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João Neto
2 críticas
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5,0
Enviada em 12 de julho de 2021
Simplesmente fantástico! Através das vivências da Linn podemos perceber que o afeto para determinadas pessoas não existe, apenas o prazer escancarado, mas não o amor.
Pseudo documentário experimental, energético, apaixonante e visceral em torno da arte da poetiza, compositora, cantora e atriz transexual Lina Pereira, conhecida como Linn da Quebrada que tem claras influências da banda Secos e Molhados de Ney Matogrosso. A direção de Claudia Priscilla e Kiko Goifman é segura e tem o poder de mexer nas feridas sócio-políticas de forma erótica, fetichista e bem humorada, com a poesia agressiva de Linn e sua trupe fantástica, composta por Jup do Bairro e Liniker de Barros, entre outros. O filme alterna momentos dos shows no palco, com momentos de bastidores, histórias e memórias da artista em estilo descontraído e levado. A arte é genuinamente underground e experimental, e muitas vezes trabalha o grotesco de forma muito artística. O filme ganhou vários prêmios em festivais pelo mundo, entre eles o prêmio de melhor documentário no Teddy Award no festival de Berlim, melhor trilha sonora e prêmio do Júri no festival de Brasília, além de várias menções honrosas em vários festivais que participou. Filme transgressor e moderno que oferece nova visão da vida dos transexuais, apontando para novos direcionamentos em estudos antropológicos. Obra-prima!
O filme é ruim, a ideia é grotesca, a intenção é no mínimo ridícula. É uma afronta ao cinema e o motivo do Brasil ser tão ruim nessa arte. Uma vergonha. Depois ficam perguntando o porque dos brasileiros preferirem filmes de outros países.
Nada a ver. Filme sem argumento, em roteiro, pobre e feio. Porque que brasileiro faz filme sempre relacionados a temas como estes? Quando não polícia e drogas? A não ser que a pessoa seja homosexual, gay, bixa (como tá no filme) pode elogiar uma produção tão pobre de contexto. Esse tema recorrente ganha prêmios sem expressão e leva o nosso cinema a servir de observações pejorativas de quem conhece e faz cinema [de verdade]. Nada de novo, nada de atraente. Olga, algumas comédias, e poucos filmes nacionais merecem respeito. Não por preconceito, mas filme paupérrimo como esse não vai a lugar algum. Um fracasso de bilheteria certamente, elogiado por alienados que pensam que sabem fazer cinema. Não votei, não voto e "tenho raiva " de quem votou, mas o presidente está coberto de razão:esse filme {só é file porque foi filmado} depõe contra o talento de tantas outras pessoas talentosas. Horroroso. Sob todos os aspectos
Onde viemos parar. A política de abondono nas escolas transformou pessoas em monstros. O que era pra ficar em quatro paredes invadiu nossas ruas. Somos obrigados a engolir essas coisas. O nomal virou errado e o errado virou lindo. Parabéns aos envolvidos. Depois que o cinema ficar as minguas não reclamem!
Um doc incrivel contando sobre as vivências e as lutas da travesti moderna, onde se ocorre muita reflexão sobre os dias de hoje com a mente aberta e pensando em um futuro onde todxs podem ser amadxs e aceitxs como são!!!. Linn arrasou em cada segundo que pessoa incrivel obrigado por viver na mesma era que você icone.
06.01.20: procure datar suas interpretações de um filme. os melhores filmes costumam nos causar efeitos por anos. (quem esquecerá de Titanic?). Você já assistiu algum filme maluco, que aparentemente parece inusitado, feito para chocar, mas que lá pelas tantas, te faz chorar de tanta emoção? Pois é, eles conseguiram. Na real, esse jovens artistas brasileiros são a luz no fim do túnel. Para os caretas, sugiro assistir em casa, com calma, sem medo de enfrentar seus preconceitos, de tentar enxergar outras existências além das que estamos acostumados, a tentar respeitar a diferença, a diferença não te anula, ela te faz pensar, você vai precisar de alguns dias para processar tanta informação, mas talvez se torne um ser humano mais empático e tolerante. ah, e sim tem corpos nus.... mas é justamente isso que os artistas nos trazem,a possibilidade de poder ver nossos corpos como instrumento de vida, de obra de arte, e não como algo feito apenas para fazer sexo. spoiler: Vou pedir uma licença poética, e contar um spoiler, roubar a última frase do filme, talvez a mais inspiradora que você possa ouvir neste começo de ano "estamos em construção, e o transtorno é todo seu". Feliz 2020!
LINN DA QUEBRADA É UMA ARTISTA ÚNICA, UMA Travesti que destruiu pra construir. O filme é uma obra de arte DIRECIONADO A COMUNIDADE LGBTTQIA, héteros chacota fazendo qualquer crítica negativa e justamente pra manter as suas imagens tão sucateadas de macho que já não conseguem mais manter a mente junto ao órgão.... As turnês dela mostram justamente que ela é uma artista completa dentro e fora do país de origem e que seu diário de vivência e lirica transbordam todo e qualquer processo que envolva língua.
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