
Precisava ser ele o ator principal? Fiquei com aquela sensação de que colocaram ele como protagonista só porque ele é o "dono da bola". Se gosta, não estraga, cacete.
Outro astro do spin off, Samuel L. Jackson, fez simplesmente o que ele está acostumado: atuação expressiva com uso de chavões. Isso não é uma crítica. Ele apenas não fez diferença nenhuma, nem para pior, nem para melhor. O ator não tem muito tempo de tela e quando aparece, é ok. Culpa do roteiro? Talvez. Se o Chris Rock é o dono da bola, Samuel L. Jackson só jogou porque tem nome.
Os demais personagens são desinteressantes, não dá para assitir apego por nenhum.
O que me fez respirar aliviado pelo menos foi não terem enfiado o John Kramer na trama. Ele só aparece em uma foto e. claro, é a inspiração do novo vilão. Este que até tem uma motivação plausível para "jogar" com os policiais. Porém, a revelação de sua identidade é previsível, principalmente para quem está acostumado ao cinema.
E se tem algo que a franquia Saw não traz nos seus roteiros é previsibilidade, por mais que usem de diversos malabarismos narrativos para isso. Nada surpreendeu dessa vez.
Tá, mas e as armadilhas? O principal elemento da franquia. As punições são coerentes com o mal que o jogador cometeu. Não falta muito sangue e membros multilados. Contudo, senti falta da engenhosidade presente em todos os longas anteriores. Aqui elas são poucas e simplistas demais. Uma das arapucas, inclusive, "a do pescoço", além de não fazer sentido lógico, é de uma preguiça sem tamanho.
A franquia, desde primeiro filme, envolve investigação policial. No caso de Espiral, ela é ainda mais acentuada, mas caiu no fator: é mais do mesmo. Toda a inovação prometida, foi uma mentira. Realmente, não dá para entender. Spin-offs costumam aproveitar o sucesso de suas linhas principais e expandir o universo, trazer novos pontos de vistas.
O diretor Darren Lynn Bousman, o mesmo dos filmes 2, 3 e 4, e os roteiristas de Jigsaw, de 2017, poderiam ter feito um arroz com feijão, mas fizeram só o arroz, seco e difícil de engolir. É claro que não esperávamos algo tão incrível como a primeira e a segunda obra, mas poderia ter saído algo muito mais interessante.
Em suma, Espiral: o legado de Jogos Mortais foi totalmente desnecessário e trouxe ainda mais desgaste para uma franquia que é mais do mesmo há muito tempo. Só valeu a pena ter assistido para poder dizer a mim mesmo que fechei a saga. Só recomendo assitir se a sua intenção também for essa. Para quem não é fã, recomendo passar longe.
O filme trás um enredo bem amarrado sem grande novidade ...funçiona quando esquece os acontecimentos passado de jogos mortais... mais quase um reboot , Cris rock quase converse... Bom filme para os amantes de suspense.
O enredo é arrastado e cansativo, Chris rock não foi uma boa escolha para o elenco, pois ele tem um ar de comédia que não combina com um filme de terror.
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