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Whitevolverine2008
1 seguidor
18 críticas
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1,0
Enviada em 6 de março de 2022
Esse filme é um insulto ,não só aos fãs de Sherlock e de todo esse universo ou de quem tinha altas expectativas com o filme mas ao cinema em geral , atuações pobres e forçadas ,mistério sem sentido plot Twist tosco e cheio de erros e imprecisões históricas
Netflix está no fundo do poço ,fazendo qualquer merda pq sabe que vem gado assitir e lamber as botas , lamentável
“Enola Holmes” traz uma abordagem mais informal e descontraída para figuras já consagradas do universo do detetive criado por Arthur Conan Doyle. A produção têm a intenção de agradar e atrair o público jovem, e para isso, aposta em retratar a jornada de amadurecimento da jovem Enola Holmes (Millie Bobby Brown). Ela está sozinha pela primeira vez e têm que aprender a se virar. A protagonista é cativante e tem uma personalidade forte, Enola não exita em confrontar seus irmãos mais velhos Mycroft (Sam Claflin) e Sherlock (Henry Cavill). No dia do seu aniversário de dezesseis anos sua mãe Eudoria (Helena Bonham Carter) desaparece e essa é a fagulha que inicia a trama de auto-descoberta e investigação da garota. Em sua busca pela mãe a detetive acaba salvando o jovem lorde Tewkesbury (Louis Patridge) e assim seu primeiro caso “cai” literalmente em seu caminho.
A trama parte da ideia de busca da figura materna e assim permite que a personagem expanda seus horizontes e viva experiências se descobrindo a cada etapa do percurso. Para isso o diretor Harry Bradbeer escolhe um enfoque dinâmico e ágil. Harry recentemente trabalhou na série “Fleabag”, alguns aspectos e elementos narrativos muito utilizados na série repercutem nesta obra, que têm sua história baseada em uma série de livros “Os Mistérios de Enola Holmes” da autora Nancy Springer. Seguimos em um ritmo acelerado que nos leva a vários cenários diferentes acompanhados por uma trilha sonora que ajuda a deixar a investigação mais dinâmica. Millie Bobby Brown é carismática e consegue trazer a arrogância dos Holmes ao mesmo tempo em que nos cativa e deixa interessados em suas buscas e experiências. Suas constantes quebras da quarta parede inicialmente surgem como uma interação simpática e funciona em prol da narrativa. Porém ao decorrer do filme se torna um elemento repetitivo e didático.
São poucas as sequências em que a investigação é o destaque, e as constantes explicações da protagonista deixam tudo ainda mais banal. Sabemos tudo o que ela pensa, tudo o que ela faz e tudo o que pretende fazer. O caso é simples, e já na metade da trama é possível saber seu desfecho. Outro recurso utilizado ao extremo são os flashbacks de Enola e sua Mãe. É um acerto do longa focar na jovem Holmes e tirar de cena seus irmãos mais famosos. Henry Cavill e Sam Claflin estão bem muito bem em seus personagens, são elegantes e trazem uma abordagem mais clássica para os irmãos. Mesmo com poucas participações eles geram interesse e chamam atenção. Por causa disso, talvez fosse mais interessante que os personagens tivessem menos importância no roteiro. Mycroft vê a irmã como uma “criatura selvagem” e está constantemente irritado com ela. Sherlock segue suas investigações frias e no decorrer dos acontecimentos passa dar atenção a irmã, porém de início é indiferente a ela.
As constantes explicações de tudo que vemos em tela incomoda. Elas vão além dos mistérios e passam também pelo texto da obra. Todas as reflexões sobre a emancipação feminina, sobre os abusos que mulheres sofriam na época e a luta por direitos iguais são bem vindas e necessárias. Mas poderiam ser menos didáticas, a impressão que fica é de que o roteiro a todo momento está com medo de que o espectador não esteja entendo seus acontecimentos e suas importantes discussões. O texto enaltece a todo momento a emancipação feminina, por isso, incomoda um pouco que em alguns momentos Enola precise de resgates e ajudas de personagens masculinos, principalmente nas figuras do lorde Tewkesbury e de Sherlock Holmes.
Eudoria cria sua filha para que se torne uma mulher independente e forte. E isso acontece. “Enola Holmes” funciona como o primeiro episódio de uma série, introduz uma protagonista carismática e com personalidade que pode e deve se aventurar em seus próprios mistérios e investigações.
O filme fala sobre uma menina chamada Enola Holmes, irmã do famoso Sherlock Holmes. Vejo que a história nos passa uma visão sobre o feminismo e nos faz perceber o amadurecimento de Enola e seu novo aliado Lord Tewksburry. Acredito que mesmo apresentando bons aspectos e tendo sido bem produzido, ele poderia ter uma história mais atrativa e com mais aventura, além de que poderia mostrar um pouco mais sobre o ponto principal: o feminismo.
Um filme básico, com uma historia interessante de quebra cabeça. Não espere muita coisa, mas vale a pena assistir, apesar da tentativa falha de tentar gerar uma dinâmica de conversa com o telespectador .
No geral gostei, principalmente da quebra da quarta parede. Enola é um personagem interessante e muito bem interpretada. Gosto muito do Henry Cavill, mas parece que ele está sempre interpretando o mesmo personagem sem profundidade e sem emoção. Mas a historia em si é bem divertida, e tem varias reviravoltas o que vale muito a pena, espero que venham mais filmes da franquia.
O filme por si só tem um roteiro previsivel, é possivel saber o que vai acontecer desde o primeiro minuto. O feminismo que era pra ser o foco do filme é ofuscado por um romance estupido ala qualquer narrativa adolescente. A história segue com a Quebra da 4º parede que é tão mal executada que faz parecer um filme infantil. A personagem principal é emotiva ao ponto de destruir a narrativa de fortalecimento feminino. Não valeria um ingresso no cinema, mas valeria como distração na sessão da tarde.
Simplesmente, o melhor filme de 2020! O filme consegue envolver o expectador através de um enredo rico em ação, aventuras, drama, romance fora da caixinha e, principalmente, reflexão social através da luta pelo reconhecimento do papel feminino perante a sociedade inglesa. Não podemos deixar de fora, claro, o grande e respeitado Holmes de fora da crítica: Houve uma abordagem satisfatória como coadjuvante (sim, Sherlock não tem o papel principal - O título da obra já nos dá esta visão, não concorda?). Enfim, a Netflix acertou em cheio com o elenco, figurino, roteiro e direção.
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