Coringa
Média
4,6
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574 Críticas do usuário

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DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de março de 2025
Excelente. Maravilhoso. Joaquin Phoenix nasceu pra interpretar o personagem, uma história incrível, ótimas atuações. Filme que mereceu o oscar de melhor atuação e trilha sonora. Vi esse filme no cinema em 2019, e mexeu muito comigo, pela forte mensagem e critica social que faz. É diferente de várias produções de quadrinhos que estamos acostumados a ver, é um filme mais sério e realista, que critica a realidade.
Pedro Soares
Pedro Soares

3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2022
Reflexivo, intenso e pertubador. Um filme que trata de temas sociais importante, um filme que foge dos estereótipos de filmes de super-herói, o que faz ele ser único e fascinante nesse universo. Joaquin Phoenix foi brilhante, o que ele fez não foi atuação, foi arte, mereceu todos os prêmios que ganhou. Recomendo demais. Um dos melhores filmes de 2019.
Criticcount
Criticcount

9 seguidores 75 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de junho de 2021
Esse foi um dos melhores acertos da dc e é bem difícil descordar , que filme sensacional
Ele se sai bem no roteiro , no desenvolvimento e no entretenimento.
Um dos melhores filmes da DC, para mim só não é melhor que batman o cavaleiro das trevas que foi incrível !!!!

Nota 8,5/10,0 recomendadíssimo para quem curti esse tipo de filme, e para quem gosta do personagem ou de filmes bons ;)
Jamily Borges
Jamily Borges

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de maio de 2021
Diferentemente de outros filmes do universo de super-herois, o filme Coringa faz um mergulho no psiquismo do personagem, para que entendamos as motivações profundas que o levaram a se tornar o icônico vilão do cinema. Joaquin Phoenix interpreta brilhantemente Arthur Fleck, que trabalha como palhaço para uma agência de talentos. Ele possui uma doença neurológica caracterizada por risos involuntários e descontrolados em momentos inapropriados, por isso, visita regularmente uma assistente social para conseguir medicamentos. Arthur ainda precisa cuidar de sua mãe doente, e a relação entre os dois é bastante fusionada.
O diretor constroi a narrativa de modo que o expectador sinta empatia, e até mesmo ternura pelo Coringa, pois sua vida extremamente conturbada, somada à falta de tratamento mental adequado provoca nele muitos sofrimentos. Por trás da maquiagem de palhaço borrada pelas lágrimas, há um rosto de dor. Seu único refúgio é seu diário, onde ele deposita - com bastante lucidez - seus pensamentos, frases, piadas, o sonho de ser comediante.
Arthur se torna ainda mais vulnerável ao perder o emprego, seu único sustento. Não sabendo como lidar com essa perda, Arthur assassina três executivos da Wayne Enterprises no metrô, que estavam debochando de sua doença, dando início a uma série de protestos populares contra a elite de Gotham City. A partir daí, sua vida dá uma reviravolta: ele passa a se sentir mais vivo do que nunca. "Durante toda a minha vida, eu nem sabia se eu existia de verdade. Mas eu existo. E as pessoas estão começando a perceber". Assistimos à mudança da meiguice e desamparo inicial de Arthur rumo a um personagem cada vez mais duro e decidido. Com uma dança própria, ele marca o nascimento de Coringa.
Coringa experimenta um breve vislumbre de seu sonho quando faz sua apresentação de stand-up, porém, como já vinha acontecendo, ele vira motivo de chacota, gerando ainda mais revolta contra uma sociedade que não sabe lidar com a loucura. Com o desenrolar do filme, descobrimos que ele teve uma infância muito conturbada, o que contradiz com o que sua mãe sempre dizia: para pôr um sorriso no rosto, que ele veio para trazer alegria e riso ao mundo. Mas, a obrigatoriedade de ser feliz e de fazer feliz não se cumpe. O vilão ostenta um sorriso não de felicidade, mas de deboche.
Quando vai ao programa do seu ídolo Murray, Coringa não se mostra arrependido pelos assassinatos, e expressa sua revolta contra a sociedade: " O que você consegue quando cruza um doente mental solitário com uma sociedade que o abandona e o trata como lixo?"
Dessa forma, Coringa nada mais é do que produto de uma Gotham City caótica, suja e decadente. Assim como o bobo da corte que diz as verdades que ninguém quer ouvir, Coringa é a própria denúncia da violência e descaso do sistema com aqueles mais vulneráveis. Depois de tanta tragédia em sua vida, portanto, nada mais o abala. Sem motivos para sorrir de verdade, Coringa aprendeu não só a suportar a tragédia, mas a achar graça, a debochar da tragédia. Na sua vida, o cômico e o trágico se confundem. Ele finaliza o filme com a brilhante frase: "Eu achava que minha vida era uma tragédia, mas agora eu vi que é uma puta comédia".
Marcelo Lopes
Marcelo Lopes

2 seguidores 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de maio de 2021
MELHOR FILME!!! De longe um dos melhores filmes que já vi nessa minha vida de cinema. Roteiro nota 10, filmagens nota 10, entre outras categorias como musica, figurino, etc, que levariam 10. Destaque para o ator principal, esse merece nota 1000, PERFEITO. O desenrolar do filme é muito bom, com um final incrível. Não poderia ser considerado um filme e sim uma obra de arte.
Emanuel Madeira
Emanuel Madeira

1 seguidor 16 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de maio de 2021
O cinema ultimamente está melhor para os fãs dos quadrinhos do que para os cinéfilos. Teve Capitã Marvel, Hellboy, o tão aguardado final de Vingadores Ultimato, Homem Aranha, a volta de Hellboy e o surgimento de Shazam para a telona, enquanto que o cinema-arte anda bem apagado, até Meryl Streep tem apostado mais em séries da Netflix do que em filmes.

A incógnita, no entanto, estava depositada em Coringa, por ser mais uma adaptação de um dos maiores vilões das HQs de todos os tempos. Por que o estúdio apostaria em mais uma adaptação, depois de um sucesso como foi o Esquadrão Suicida? Ou na adaptação de Mulher Maravilha e Aquaman?

Para muitos a invasão nerd nas telonas é resultado de uma crise de bons roteiros, e que rouba uma grande fatia do mercado, numa onda de grandes filmes blockbusters para nossas sessões da tarde.

A resposta está em cartaz nos cinemas, como um dos melhores filmes do ano, sem querer puxar a sardinha para os nerds de plantão, aqueles fãs da DC Comics, Marvel e Turma da Mônica, mas o fato é que Coringa apostou em uma fórmula madura, até então não experimentada nos filmes deste universo, que exala a popularidade blockbuster.

Talvez seja esta a razão, pela qual os estúdios cinematográficos estão fazendo com tanto esmero, todos estes filmes.
Antes das opiniões, há de ser relembrado o fato de que foram os cinemas os responsáveis por manter de pé o império das fábricas de quadrinhos Marvel e DC Comics, uma vez que no começo dos anos 80, videogames e televisão começaram a ser mais atraentes que gibis com histórias de playboys que se fantasiam de morcego no calar da noite e cientistas malucos que ao terem raiva, ficam verdes como chuchu.

Vale dizer também que o mais legal do Batman não é Bruce Wayne, mas sim seus vilões, devido a história por trás da vilania de cada um. Enquanto a Marvel cria vilões a partir de cientistas cujos experimentos não deram certo, a grande maioria dos vilões da DC, e no caso do Batman, todos seus vilões, são marginalizados socialmente, e procuram seu espaço, o que diríamos enquanto crianças, ‘’os vilões querem vingança’’.

Pinguim sofreu bullying por ser fisicamente diferente. Hera Venenosa foi injustamente jogada em plantas exóticas tóxicas diante da morte. Duas Caras foi traído por sua esposa e descontou na sociedade toda. Há muitos exemplos de vilões socialmente perturbados do que a vã sabedoria dos mafagarfinhos pode explicar.

O Coringa é o vilão mais bem escrito das HQs, inspirado no bizarro longa ‘’O homem que ri’’, dirigido por Paul Leni e interpretado por Conraid Veit, um bizarro e perturbador filme do cinema mudo de 1928 sobre um palhaço sem voz.
Os opostos se atraem, e no caso de Batman e Coringa, há uma química intrigante de se perceber, existe um equilíbrio descompassado de forças entre os dois personagens. Eles não se completam como água e vinho, e a química não poderia ser melhor, para os fãs, Coringa e Batman foi, é, e sempre será, a mais letal relação entre herói/vilão, com forças que não se igualam, nem se repelem, e por isso nunca acabam. Um não pode morrer enquanto o outro viver, por isso, são eternos.

Assistimos este embate com uma interpretação pastelão, na série dos anos 60 com César Romero, e nem por isso deixou seu legado, por seu pioneirismo hoje também é considerado um clássico. Na sequência, no primeiro longa do morcegão de Tim Burton em 1986, com o grande Jack Nicholson no papel, com traços mais cartunescos, buscando uma maluca comicidade mafiosa na interpretação do personagem.

Depois de longo tempo, foi a vez de Heath Ledger dar um toque anárquico, abrilhantando com um toque único a tudo o que já conhecíamos antes na formação do personagem, algo maior, trouxe algum sentido ao que o Coringa merecia enquanto personagem, enfim uma construção psicológica, acredito que digna ao que o personagem sempre pediu. Para este que vos escreve, foi a melhor interpretação já feita do icônico vilão.
Jared Leto em 2016 manchou o rosto de palhaço, como se reciclasse o Coringa de Jack Nicholson em versão chefe da máfia, seu Coringa foi mais um gangster que parece o Coringa do Batman do que a verdadeira essência loucamente eloquente do personagem.

Mas eis que surge o filme solo do palhaço, Coringa, desta vez interpretado por Joaquim Phoenix, que entrega uma interpretação tão profunda a essência do personagem, que incomoda, perturba, desnorteia quem assiste.
Se achávamos que Thanos havia sido o melhor vilão construído desde Darth Vader, com um personagem bem escrito em sua vilania, demonstrando propósitos, emoções reais, dignas de alguém que busca finalizar seu destino, cumprir sua tarefa, fora a enorme carga emocional que carrega, é melhor continuar achando, pois ele foi o melhor personagem construído, até Coringa estrear.

O famoso palhaço-psicopata agora tem uma construção com caráteres filosóficos, psicológicos, sociológicos, dialoga com a nossa própria experiência social, demonstrando as fragilidades dos reprimidos da sociedade nas faltas de condições, na falta de espaço a quem tem limitações psicológicas.

Coringa aponta o dedo para nós, em nossa egoísta cegueira social. O longa do anti-herói revela as desastrosas consequências do que deixamos de fazer, por não nos colocar no lugar do outro.

Toda esta mensagem está nas entrelinhas, em um longa marcado por momentos tensos, perturbadores e violentos, sendo que não é a violência pela violência como nos filmes de Quentin Tarantino, aqui é uma justificável resposta a repressão social da personagem.

Nunca havia tido uma obra prima dos quadrinhos para o cinema, Coringa é a carta fora do baralho para esta afirmativa. Um filme maduro, interessante enquanto história de HQ, enquanto obra cinematográfica e uma forte reflexão diante da sociologia atual.

Nada melhor do que comemorar os setenta anos do Cavaleiro das Trevas com uma homenagem à altura de seu maior vilão.
Br QF
Br QF

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de abril de 2021
Perfeita atuação, trilha sonora, enredo. Filme pra ninguém botar defeito. Todos os detalhes são sensacionais. Coringa é uma obra prima. O melhor filme que assisti nos últimos 20 anos.
Filmes Obrigatórios
Filmes Obrigatórios

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de março de 2021
O filme é sensacional. Mostrou um universo interessante para o Coringa! E com a atuação espetacular de Joaquim Phoenix!
ReneAndroid.apk
ReneAndroid.apk

17 seguidores 170 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de março de 2021
Obra de arte. A interpretação do personagem por joaquim é fantastica. O filme pesa bastante na questão social e muito bem produzido.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 9 de março de 2021
Joker é aquele filme de origem de um famoso vilão dos quadrinhos e do cinema(neste caso, talvez o maior) que cutuca tanto as onças da sociedade com a vara curta que fica praticamente impossível de não gostar, mesmo se fosse ruim, coisa que está vários quilômetros de ser. Joaquin Phoenix carrega o longa com uma maestria pouco vista na tela, em uma atuação tão brilhante que faz todo o resto do(ótimo) elenco parecer amador, e o inteligentíssimo roteiro de Scott Silver entrega tudo o que pode para tornar a origem do vilão plausível e mais um pouco : Dá nuances originais para um enredo já tão batido. Quanto menos eu penso em Coringa como um filme de quadrinhos, mais eu gosto dele, justamente pelo fato da fita se utilizar de uma premissa tão arrebatadora, que destrincha as características mais obscuras da insanidade mental(daqueles que a sociedade insiste em não ouvir, sendo depois surpreendida pelos resultados destrutivos de sua omissão) em um contexto popular, e nós temos que aplaudir a ousadia da Warner em apoiar este projeto e dar carta branca para Todd Phillips e sua turma. Acho que não dá para afirmar que este é o melhor retrato do personagem já registrado em fita. Na minha opinião, o que Heath Ledger fez em Cavaleiro da Trevas jamais será ''desfeito'', mas é impossível não se deixar levar pela composição de primeira linha que Phoenix faz aqui. O ator poderia ter se limitado a só fazer uma mera transformação física e explorar de forma caricata a loucura de Arthur Fleck, mas não, é uma atuação de tantos nuances e sutilezas que não dá para se pensar em alguém melhor para levar o OSCAR de Melhor Ator ano que vem. Do ótimo elenco, há de se reconhecer também a boa disposição de Robert De Niro, o veterano ator, cansado e no piloto automático na maioria dos trabalhos recentes, finalmente se esforça para desenvolver um personagem consistente. Mas é óbvio que não é um filme perfeito, aliás, como poderia ser com tantos naturais fatores de risco e coisas a perder. Já está mais do que claro que Todd Phillips é um grande fã dos filmes urbanos de Martin Scorsese, principalmente Taxi Driver, que aqui emula a torto e a direito, até o ponto de parecer paródico, o que se mostra completamente desnecessário, dada a força natural do material com que está trabalhando. Alguns pontuais excessos visuais e narrativos, estes de referências a outras obras, rimas visuais gratuitas, etc...Também incomodam, parece que o realizador tentou sacrificar a originalidade e força do próprio filme para regurgitar seu fascínio por trabalhos alheios. Não tem problema ser reverencial, desde que não diminua a capacidade do filme de se sustentar por si. Algumas reviravoltas na trama eu também senti que não foram desenvolvidas da maneira certa e as suas entregas não tiveram o peso narrativo que se propunham a ter, funcionando ultimamente apenas como um artifício do roteiro(que no geral é muito bom) para continuar a escalada rumo à loucura de Arthur. Mas esses erros pontuais, que sim incomodam, podem ser perfeitamente relevados em sua maioria pela conclusão excelente, que entrega tudo e mais um pouco do que era necessário para finalizar o arrebatador arco de Fleck, em um clímax arrasador que por si só já faria o filme inteiro valer apena. Portando, Coringa(Joker,2019) pode ser lido não só como um forte retrato das insistentes mazelas sociais comuns a praticamente toda civilização, mas também como um astuto e oportuno showcase do talento de um excepcional ator, em uma obra que pode mudar o jogo do estilo de adaptações de histórias em quadrinhos para o cinema.
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