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Claudinho Fiorenza S.
1 crítica
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5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2019
Sinceramente! Alguem para dizer algo ruim deste filme, deve ser alguém bem amargo! Filme excepcional, engraçado, bem produzido e mostrando as belezas do RJ que diga-se de passagem, continua lindo! Parabens a todos!
Hoje dia de assistir uma continuação de um filme nacional, e que até parece desconstruir seu antecessor, mostrando um outro lado de viver sozinho e ainda ser muito feliz assim. O filme segue a vida de casada da protagonista, que constrói uma família e vive uma crise que leva ao desespero de querer salvar o casamento ao mesmo tempo da loucura de tentar entender o que ocorre. Tudo é bem exagerado e engraçado, muito focado nas falas e nas atitudes do principal coadjuvante, tudo parece tirar o sarro da loucura vivida pela protagonista, que insiste em forçar uma ideia de loucura pelo amor, seguindo bem a ideia do filme anterior. A troca de cenários outro bom ponto a ser notado, mesmo que muitas vezes não faça o menor sentido, parece mais querer encaixar situações para piadas novas e até bem criativas. O sofrimento pelo amor também é bem exagerado, tudo é criado pela imaginação da protagonista que parece enlouquecer a cada minuto. O filme inteiro não sai dessa tendência até o fim, que mostra a busca da protagonista estava em um outro tipo de amor, um amor próprio que não era visto por toda loucura vivida. No geral, um filme bem exagerado nos cenários e piadas, que foca numa loucura amorosa que agora foca em salvar um casamento e que finaliza em uma boa lição de vida para quem esquece um pouco sobre o que é o amor e o que importa de verdade.
Filme chato desconexo.Uma hora fala de festa de branca de neve ,sopram velinhas e depois pula para outro enredo sem ter nada a ver.So gostei da parte de Nova York Presto estava difícil de ingerir .nota 4
Adorei! O melhor do filme, pra mim, nao foi o dilema de continuar casada ou se separar, e sim a amizade entre Fernanda e Aníbal. Só deixa mais claro, como ter amigos faz toda a diferença na nossa vida. Parabéns Mônica e Paulo Gustavo, vcs são demais! Quero assistir muitos filmes com vcs.
Delícia de filme... Politicamente correto? Não!!! Até porque a separação de qualquer pessoa nunca é politicamente correta. Mas qualquer mulher que já se separou na casa dos 4x anos irá identificar muitas das dúvidas, dos medos... e o melhor de tudo: rir delas!!! Filme leve, divertido, politicamente incorreto, adoreeeeiiiiiiii....
Gostei muito do filme, dei boas risadas com o personagem do Paulo Gustavo. O tema central do filme foi a crise do casamento, e final foi inesperado. Muito bom!
A comédia tem uma obrigação? Ou várias obrigações? Se tem, qual é? É possível falar em humor fácil, que se preocupa somente com risadas altas? Ou será que é humor aquilo que é dito e que causa o que podemos chamar de "riso interno", tão agradável quanto uma gargalhada? Enquanto ator de teatro, e como pessoa que frequenta o teatro e os cinemas desde muito novo, eu fui criando vários tipos de gosto. E fui percebendo que o que é bom não é a comédia ou o drama. O que é bom é o que é bom. É aquilo que se preocupa não com sua vaidade, mas que se preocupa com quem a emoção do público. Seja ela manifestada com um riso, uma lágrima, uma batida de coração acelerada. Mas, será que isso é somente um ponto de vista? Bom, se é, sei que é o meu. Muitas vezes, me emociono não com o texto, mas com a qualidade do trabalho de atuação. Ou rio não com o roteiro, mas com as caracterizações assumidas pelo personagem. "Minha vida em Marte" é a sequência de "Os homens são de Marte... e é pra lá que eu vou", que conta a história de Fernanda, vivida por Mônica Martelli, em busca do grande amor. No roteiro atual, ela já está "em Marte", casada com Tom, personagem de Marcos Palmeira, e mãe da pequena Joana. Apesar da história ter como pano de fundo o casamento de Fernanda e Tom, o foco do filme é a relação de amizade com Aníbal, de Paulo Gustavo, que está fantástico. Paulo é genial nas suas criações de personagem, com uma série de preocupações que chega a parecer que ele respira como o personagem, e não como o ator. Fernanda e Aníbal possuem uma empresa cuida da festa de casamento dos casais. Este filme possui um roteiro muito corajoso. Digo isto porque Mônica mexeu numa área que incomoda demais à sociedade, em especial uma sociedade como a brasileira, que tem no casamento um pilar quase que sagrado. Discutir sobre sua obrigatoriedade, sobre estar ou não em uma relação, e sobre a possibilidade de sua dissolução é como cutucar um vespeiro. No entanto, ela o fez com muita dignidade, porque em nenhum momento o filme questiona a validade do casamento. Ele não é agressivo com essa instituição. Não questiona sua importância e também investe em dizer sobre o respeito que ambos devem ter um pelo outro. O longa traz também um tipo de relação a dois que as pessoas ainda estão descobrindo o real valor, que é a amizade. Aníbal e Fernanda são muito importantes um para o outro e apesar de tratar-se de uma comédia é lindo ver o amor que compartilham. Enquanto colunista, digo que se a pessoa não curte comédia, não vale a pena assistir. Porque quem não gosta de comédia sempre dá um jeito de encontrar defeitos. Porém, "Minha vida em Marte" é um filme delicioso, que vale muito ser assistido. Ele confere risadas altas, risos internos e, fique tranquila ou tranquilo. Se você vive um relacionamento a dois, e está bem com essa pessoa, não sairá do cinema questionando se deve rompê-lo. Pelo contrário, sairá contente com o que viu. E se tem uma boa relação de amizade, será muito grato por isso.
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