Razoavelmente bom. Achei que a menina como personagem principal foi muito mal aproveitada, além do final ser sem muita empolgação. A parte com um pouco mais de terror demorou muito para aparecer, apenas no último terço do filme. Enfim, me decepcionei de uma forma geral.
Simplesmente uma obra-prima, para aqueles que não conseguiram imergir nesta obra fica meu sentimento de pena, pois uma experiência como essa, poucos filmes podem proporcionar.
Achei que seria monótono apenas no começo, do meio ao fim achei um tédio sem fim. Como uma pessoa que admira filmes de terror posso declarar que isso não se encaixa em filme de terror coisa nenhuma, fiquei decepcionada.
Isso que é terror. Tensão absoluta, clima pesado, medo, ir dormir e não conseguir fechar os olhos olhando pra p#%$ do teto kkk. Tem muito terror meia boca como It que não asusta nem coelho e faz mais sucesso. Por mais filmes como Hereditário.
Filme entediante. Se tivesse assistido a noite dormiria nos primeiros vinte minutos. 70% do filme é enrolação para passar o tempo. Um desastre de mais de duas longas horas. Fatos sem lógica, sem conexão. E o adorocinema deu cinco estrelas a este fiasco... tenham dó... um dos piores filmes que já vi. O nome deveria ser “monotonia” e não “hereditário.
Todas as pessoas que deram uma ou nenhuma estrela pra esse filme, ou não sabem assistir um terror diferente dos outros, ou simplesmente sofrem de mau gosto. Hereditário é o primeiro longa-metragem do diretor Ari Aster, e com certeza é um dos maiores filmes de terror da nossa época. Se você espera ver um filme de terror clichê com assombrações, sustos meia boca e demônios, esse aqui não é pra você. Ao contrário do que muitos dizem, Hereditário não é um filme nojento pra gente perturbada. Existem certos momentos do filme que ficam na sua cabeça pela intensidade do acontecimento, e é exatamente por isso que o filme é bom; o filme possui cenas violentas e perturbadoras, mas o que perturba mais é o peso do que aconteceu do que o visual da cena. Os atores nesse filme são no mínimo incríveis. Destaque especial para Toni Collette, que consegue trazer pras telas o completo desespero e loucura do seu personagem, e principalmente pra Alex Wolff, que personifica completamente o estado de choque que alguém nas condições dele estaria.
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