Após a morte de seu pai, Henrique V (Timothée Chalamet) é coroado rei, obrigado a comandar a Inglaterra. O governante precisa amadurecer rapidamente para manter o país consideravelmente seguro durante a Guerra dos 100 Anos, contra a França.
Filme muito bom que mesmo com quase 2:30 não vi nem o tempo passar queria conhecer muito mais a história por trás do legado do Rei Henrique V só achei que o final ficou muito em aberto queria ver o que aconteceu depois⭐⭐⭐
A Netfilix vêm tentando já faz algum tempo variar um pouco mais o seu catálogo de originais. Ano passado tivemos o subestimado Legítimo Rei, com Chris Pine, em uma sinalização de que a companhia passaria a tentar investir em projetos de maior estirpe, envergadura. Uma vez que filmes com um teor mais sério, e de preferência dramas de época com batalhas medievais, trazem mais prestígio e a sensação de que não é porque estamos nos acomodando com um tipo de entretenimento mais caseiro nos últimos anos que não podemos desfrutar de algo em grande escala. Pois bem, aqui em O Rei, mais nova empreitada da companhia pelo cinema épico, o que se vê é uma obra que, apesar de não oferecer absolutamente nada de provocante ou inovador ao seu já hiper saturado gênero, pelo menos consegue oferecer uma aventura sucinta, bem filmada, e (aqui sua maior força) atuada. Embora o argumento traga diálogos clichês, pouco inspirados, em um enredo de temas batidos e mensagens esquecíveis, seu ótimo elenco faz a assistida mais que válida. Embora Timothée Chalamet não pareça exatamente o tipo ideal de ator para o papel, o jovem talento dessa nova geração consegue entregar a carga dramática exigida em Henrique V, completando com competência o arco do jovem festeiro problemático que nunca quis ser da realeza. Mas quem rouba a cena mesmo é Joel Egerton, também produtor e roteirista do filme, em um trabalho absolutamente contido, despretensioso, e eficiente. Transformando seu John Falstaff no personagem mais carismático do sisudo filme. Outros grandes nomes completam o elenco de apoio, mas não entregam performances particularmente marcantes, sobrando para Robert Pattinson o papel mais espalhafatoso, que a princípio se mostra uma figura interessante, mas depois vira apenas uma caricatura ridícula. Uma fanfic medieval assumida, The King assume suas imprecisões e cria algo minimamente substancial por cima de sua camada verídica, mas seu impacto é quase anulado por um desenvolvimento narrativo raso demais, em uma dramaturgia pobre e apática, e é basicamente salvo por seu elenco talentoso e apuro técnico. Enfim, não é nada que já não vimos antes e não é nem um pouco marcante, mas é uma boa aventura medieval bem filmada.
Tem que forçar muito pra dizer que esse filme é bom. Personagens nem um pouco carismáticos, relato histórico confuso e uma guerra ridícula de dar sono. O único que atua bem no filme é Robert Pattinson. Passe longe.
Embora os primeiros minutos nos façam imaginar que estamos diante de um épico com orçamento altíssimo, o decorrer deixa transparecer que não houveram grandes investimentos. A trama toda se passa em cenários simples, sem grandeza de detalhes e uma boa parte, em meio a natureza, mas não peca em momento algum por isso. Prende o expectador por mais de duas horas, em meio as incertezas, revoltas, vaidade, mentiras e ambições. Timothée Chalamet, da vida ao jovem Hal e nos envolve em uma atuação brilhante, onde seu olhar é capaz expressar sentimentos e sensações sem a necessidade de grandes textos. Atuação impecável também é a de Robert Pattinson, no papel do Príncipe da França e a de Sean Harris, um conselheiro do rei, que nos causa aversão desde seus primeiros momentos. Ambição, vaidade, falsidade, são obvias ao ponto de nos levar a refletir sobre, mas as guerras e batalhas nos trazem de volta ao filme que cumpre perfeitamente o papel de contar parte da história com a certeza de que guerras podem ser evitadas. Pegue a pipoca, uma bebida gostosa e bom filme.
Gostei bastante do filme. Se todo filme da NETFLIX fosse desse nível, seriam imbatíveis. Pena que produzem uns filmes com uns roteiros bem ruins, diferente de O Rei.
Filme excelente, apesar da duração longa, te prende do começo ao fim, fugindo da lentidão do padrão dos filmes originais da Netflix, com ótimo roteiro e excelente fotografia do século 15.
Muito bom! Filme que conta com um elenco excelente, nomes como Timothée Chalamet que aqui tem performance de óscar e merece ser indicado, ainda temos os Joel Edgerton, Sean Harris, Ben Mendelsohn e Robert Pattinson todos esses estão muito bem. Temos aqui um roteiro de qualidade, fotografia e direção de arte de primeira qualidade, temos ressalvas para trilha sonora que por muitos momentos é praticamente esquecida, não marca e falta energia ou seja para um grande épico necessita se de uma grande e aqui é falha.
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