A Última Coisa que Ele Queria: Críticas - Página 2
A Última Coisa que Ele Queria
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Mirian M.
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1,5
Enviada em 6 de maio de 2020
Filme deixa muito a desejar. Me forcei a ir até o fim pra ver se tinha alguma idéia do que a trama queria passar, também pelo elenco principal ser muito bom, mas fiquei com a sensação que perdi meu tempo. Muito confuso e cansativo. Não recomendo.
Nem a atuação de Anne Hathaway conseguiu salvar o filme. Uma lástima de roteiro, desperdício de atores, tudo muito confuso. Ben Affleck estava péssimo, os figurantes tinham mais emoção. Fiquei na dúvida se ele estava lá pelo cachê, ou se tinha perdido alguma aposta.
a jornalista percebe num bar que o pai tem Alzheimer e ele diz que está deixando dinheiro de aposentadoria para ela. O filme de elementos profissionais e pessoais sem investir em qualquer uma das informações. É uma abordagem investigativa que mostra que existe o que investigar e acaba não investigando nada. Um filme confuso e com final ainda pior.
Filme maravilhoso que envolve ficção e realidade. Relembramos muito sobre intervenções Americanas na América Central pela década de 80, com uma trama que faz algumas reviravoltas e consegue sim prender o telespectador. A Anne Hathaway está muito bem no filme.
O filme é horrível, não vale o tempo gasto para assisti-lo, a maior parte da história fica por dedução de quem assiste, pois, o roteiro é todo perdido e muitas vezes sem o menor sentido e o final é patético. Eu não recomendo.
O título A Última Coisa que Ele Queria, do filme dirigido e co-escrito por Dee Rees, faz referência ao que acontece com a protagonista do longa, a jornalista Elena McMahon (Anne Hathaway), após ela decidir ajudar o pai (Willem Dafoe), que, doente, não pode finalizar um acordo de negócios numa ilha paradisíaca da América Central.
Quando a gente se depara com a situação na qual ela se colocou, fica até difícil compreender o por quê de ela ter aceito entrar naquela roubada. Nem o seu faro como jornalista veterana de sucesso, que cobriu conflitos políticos em países como El Salvador, muito menos o sofrimento de uma filha ao ver o pai doente, justifica isso.
A verdade é que A Última Coisa que Ele Queria é um filme envolto em confusão. Ao longo dos 115 minutos de filme, nunca saberemos ao certo sobre o que ele trata. No início, ele parece a história de uma jornalista que, após se envolver numa cobertura problemática – e perigosa, por envolver interesses políticos pesados -, muda de área, a contragosto, e passa a cobrir a corrida presidencial nos Estados Unidos. Depois, quando a personagem de Willem Dafoe entra no filme, ele passa a tratar sobre o tráfico de armas para países subdesenvolvidos – também envolvendo interesses políticos pesados. O curioso é que nenhuma destas subtramas é trabalhada a contento.
Este fato chama a atenção, uma vez que os nomes envolvidos em A Última Coisa que Ele Queria são muito bons. Na frente das câmeras, temos atores indicados – e vencedores – do prêmio mais importante da indústria cinematográfica, o Oscar: já citamos Anne Hathaway e Willem Dafoe. Além deles, temos Ben Affleck (em modo canastrão) e Rosie Perez. Por trás das câmeras, temos Dee Rees, que chamou a atenção com Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississippi. Todos eles mereciam um filme melhor.
Personagem pai da jornalista sofre de borderlaine e alzheimmer. Em meio ao vazio que ela sentia (causado pela desestrutura familiar: ausência de um pai, câncer de mama, ter uma filha pra criar, divórcio, morte da mãe) ela preferia focar a vida no trabalho que era a única coisa que a fazia esquecer dos problemas. O trabalho dela era jornalismo investigativo, uma das investigações terminou ficando engavetada quando o chefe do jornal resolveu arquivar a tal matéria quando foi ameaçado em entrelinhas por uma personalidade influente. Por destino, num dos delírios do pai da jornalista, ele revelou o último trabalho secreto que estava a fazer. Movida pela vulnerabilidade da situação e curiosidade desse tal serviço secreto do pai, ela seguiu as instruções do pai e descobriu que o pai, seu antigo amigo e outros do governo tinham envolvimento com coisas ilegais as quais movimentavam muito dinheiro, e se tratavam de assuntos referentes a matéria dela que havia sido engavetada no jornal. Sua busca incessante sobre a origem, o mandante, o cabeça do esquema de corrupção a levou a outro país na América Central. Ela viu que o quebra cabeças ainda não havia se encaixado pq as raízes do esquema organizado são longas, assim como os motivos também(cada corrupto com seu próprio motivo: comercialização de drogas, armas militares...). O filme mostra a frustração de uma jornalista que tenta descobrir como tudo começou e mesmo com muitas provas de corruptos militares, cia, políticos, federais, ainda assim existe uma gama de coadjuvantes muito bem arquitetados, sincronizados envolvidos: motoristas, empregados, assistentes, hoteleiros. Numa lista sem fim, o que tornou a investigação tragicamente sem solução. O filme é uma crítica da própria da realidade: a corrupção é sólida, edificada, com longas e múltiplas raízes, com envolvimento de profissionais e pessoas de todas as classes.
Infelizmente esse modelo de streaming (Amazon, Netflix e etc) estão acabando com o cinema. As produções boas desapareceram pois o público do cinema também sumiu. Então estamos vivendo uma época que estão enfiando goela abaixo qualquer lixo. Esse filme especificamente é uma das coisas mais ridículas já produzidas. Fica até difícil fazer algum comentário. Simplesmente, quem puder evitar, faça-o a todo custo! Mais um da série: desperdício de horas de vida
Narrativa tendenciosa e irritante. Gostando ou não, há um sistema onde o mais forte e poderoso dita as regras. Tudo e todos que estão a sul dos EUA sustentam suas"democracias" graças aos interesses do Tio Sam, louvado seja!
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