Coringa
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4,6
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André R.
André R.

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5,0
Enviada em 9 de outubro de 2019
Filme é sensacional , Oscar tem dono !! Nada com a “”realidade”” mais quando ele conseguiu ter acesso a uma arma !!
MCemerson
MCemerson

10 seguidores 43 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de outubro de 2019
Há excelente atuação do protagonista. Filme em que não há mocinhos e nem maniqueísmo bem versus mal.
Emanuel
Emanuel

10 seguidores 30 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2020
O cinema ultimamente está melhor para os fãs dos quadrinhos do que para os cinéfilos. Teve Capitã Marvel, o tão aguardado final de Vingadores Ultimato, Homem Aranha, a volta de Hellboy e o surgimento de Shazam para a telona, enquanto que o cinema-arte anda bem apagado, até Meryl Streep tem apostado mais em séries da Netflix do que em filmes.
A incógnita, no entanto, estava depositada em Coringa, por ser mais uma adaptação de um dos maiores vilões das HQs de todos os tempos. Por que o estúdio apostaria em mais uma adaptação, depois de um sucesso como foi o Esquadrão Suicida? Ou na adaptação de Mulher Maravilha e Aquaman?
Para muitos a invasão nerd nas telonas é resultado de uma crise de bons roteiros, e que rouba uma grande fatia do mercado, numa onda de grandes filmes blockbusters para nossas sessões da tarde.
A resposta está em cartaz nos cinemas, como um dos melhores filmes do ano, sem querer puxar a sardinha para os nerds de plantão, aqueles fãs da DC Comics, Marvel e Turma da Mônica, Coringa apostou em uma fórmula madura, até então não experimentada nos filmes deste universo, que exala a popularidade blockbuster.
Talvez seja esta a razão, pela qual os estúdios cinematográficos estão fazendo com tanto esmero, todos estes filmes.
Antes das opiniões, há de ser relembrado o fato de que foram os cinemas os responsáveis por manter erguido o império das fábricas de quadrinhos Marvel e DC Comics, uma vez que no começo dos anos 80, videogames e televisão começaram a ser mais atraentes que gibis com histórias de playboys que se fantasiam de morcego no calar da noite e cientistas malucos que ao terem raiva, ficam verdes como chuchu.
Vale dizer também que o mais legal do Batman não é Bruce Wayne, mas sim seus vilões, devido a história por trás da vilania de cada um. Enquanto a Marvel cria vilões a partir de cientistas cujos experimentos não deram certo, a grande maioria dos vilões da DC, e no caso do Batman, todos seus vilões, são marginalizados socialmente, e procuram seu espaço, o que diríamos enquanto crianças, ‘’os vilões querem vingança’’.
Pinguim sofreu bullying por ser fisicamente diferente. Hera Venenosa foi injustamente jogada em plantas exóticas tóxicas diante da morte. Duas Caras foi traído por sua esposa e descontou na sociedade toda. Há muitos exemplos de vilões socialmente perturbados do que a vã sabedoria dos mafagarfinhos pode explicar.
O Coringa é o vilão mais bem escrito das HQs, inspirado no bizarro longa ‘’O homem que ri’’, dirigido por Paul Leni e interpretado por Conraid Veit, um bizarro e perturbador filme do cinema mudo de 1928 sobre um palhaço sem voz.
Os opostos se atraem, e no caso de Batman e Coringa, há uma química intrigante de se perceber, existe um equilíbrio descompassado de forças entre os dois personagens. Eles não se completam como água e vinho, e a química não poderia ser melhor, para os fãs, Coringa e Batman foi, é, e sempre será, a mais letal relação entre herói/vilão, com forças que não se igualam, nem se repelem, e por isso nunca acabam. Um não pode morrer enquanto o outro viver, por isso, são eternos.
Assistimos este embate com uma interpretação pastelão, na série dos anos 60 com César Romero, e nem por isso deixou seu legado, por seu pioneirismo hoje também é considerado um clássico. Na sequência, no primeiro longa do morcegão de Tim Burton em 1986, com o grande Jack Nicholson no papel, com traços mais cartunescos, buscando uma maluca comicidade mafiosa na interpretação do personagem.
Depois de longo tempo, foi a vez de Heath Ledger dar um toque anárquico, abrilhantando com um toque único a tudo o que já conhecíamos antes na formação do personagem, algo maior, trouxe algum sentido ao que o Coringa merecia enquanto personagem, enfim uma construção psicológica, acredito que digna ao que o personagem sempre pediu. Para este que vos escreve, foi a melhor interpretação já feita do icônico vilão.
Jared Leto em 2016 manchou o rosto de palhaço, como se reciclasse o Coringa de Jack Nicholson em versão chefe da máfia, seu Coringa foi mais um gangster que parece o Coringa do Batman do que a verdadeira essência loucamente eloquente do personagem.
Mas eis que surge o filme solo do palhaço, Coringa, desta vez interpretado por Joaquim Phoenix, que entrega uma interpretação tão profunda a essência do personagem, que incomoda, perturba, desnorteia quem assiste.
Se achávamos que Thanos havia sido o melhor vilão construído desde Darth Vader, com um personagem bem escrito em sua vilania, demonstrando propósitos, emoções reais, dignas de alguém que busca finalizar seu destino, cumprir sua tarefa, fora a enorme carga emocional que carrega, é melhor continuar achando, pois ele foi o melhor personagem construído, até Coringa estrear.
O famoso palhaço-psicopata agora tem uma construção com caráteres filosóficos, psicológicos, sociológicos, dialoga com a nossa própria experiência social, demonstrando as fragilidades dos reprimidos da sociedade nas faltas de condições, na falta de espaço a quem tem limitações psicológicas.
Coringa aponta o dedo para nós, em nossa egoísta cegueira social. O longa do anti-herói revela as desastrosas consequências do que deixamos de fazer, por não nos colocar no lugar do outro.
Toda esta mensagem está nas entrelinhas, em um longa marcado por momentos tensos, perturbadores e violentos, sendo que não é a violência pela violência como nos filmes de Quentin Tarantino, aqui é uma justificável resposta a repressão social da personagem.
Nunca havia tido uma obra prima dos quadrinhos para o cinema, Coringa é a carta fora do baralho para esta afirmativa. Um filme maduro, interessante enquanto história de HQ, enquanto obra cinematográfica e uma forte reflexão diante da sociologia atual.
Nada melhor do que comemorar os setenta anos do Cavaleiro das Trevas com uma homenagem à altura de seu maior vilão.
Willian Itiho A
Willian Itiho A

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0,5
Enviada em 30 de outubro de 2019
O que dizer desse filme? Foi realmente formidável a atuação do coringa. Isso não podemos negar. Entretanto, seguindo a linha dos filmes da DC, cagaram no roteiro. A movimentação é lenta e cansativa. O conteúdo deu sono. Ri em dois momentos do filme inteiro. Passei o filme todo torcendo para o coringa sair matando todo mundo só para animar o filme.
DUDU SILVA
DUDU SILVA

78 seguidores 335 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de outubro de 2019
Violento, perigoso e louco esse é o resumo desse filme do coringa que é um filme fantastico, não fica cansativo em nenhum momento, a forma como ele sofre faz você sentir pena e quase torcer por ele
Emanuel V
Emanuel V

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 12 de outubro de 2019
É preciso se bastante crítico. Vou começar pelo lado bom. A interpretação de Joaquin Phoenix. Belíssima interpretação. O ator fez pesquisas sobre diversos efeitos colaterais de medicamentos. Se você achar o corpo do ator "um pouco estranho", mérito do próprio ator. A interpretação extraiu tudo de bom que se poderia ter. Mesmo sendo o personagem Coringa, tão conhecido do público, ele conseguiu fazer algo inédito. Quanto ao roteiro do filme e a direção são sofríveis. O roteiro pra não dizer medíocre, não conseguiu o seu objetivo. Sim, o Coringa pode ser insano, anti-social, doente, psicopata. No entanto, exceto no começo do filme, não há empatia do público com o sofrimento. Outra coisa importante: os diálogos são paupérrimo. Na trilogia de Cristian Nolan os diálogos são ricos. As entrevista dadas pelo diretor revelavam que o mesmo abordaria o personagem, porém mesmo para o Coringa, "haveria limites". Não. spoiler: Usou do fator violência
, quando poderia ter feito um personagem com mais complexidade. A trilha sonora poderia TER SIDO UM GRANDE DIFERENCIAL. A trilha é boa mas não foi usada de forma correta. spoiler: Quando o Coringa mata no metrô e dança após fugir, usaram uma música que deixou o público tenso! Aquele momento era para ele, O coringa, algo satisfatório pois conseguiu se defender de um mundo agressivo.
. As músicas Send in the Clown, e Smile, poderiam ser usadas e não foram nessa ocasião faria muita diferença. Por fim, o que notei foi QUE O PÚBLICO SAIU COM UM DESEEJO DE QUE QUANTO MAIS RÁPIDO ACABASSE O FILME, MELHOR. Mas cada um tem sua opinião. Assistam e confiram!
Marcelo de S. Cardoso
Marcelo de S. Cardoso

2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 6 de novembro de 2019
Filme parado sem ação se não fosse esse ator falariam muito mal da atuação. Pensando que o ator principal foi o máximus a atuação foi horrível, homem o tempo todo fraco sem expressao . Um assassino desregulado. Muiro fraco. Pelas criticas e bilheterias esperava muito mais do filme e do ator principal.
Enfim saudade do coringa suicida . Aquilo é ação e atuação e não essa coisa horrivel que eu vi
Fábio Ribeiro
Fábio Ribeiro

11 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 20 de outubro de 2019
A atuação do Joaquin Phoenix foi ótima! Ele conseguiu sistematizar bem as emoções vivenciadas pelo Coringa. Só não superou o Coringa feito pelo Heath Ledger; para mim é a melhor interpretação, i.e., the best one!
Paulo M.
Paulo M.

8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de dezembro de 2019
Bom filme. A película é uma crítica feroz à opulência da sociedade americana, mostrando o quão é difícil para a camada pobre da população sobreviver dentro desse meio. Gottham City não é nada mais do que um disfarce para New York. A atuação de Joaquin Phoenix é sensacional e nos faz ficar em dúvida caso o filme não tivesse sua excelente representação artística, o quanto perderia em magnitude. Certamente a película será candidata a algumas estatuetas do Oscar 2020.
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de agosto de 2021
Esse filme é simplesmente FANTÁSTICO! Eu não tenho palavras para descrever o quanto eu o amo. A atuação de Phoenix é simplesmente sensacional, uma das melhores que eu já vi na minha vida. Quando fui assistir, pensei que ia ser somente mais um filme de super herói/super vilão sem graça. Que nada! Ele é uma análise psicológica tão profunda que eu quase chorei, observando a tristeza do Arthur, as desgraças que ele sofreu e todo o trauma. Me comoveu, me entristeceu e, em alguns momentos, me trouxe felicidade: como na cena da escada, principalmente. Eu amo este filme, e é com certeza um dos meus dez favoritos. Filmão! Fora de série! Merecia todos os Oscars do mundo.
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