Jumanji: Próxima Fase
Média
3,9
858 notas

54 Críticas do usuário

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Bender
Bender

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de janeiro de 2020
Excelente!Ele trata de duas coisas muito boas da vida e ao mesmo tempo que ele tem uma comédia muito boa você no final do filme consegue entender o que realmente ele se trata,sem duvidas eu adorei!
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2020
Não achei tão bom quanto o primeiro, mas continua divertido e engraçado e a cena pos credito me deixo7 curioso para um terceiro filme
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de janeiro de 2020
No fim de 2017, Jumanji: Bem-vindo a Selva foi uma surpresinha agradável – mesmo que ninguém tenha pedido uma nova versão do famoso livro de Chris Van Allsburg – que já tinha ganhado uma adaptação em 1995, estrelada por Robin Williams – o filme se mostrou um grande sucesso de bilheteria e convenceu a critica, graças a um trabalho atencioso de roteiro e da direção de Jake Kasdan para conceber seus personagens realmente simpáticos, carismáticos e divertidos – o diretor cumpriu bem a “cartilha de aventura para toda família de sessão da tarde” – havia bons efeitos especiais, aventura e um clima “mágico” que aventuras assim exalam.

Mas como Hollywood não vive só de simpatias, era bastante obvio que Jumanji teria uma continuação – assinada novamente pelo próprio Kasdan, Próxima Fase consegue manter praticamente todas as qualidades do primeiro longa – mas, infelizmente, alguns de seus defeitos também – como mencionei, os personagens são adoráveis e engraçados, realmente – mas, ao tentar explorar demais suas verves cômicas, fica claro que Kasdan e o roteiro estabelecem inúmeros momentos desnecessários – e, ao contrário do trabalho anterior, o tempo custa um pouco a passar do segundo ato para frente – afinal, inúmeras piadas invadem o projeto – muitas realmente divertidas, mas também responsáveis por pausar a narrativa e, consequentemente, o ritmo, algo que incomoda a apreciação de uma boa aventura e seu clima de ação – sem falar que, novamente, a trama peca por não apresentar ameaças realmente assustadoras ou muito preocupantes para os heróis – mesmo que a intenção seja de ser um filme leve e descompromissado, isso tira muito da urgência da trama.

Este novo trabalho segue os quatro adolescentes do filme anterior agora – com seus trabalhos e estudos – tentando se reunir novamente, o grupo marca um encontro, mas Spencer (Alex Wolff), na casa de seu avô Eddie (DeVito), acaba por entrar novamente no jogo, através do antigo videogame danificado no filme passado – os demais amigos, Martha (Turner), Bethany (Iseman) e Fridge (Blain), decidem procurar por ele – mas, ao encontrarem o aparelho no porão da casa, acabam entrando no jogo – levando, sem querer, o vovô Eddie e o Sr. Milo (Glover) – chegando em Jumanji, eles se deparam com uma nova missão, precisando encontrar um artefato roubado por um perigoso líder de bárbaros que querem dominar a região – única forma de conseguirem também localizar Spencer e sair do jogo – algo que se complica porque seus avatares estão trocados: o vovó Eddie agora é o Bravestone (Johnson) e Milo é o Finbar (Hart); enquanto que Fridge é o Oberon (Black) – com Martha ainda sendo Ruby (Gillan).
Apesar do começo dinâmico em apresentar como Spencer está inseguro com seu namoro com Martha – o roteiro tenta ir por bons e maus caminhos à frente – se é hilário conferir os novos personagens (Eddie e Milo) encarnando os papeis de Dwayne Johnson e de Kevin Hart, é um tanto enfadonho notar o que relegam a personagem de Madison Iseman – afinal, qual a vantagem ou motivo de Bethany não ir pra Jumanji junto dos outros amigos? Qual a função de colocar o personagem de Colin Hanks novamente na trama? Seu avatar, vivido por Nick Jonas, não tem praticamente nenhuma função agora, ao contrário do filme anterior – o roteiro encontra problemas também em demonstrar o funcionamento de certas coisas dentro de Jumanji, como o tempo perdido para explicar a função de um misterioso tipo de piscina com uma água estranha e aparentemente contendo algum tipo de energia – que não explico para evitar spoilers.

Já o humor dá certo a maior parte do tempo, pelo menos – como disse, a participação dos novos personagens é realmente divertida – ao contrário dos jovens, Eddie e Milo não tem conhecimento sobre os vídeo games, e se encontram confusos – o que proporciona momentos realmente engraçados – como Eddie descobrindo as “qualidades” de Bravestone – a aparição rabugenta do veterano Danny DeVito no primeiro ato é muito bacana, o suficiente para vermos que Dwayne Johnson consegue realmente imitar os tracejos deste – impossível não rir de seus lapsos de memória ou quando faz o tal do olhar de “campeão” de Bravestone – curioso ver um ator um tanto limitado como ele conseguir isso, mostrando como seu carisma pode realmente ajuda-lo a desenvolver sua verve cômica – algo que Kevin Hart também consegue, ao pegar os modos do também veterano Danny Glover – aliás, a relação de amizade de Eddie e Milo consegue ser algo bem inserido e verdadeiro – quase emocionante, embora um pouco apelativa e forçada mais ao fim. Já Karen Gillan repete sua esperteza e expressões adolescentes através de sua Ruby – ao passo que Jack Black pode viver duas personalidades, seja a da Bethany e de Fridge – ambas engraçadas e funcionais. O longa ainda conta com a personagem da atriz Awkwafina, vivendo uma nova avatar do jogo, Ming Fleetfoot – em curiosa composição por mostrar um personagem com habilidades diferentes dos demais – já que ela é especializada em roubos.

Mas o que o roteiro e direção de Próxima Fase realmente não se esforçam em melhorar, realmente são os vilões – o líder dos bárbaros, vivido por Jared Hasmuk, que quer uma estranha joia indígena em formato de coração – e nem se preocupe em querer entender o sentido dessas coisas – é um personagem tão genérico que quase não me lembro de nenhuma de suas frases – é claro que o roteiro forçará piadinhas com ele também – como quando inserem a música do Big Mountain, “Baby I Love Your Way”, durante uma briga generalizada no castelo do vilão – enfim, nada ameaçador ou marcante; embora o espirito de trama de jogos de videogames dos anos 80 e 90 tenha dessas coisas – vilões sem personalidade – não ficaria ruim uma criação mais elaborada. E é evidente que alguns personagens aqui só aparecem para serem possíveis ganchos nas continuações – o “Canivete”, vivido pelo ator Massi Furlan, é um exemplo disso.

O que acaba por fazer isso ser perdoado talvez sejam os atributos técnicos de Jumanji – novamente, os animadores de computação gráfica merecem os parabéns – o bando de avestruzes no meio do deserto e o ataque dos perigosos mandris (uma espécie de macaco) sob um local cheio de pontes suspensas – numa recriação insana do local, lembrando o final do clássico Indiana Jones e o Templo da Perdição, mas bem mais exagerado – o cuidado na criação dessas criaturas é realmente impecável – melhor possível, creio eu – proporcionando ótimas cenas de ação – bem executas, editas e enquadradas – como a já citada cena das pontes e a perseguição com bugs no deserto – além das recriações grandiosa de todos os cenários da trama.

Apesar de não ser um trabalho muito esforçado, é um daqueles filmes para você ver numa matinê, simplesmente para rir e relaxar com as piadinhas vindas de seus personagens carismáticos – às vezes é bom quando a arte proporciona só isso mesmo. Assim como seu antecessor (e a versão dos anos 90), já é um candidato a “clássico de sessão da tarde” para os próximos anos.


** tem uma cena durante os créditos finais.
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de janeiro de 2020
Menos engraçado que o seu antecessor e também explora menos a metalinguagem do videogame, mas ainda assim divertido.
Otavio W.
Otavio W.

451 seguidores 247 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de janeiro de 2020
Uma continuação que se vale por ter um protagonista bem chamativo (The Rock ), uma história que propositalmente não faz o menor sentido, mas que mantém uma ótima dose de piadas e situações completamente sem noção藍, várias delas bem forçadas, mas que faz rir mesmo assim. Sendo interessante ou não, aqui tudo é exagerado para ser engraçado, e consegue fazer isso muito bem. Nota 3 de 5 no Xinguê Movie Rating: ⭐⭐⭐
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Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 20 de janeiro de 2020
Jumanji: Próxima Fase traz tudo que o longa anterior tinha em um grau mais elevado de ação e humor, apostando demais no visual, perigos e avatares personificados em atores de grande carisma e com ótimo entrosamento. Não oferece novidades, mas a empatia pelo elenco fala mais alto e garante a diversão.

Para ler a crítica completa, link a seguir: http://www.parsageeks.com.br/2020/01/critica-cinema-jumanji-proxima-fase.html
Marcio Siteneski III
Marcio Siteneski III

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de janeiro de 2020
Gostei bastante. Excelente filme para se assistir com a família. Aguardando Jumanji III
Vale a pena!
Bruno d
Bruno d

19 seguidores 41 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 19 de janeiro de 2020
Basicamente fraco. Comparado ao "primeiro" dessa nova sequência, é sem sentido. O enredo é tosco, confuso e o final é bobo - típico clichê do "bem vence o mal". Boas cenas de ação, piadas forçadas, os personagens idosos são chatos e atrapalham a base do filme que é aventura - se sumissem não fariam falta. Cenas extensas, vários temas ficaram sem resposta e tem um leve gancho para quem sabe uma continuação. No geral, não valeu o ingresso. O encanto do primeiro filme se perde e frusta quem espera uma boa aventura.
Anderson C.
Anderson C.

15 seguidores 56 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de janeiro de 2020
O filme perdeu o brilho que o primeiro entregou, sem graça, pouquíssimas cenas de ação, os personagens que deveriam ser os principais perderam a essência.
Roteiro totalmente fraco, e os acontecimentos ao longo das filmagens sem sentido.
Infelizmente perderam o fôlego do primeiro, pois tinha tudo para continuar sendo um bom filme.
Só não é totalmente descartável, pois entregou um pequeno entretenimento.
Giselle Leigh
Giselle Leigh

13 seguidores 87 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de janeiro de 2020
Lixo cinematográfico! É o típico filme caça níqueis feito sob medida para agradar crianças e adolescentes retardados. Esse é o tipo de lixo que está destruindo Hollywood. Dwayne Johnson como sempre em uma péssima atuação..
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