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Robert Barboza
8 seguidores
74 críticas
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4,0
Enviada em 25 de outubro de 2020
Uma grande produção que teve com resultado um excelente filme. Com ótimas cenas de batalhas e bons diálogos, além de um enredo bem ajustado, The King é mais uma boa obra original Netflix
O filme tem uma premicia até boa, caminhando no caminho certo, tendo seu estilo, sua visão, seu modo e linguagens próprias. Entretanto peca pela sua incapacidade de elevar seu nível a outro patamar, de um filme ok para um muito melhor.
Entao,tive que criar uma conta apenas pra dar minha opinião sobre este filme.Sou completamente ignorante quanto a historia real de Henrique V,Não sei se a netflix tbm tentou ser fiel a personalidade de tal rei,se foi,que reizinho fraco viu.
Vou pular a sinopse e vou direto pra analise (SPOILERS) O filme começa ja com o rei se esvaindo,e um jovem guerreiro,o afronta (pra mim esse personagem ia ter certo destaque no filme)mas morre que nem bosta na lama nos primeiros minutos do filme por Hal (Henrique V)poupando as vidas de soldado e de seu irmão em uma luta ''mano a mano''.Seu irmão Thomas,segundo filho do falecido rei,pra quem foi passada a sucessão do trono,sua atuação de coadjuvante mais parecia figurante,assim como todos outros,nenhuma atuação vale a pena ser lembrada,roteiro mediano,tudo acontece de forma muito desencabeçada,vc n sabe se eles estão na frança ou na inglaterra (a rendiçao do rei frances vc fica na duvida,aonde eles estão ?).No filme todo acontece apenas uma batalha,quando estão na frança,na batalha o foco todo e no atual rei (Hal,Henrique V)o foco da camera fica só nele,podia ser ter um foco mais dinamico na batalha.Após a rendição do rei frances,ele oferece a mão da sua filha como um tratado de paz,ela joga a discordia e fala que tem um traidor na coroa,o traidor morre,eles se casam e buh,creditos do filme... Sinceramente fiquei a todo momento que algo a mais iria acontecer,mas n acontece,me deixou extremamente frustrado com o filme. Mas no meio disso tudo ha alguns pontos positivos a ser destacado,a fidelidade das armas usadas tantos pelos ingleses quanto por franceses,a armadura tanto da cavalaria,quanto da infantaria,as cotas de malhas sobre armaduras,lanças tipicas inglesa,a luta foi realmente pensada,o peso da armadura sobre a espada pesada tipicas de um cavalheiro, só com uma ressalva,no proprio filme foi dito ''os arcos ingles é melhor que as bestas francesa'' e n foi disparado um tiro de besta sequer,n tinha nenhum balestro. O que salvou o filme foram os jogos de imagem,o homem que deu uma pitadinha positiva foi o cinegrafista e o figurinista,mas de resto...NA MELHOR DAS PALAVRAS,N PERCA SEU TEMPO,Podia ser uma produçao epica,um filme de ação a la ''mercenarios'',uma super produção,mas economizaram a todo instante.FRACO
Diferente do habitual frenesi dos filmes históricos, recheados por lutas e reviravoltas de roteiro, The King trabalha as relações interpessoais de seus personagens e o peso da coroa para aquele que se encontra na difícil missão de sustenta-la. Através de uma abordagem íntima, a história mostra o processo da posse da coroa do Henrque V (Timothée Chalamet), um jovem que não desejou o cargo e talvez, por esse motivo, fosse tão adequado para tal. Vemos aqui um homem que busca se manter pacífico em um ambiente cercado de interesses e manipulações. Para além do recorte histórico, The King é um estudo de personagem onde o nosso protagonista lida com o paradoxo de suportar uma extrema solidão enquanto é o centro das atenções. As cenas de combate são compostas de belos planos-sequências, que com a ausência de trilha sonora expõem um nível de realidade que muitas vezes abafa a romantização das conquistas históricas. O questionamento dos personagens sobre as batalhas mostram o quanto as motivações para uma guerra podem ser subjetivas, enquanto que toda a violência e o horror são reais. Através de diálogos inteligentes e íntimos, o filme especula como conflitos nacionais podem ter implicações emocionais e até que ponto a vaidade e a ganancia criam movimentos políticos disfarçados de propósito social.
Fui surpreendida pelo roteiro desse filme e, principalmente, pela atuação de Timothée Chalamet. Não é uma super produção, nem conta com cenas de batalha maravilhosas para os mais exigentes, mas conta com ótimos diálogos e muita entrega e expressividade de Timothée. Pode até não marcar sua vida, mas é uma obra excelente e que retrata aspectos mais profundos da monarquia.
Esse filme é perfeito muito melhor que "O Parasita" digno de Oscar, boas atuações, lutas e cenários muito bons me lembrou um pouco "Coração Valente" de Mel Gibson. Estou tentando entender a mente dos "críticos" daqui que deram 1 estrela a esse filme maravilhoso.
Uma produção Netflix dirigida e co-escrita por David Michôd, O Rei conta a história de Henrique V (Timothée Chalamet), que foi o monarca da Inglaterra por um período de nove anos, entre 1413 e 1422.
Henrique foi mais um daqueles integrantes da família real inglesa que não escolheu ser rei. Pelo contrário, ele foi criado longe da corte e não fazia questão de obter as benesses que ser um descendente da monarquia poderiam lhe trazer.
O Rei aborda, portanto, a ascensão dele ao reino, após a morte de seu pai, e, principalmente, a maneira como ele vai amadurecendo e descobrindo a sua forma de liderar o país, principalmente num momento político conturbado entre a Inglaterra e a França, com a vivência da Guerra dos 100 Anos.
O grande destaque de O Rei, com certeza, é a sua parte técnica, com destaque para os trabalhos de fotografia, de figurinos e de concepção e execução das cenas de batalha. No entanto, o filme frustra um pouco, principalmente por contar com um apático Timothée Chalamet como a personagem principal do longa.
O filme possui uma perfomance incrível, é realmente excelente, entrega auguns pontos de vista, inclusive a fotografia, trilha sonora e atuações como de Sean Harris. Sem dúvida entre as atuações mais dignas de elogios e de notas fica para sean Harris seu papel encaixou-se no ponto exato no filme o jeito de falar, de como andar e seus pontos dramáticos, vai deixando o espectador obcecado pelo Real motivo de traição e ambição. Mais o filme erra no ponto da história, concentrando apenas em uma parte da história do rei Henrique V, um rei novo sem ambições concentrando apenas na paz, e deixando-se levar em uma briga. O filme cerca um ótimo talento e percepções para a critica.
Para quem gosta de história e literatura é um filme muito bom, tem um elenco com muito talento, atuações impecáveis. A fotografia do filme é maravilhosa e da uma intensidade ao filme e uma trilha sonora que encaixa perfeitamente. Os diálogos são excelentes e ocorrem de uma maneira que sustenta o filme inteiro e as cenas de luta são muito bem retratadas.
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