Millie Bobby Brown é bastante carismática e a quebra da quarta parede evidencia mais ainda seu talento e dedicação aos papeis. É um filme divertido, com um bom figurino e fotografia, além de bons atores. Henry Cavill tem boa atuação, mas é fato que não combina com o personagem de Sherlock.
O filme é divertido, mas as soluções narrativas deixam um pouco a desejar. Alguns trechos são muito forçados e outros dificilmente críveis. No geral, é um bom início para uma possível série de filmes que podem, facilmente, superar este primeiro, ainda mais por retirar a necessidade de tempo de tela para apresentar a personagem que este filme teve.
Esperava mais... um filme Sessão Da Tarde, com inúmeras conveniências forçadas no roteiro, uma "quebra da quarta parede" boba e constante, um passatempo meia boca. Um filme com propósito justo de enaltecer as mulheres, mas não feito da melhor maneira.
Baseado no livro “O Caso do Marquês Desaparecido”, primeiro volume da série literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, escrito por Nancy Springer; o filme “Enola Holmes”, dirigido por Harry Bradbeer, se passa no século XIX, nas vésperas da votação pelo direito ao voto feminino na Inglaterra.
Na manhã de seu aniversário de 16 anos, a personagem título (Millie Bobby Brown, da série “Stranger Things”) percebe que a sua mãe (Helena Bonham-Carter) desapareceu. Este acontecimento faz com que os dois irmãos adultos dela - com os quais ela tem pouquíssimo contato - Mycroft (Sam Claflin) e o famoso Sherlock (Henry Cavill) Holmes retornem para casa.
Assim, o roteiro escrito por Jack Thorne aborda as expectativas dos irmãos mais velhos para Enola; ao mesmo tempo em que coloca a personagem lidando com o desejo de tentar descobrir o paradeiro da sua mãe, a vontade de ser ouvida pelos irmãos em seus próprios anseios e a aventura que ela vive com um marquês (Louis Partridge) que tem muitos elementos em comum com Enola - principalmente a forma como busca ter a sua voz ser considerada no ambiente familiar.
“Enola Holmes” é um filme de aventura delicioso de se assistir - e que se aproveita muito bem do fato de ter como protagonista uma narradora personagem, participante ativa da história, que está em constante diálogo com o espectador. Além disso, o roteiro acerta muito em nos apresentar a uma trama que enfoca uma história de empoderamento feminino, de uma jovem que sabe bem o que quer e que encontra o amadurecimento necessário para encontrar o seu caminho, num momento histórico que permitia esse tipo de transformação.
COMENTARISTA SEM FIRULA: História legal! Divertida. Mas algumas cenas são fracas (meia boca), não estando a altura da história. Não é "super empolgante/intrigante" como os demais do Sherlock. É "Netflix", portanto tem ênfase em militância. Mas, vale como um "sessão da tarde" divertido.
Filme muito bem produzido com fotografia e figurino fiel à época vitoriana. História leve e roteiro bem engendrado com uma atuação impecável da Millie Bobby Brown. Espero que tenha continuação.
Enola Holmes (Millie Bobby Brown) é uma menina adolescente cujo irmão, 20 anos mais velho, é o renomado detetive Sherlock Holmes (Henry Cavill). Quando sua mãe desaparece, fugindo do confinamento da sociedade vitoriana e deixando dinheiro para trás para que ela faça o mesmo, a menina inicia uma investigação para descobrir o paradeiro dela, ao mesmo tempo em que precisa ir contra os desejos de seu irmão, Mycroft (Sam Claflin), que quer mandá-la para um colégio interno só de meninas.
Eu nunca tinha ouvido falar da irmã do Sherlock Holmes, conhecendo muito a história do detetive mas nunca da irmã enola foi até que interessante poder conhecer um pouco mais sobre essa história, uma grande produção, eu até que achei muito bom ⭐⭐⭐
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